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Para isso, o DOGE precisaria superar a gigante de cartões de crédito e processamento de pagamentos Visa, segundo Vlad Tenev, chefe da Robinhood
O bitcoin (BTC) pode ser a moeda do futuro para muitos graças ao seu status de maior criptomoeda do mundo. Mas não para Vlad Tenev, o CEO da Robinhood. Ele acredita que esse lugar será ocupado pelo dogecoin (DOGE).
No entanto, essa missão não será fácil. O DOGE terá que competir com a gigante de cartões de crédito e processamento de pagamentos Visa.
“O DOGE pode realmente ser a futura moeda da Internet e das pessoas? À medida que adicionamos a capacidade de enviar/receber DOGE na Robinhood, estive pensando no que isso exigiria”, disse ele em uma mensagem no Twitter.
Para conseguir superar não só o bitcoin (BTC) como também a Visa, segundo Tenev, o tempo do dogecoin (DOGE) necessário para adicionar novos blocos ao blockchain para verificação de transações deve ser mais rápido do que é atualmente.
Em sua taxa atual, a criptomoeda baseada em memes pode concluir cerca de 40 transações por segundo, estimou o CEO da Robinhood.
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A Visa, por outro lado, pode concluir cerca de 65.000 transações por segundo.
“A Doge precisaria ser capaz de superar significativamente a Visa, o que implica aumentar a taxa de transferência em pelo menos 10.000 vezes”, escreveu ele, acrescentando que isso é algo fácil de se resolver.
Tenev observou ainda que o dogecoin (DOGE) é inflacionário com uma oferta infinita, em comparação com a oferta finita do bitcoin (BTC).
Segundo ele, além de levar vantagem sobre o bitcoin, dado o número de tokens criados por ano, a taxa de inflação do doge chega a er menor que a do dólar.
Para que a moeda se desenvolvesse ainda mais, Tenev encorajou os programadores a se concentrarem na taxa de transação.
“Desenvolvedores principais do dogecoin, eu me concentraria em uma coisa: criar um bom processo para aumentar o limite de tamanho do bloco ao longo do tempo. Quero saber o que todos vocês pensam!”, afirmou ele.
A equipe do Seu Dinheiro fala sobre a inflação salgada no Brasil e no mundo — e a aparente surpresa dos bancos centrais quanto ao comportamento dos preços. Os repórteres também falam sobre a joint-venture entre Totvs e Itaú, o renascimento do rublo e o noticiário negativo envolvendo iFood e QuintoAndar. Confira:
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