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Pequim vem adotando um posicionamento mais diplomático com relação ao conflito, mas quando o assunto esbarra em Taiwan, a postura é bem mais dura em defesa de uma China única
A participação da China na guerra entre Rússia e Ucrânia é uma das questões mais sensíveis ao conflito. Nesta segunda-feira (14), o assunto ganhou novos contornos depois da notícia de que o presidente russo teria pedido ajuda ao colega chinês para manter suas tropas em solo ucraniano.
Embora seja uma aliada natural de Moscou, a China vem adotando uma postura mais diplomática com relação a uma solução para o conflito. Então, o que teria dito Xi Jinping ao pedido de socorro de Vladimir Putin?
A resposta foi não. Mas, ao contrário do que parece, a negativa não foi uma porta na cara do presidente russo e tampouco veio de forma contundente.
Ao invés de falar “não” logo de cara, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhao Lijan, usou da diplomacia inerente ao cargo para tratar do assunto.
Ele reforçou a posição da China na promoção de conversas que levem ao fim do conflito e condenou posturas “que joguem na lenha na fogueira” da guerra.
"A posição da China na questão da Ucrânia é consistente e clara. Temos desempenhado um papel construtivo em promover conversas de paz", afirmou Zhao.
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O porta-voz disse ainda que a prioridade no momento é que todas as partes exerçam moderação, "esfriem a situação em vez de jogar lenha na fogueira e trabalhem por um acordo diplomático em vez de agravar ainda mais a situação".
Os Estados Unidos não escaparam da mira chinesa. Zhao sugeriu que a notícia do pedido de ajuda da Rússia à China teria sido espalhado pelos Estados Unidos.
"Já deixei claro que os Estados Unidos estão espalhando desinformação. A China elaborou sua posição sobre as relações China-Rússia em várias ocasiões", afirmou.
O porta-voz classificou ainda os Estados Unidos como o "verdadeiro império hacker" do mundo.
Na guerra entre Rússia e Ucrânia, tal movimentação poderia levar ao "efeito negativo de enganar a comunidade internacional e espalhar desinformação".
As críticas do governo chinês aos Estados Unidos não pararam por aí. Zhao também acusou Washington de violar o princípio de “uma China única” - isto é, que Taiwan é parte integrante da China continental - ao vender armas para a ilha.
Segundo mensagem publicada na conta do Twitter da chancelaria chinesa, “os Estados Unidos, com essa atitude, interferem em questões internas da China e prejudicam os lados bilaterais, bem como a paz e a estabilidade no Estreito de Taiwan”.
O porta-voz não poupou nem o Japão, conhecido aliado dos Estados Unidos. Em mensagem no Twitter, ele veiculou o link de uma notícia da imprensa japonesa sobre o fato de o premiê Fumio Kishida almejar que os Estados Unidos façam valer a parceria para reforçar as defesas militares japonesas.
Segundo Zhao, Pequim recomenda que o Japão seja "prudente com suas palavras e ações".
Na nota da Jiji Press, Kishida disse no Parlamento em Tóquio que seu país continuará a tratar do tema com os Estados Unidos "a fim de manter sua força e credibilidade".
Para o premiê japonês, com a invasão da Rússia na Ucrânia fica ainda mais importante reforçar a capacidade de defesa de seu país.
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