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Em uma ligação de quase duas horas, o chefe da Casa Branca tentou dissuadir o presidente chinês de ajudar Vladimir Putin a seguir avançando sobre o território ucraniano
Alô, Joe Biden? Certamente não foi assim que começou a ligação do presidente chinês, Xi Jinping, para o chefe da Casa Branca nesta sexta-feira (18). Mas isso pouco importa — o que todo mundo quer saber é o que os líderes das duas maiores economias do mundo conversaram sobre a guerra entre Rússia e Ucrânia.
Fato é que enquanto os Estados Unidos orquestram sanções com um grupo de aliados no Ocidente para tentar frear o avanço das tropas de Vladimir Putin sobre a Ucrânia, Pequim - tradicional aliada de Moscou - trabalha pela diplomacia para acabar com o conflito.
Nesse vai e vem de estratégias e ideologias, a conversa entre Biden e Xi teria potencial para conter as ambições russas sem prejuízos ainda maiores aos ucranianos? Por enquanto, não.
Também, já era de se imaginar que um conflito dessa magnitude - envolvendo gás natural, petróleo, forças da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e até uma possível Terceira Guerra Mundial - não se resolveria com apenas uma ligação, ainda que seja entre aqueles que dão as cartas no cenário internacional.
Nos 110 minutos de conversa, Biden tentou dissuadir Xi de ajudar a Rússia em sua guerra contra a Ucrânia.
De acordo com a Casa Branca, o presidente norte-americano descreveu ao líder chinês as implicações e consequências caso a China forneça apoio material à Rússia nos ataques classificados como brutais contra cidades e civis ucranianos.
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Biden também reforçou as visões dos Estados Unidos e seus aliados sobre o conflito e detalhou seus esforços para prevenir e responder à invasão, incluindo a imposição de custos a Moscou.
O objetivo do presidente norte-americano ao falar diretamente com Xi era, em parte, verificar exatamente onde o presidente chinês está na guerra, mas não ficou claro se ele obteve êxito nessa missão.
Ainda segundo a Casa Branca, Biden não fez nenhum pedido específico a Xi, optando por oferecer uma visão mais ampla da situação internacional.
"A China tem que tomar uma decisão por si mesma sobre onde quer estar e como quer que os livros de história os vejam e vejam suas ações", disse a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki. "Essa é uma decisão para o presidente Xi tomar."
Ao que tudo indica, o presidente chinês se manteve firme ao propósito de evitar uma escalada ainda maior na guerra entre Rússia e Ucrânia.
Segundo a imprensa estatal chinesa, Xi disse a Biden que tanto os Estados Unidos quanto a China têm a responsabilidade de garantir a paz - uma sugestão indireta de que ele não está interessado em um conflito que extrapole as fronteiras ucranianas.
Xi Jinping afirmou ainda que a guerra "não atende o interesse de ninguém" e que paz e segurança são as "riquezas que a comunidade internacional mais deve valorizar".
O presidente chinês ainda instou que Pequim e Washington, como membros permanentes do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), devem não só levar a relação bilateral entre os países para o "caminho certo" como realizar esforços em prol da paz mundial.
De acordo com a mídia estatal, Xi garantiu a Biden que a crise na Ucrânia é algo que o país "não quer ver" e mostra que as tensões entre países não podem escalar ao ponto de começar um conflito armado.
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