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Esse é o segundo ETF do tipo na B3: o primeiro deles foi lançado pela QR Capital na semana passada e já movimentou cerca de R$ 9 milhões na bolsa

A entrada das criptomoedas no dia a dia das pessoas deu mais um passo nesta quinta-feira (17), com o início das negociações do segundo fundo de índice (ETF, em inglês) focado em finanças descentralizadas, as chamadas DeFis.
Esse será o quarto lançamento da Hashdex, que já tem outros três ETFs em criptomoedas negociados na B3. Dessa forma, o DEFI11 se alia ao HASH11, ETHE11 e BITH11 no mercado de fundos de índice em ativos digitais.
Entretanto, a captação do fundo na oferta primária ficou muito aquém das projeções. Dos R$ 500 milhões esperados, o DEFI11 conseguiu pouco mais de 10% do total, cerca de R$ 55,5 milhões.
A oferta do ETF da Hashdex teve início no mesmo dia em que QR Capital anunciou o início das negociações do primeiro fundo de DeFi na B3, o QDFI11. A "ultrapassagem" da gestora concorrente pode ter custado alguns milhões na captação do DEFI11, tendo em vista que, em apenas uma semana, o QDFI11 negociou cerca de R$ 9 milhões.
O DEFI11 terá taxa de administração total de 1,3% ao ano e será composto por uma cesta de criptomoedas com exposição às finanças descentralizadas.
Esse novo fundo de índice foi desenvolvido em parceria com o CF Benchmarks, um provedor de índices, e replica o desempenho do CF DeFi Modified Composite Index, indicador composto por 12 ativos, divididos em três categorias. São elas:
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Protocolos DeFi que oferecem soluções práticas para serviços financeiros:
Protocolos de Suporte, que auxiliam protocolos DeFi com serviços de armazenamento e consulta de dados, verificação de identidade e soluções de escalabilidade:
Plataformas de Registro, blockchain nas quais as transações são validadas e registradas:
Os protocolos de DeFi chegaram a atingir mais de US$ 100 bilhões em valor total armazenado (TVL, em inglês), mas perderam parte desse montante durante a queda do mercado de criptomoedas nos últimos meses.
Alguns analistas acreditam que esses protocolos possam substituir o sistema financeiro atual, com taxas menores e sistemas totalmente autônomos, sem a necessidade de uma empresa ou entidade por trás do projeto.
Contudo, existem dois pontos que os especialistas destacam para o crescimento limitado das finanças descentralizadas.
Em primeiro lugar, como o próprio nome já diz, as DeFis são uma nova forma de acesso a produtos do sistema financeiro, como empréstimos, troca de moedas etc. Toda essa novidade tende a elevar a cautela dos investidores — um dos principais protocolos do gênero, o Uniswap, tem menos de três anos de existência.
Em segundo lugar, o acesso a esses protocolos de DeFi é pouco intuitivo e de difícil uso para quem não está acostumado com aquele ecossistema.
Ou seja, comprar um ETF pode ser uma boa oportunidade de exposição às DeFis sem a necessidade de entrar de cabeça em um desses protocolos.
Mas vale lembrar que o mercado de criptomoedas é altamente volátil, mesmo que elas estejam no formato de um ETF. Os especialistas recomendam cautela antes de investir em qualquer produto de ativos digitais.
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