O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Após documento muito aguardado com visões do tema, Federal Reserve se prepara para receber feedback do público sobre os possíveis custos e benefícios de uma CBDC
Terra à vista! A história nos conta que, antes dos navios à vapor, os portugueses se lançavam ao mar com barcos à vela e, entediados de viagens longas, quando viam terra ao longe, exclamavam a frase com empolgação.
E é assim que o Federal Reserve (Fed) enxerga as moedas digitais: como uma terra à vista. No entanto, diferente dos portugueses, o capitão do banco central dos Estados Unidos se mostra mais cauteloso do que animado em desbravar esse mundo.
O tão aguardado documento do Fed sobre o assunto foi divulgado ontem, porém, não faz recomendações e tampouco oferece um sinal claro da posição da autoridade monetária sobre a possibilidade de lançar uma moeda digital do banco central (CBDC, em inglês), uma forma digital de dinheiro no bolso.
O artigo anda na ponta dos pés em torno de um assunto que provocou debate dentro dos principais escalões do Fed, mesmo quando bancos centrais em todo o mundo estão explorando a adoção de moedas digitais.
No entanto, prepara o cenário para o banco central coletar feedback do público sobre os possíveis custos e benefícios de uma CBDC, o que poderia, em última análise, avançar na legislação a longo prazo.
No documento, o Fed afirma que a criação de uma versão digital oficial do dólar poderia dar aos norte-americanos mais - e mais rápidas - opções de pagamento, mas também apresentaria riscos de estabilidade financeira e geraria preocupações com a privacidade.
Leia Também
“Embora um CBDC possa fornecer uma opção de pagamento digital segura para famílias e empresas à medida que o sistema de pagamentos continua a evoluir e pode resultar em opções de pagamento mais rápidas entre países, também pode haver desvantagens”, diz o Fed.
Os desafios incluem manter a estabilidade financeira e garantir que o dólar digital “complemente os meios de pagamento existentes”, segundo o Fed.
O banco central também precisa lidar com questões políticas importantes, como garantir que sua CBDC não viole a privacidade dos cidadãos ao mesmo tempo que o governo mantém sua “capacidade de combater o financiamento ilícito”.
Por isso, o Fed indicou que não prosseguiria com a criação de uma moeda digital própria "sem apoio claro do poder executivo e do Congresso, idealmente na forma de uma lei autorizativa específica".
Alguns dos benefícios mais notados de uma CBDC são a velocidade de um sistema controlado pelo Fed no caso de uma necessidade como uma pandemia para obter pagamentos de estímulo às pessoas rapidamente.
A prestação de serviços financeiros aos não bancarizados também foi citada como um ativo, tendo em vista que não há necessidade de conta no banco para negociação de criptomoedas, apenas acesso à internet..
No entanto, o Fed já está desenvolvendo o que apresenta como um “serviço de pagamento e liquidação 24 horas por dia” chamado Fed Now, uma espécie de PIX, que deve entrar em operação em 2023.
“A introdução de uma CBDC representaria uma inovação altamente significativa no dinheiro norte-americano”, diz o relatório. “Assim, é essencial uma ampla consulta ao público em geral e às principais partes interessadas. Este artigo é o primeiro passo nessa conversa”.
O banco central coletará comentários sobre a questão por meio de um formulário on-line por 120 dias.
Ao contrário das criptomoedas, que normalmente são administradas por atores privados, uma CBDC seria emitida e apoiada pelo banco central. Ela difere das transações eletrônicas que acontecem por meio de grandes bancos comerciais, pois poderia dar aos consumidores um acesso direto ao banco central, semelhante ao dinheiro físico.
De acordo com o Atlantic Council, cerca de 90 países estão explorando ou lançando suas próprias CBDCs. Um euro, yuan ou dólar digital amplamente usado ainda pode demorar anos, mas os projetos podem perturbar drasticamente o sistema financeiro global.
Os defensores do dólar digital temem que o atraso do Fed na implementação de uma moeda do banco central o coloque atrás de concorrentes globais, especificamente a China, que já avançou com sua própria CBDC.
O documento divulgado ontem ecoou parcialmente as opiniões do presidente do Fed, Jerome Powell, que disse que tal projeto deve ter amplo apoio e, idealmente, ser mandatado pelo Congresso.
Enquanto isso, uma das diretoras do Fed, Lael Brainard, disse que não é sustentável que os Estados Unidos adiem a busca por um dólar digital no momento em que as economias concorrentes estão avançando.
Outros, incluindo o governador do Fed, Christopher Waller, são mais céticos e apontam que muitas transações em dólares já são digitais.
Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período
Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã
Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental
Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda
Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica
Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas
Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG
Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom
Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira
Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano
Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos