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No painel sobre regulação do mercado, uma pergunta da plateia fez com que três dos quatro convidados ficasse em silêncio
O evento da Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto) reuniu nesta terça-feira em São Paulo os principais representantes de empresas do setor de criptomoedas brasileiros. Nomes como Mercado Bitcoin, NovaDax, Foxbit entre outros dividiram o palco no primeiro dia de palestras. No entanto, uma ausência chamou a atenção dos que assistiam às falas dos convidados. A Binance, a maior corretora de criptomoedas do mundo, não enviou representante nos painéis.
A Binance protagonizou um polêmico episódio com o banco Capitual. Após o fim da parceria, os clientes brasileiros tiveram os saques e depósitos temporariamente suspensos, o que gerou preocupações quanto aos fundos dos clientes.
O único dos quatro palestrantes do painel de regulação que respondeu à pergunta feita pela plateia foi Julien Dutra, diretor do Grupo 2TM.
"Se a gente remar para um lado totalmente libertário é um tiro no pé. Mesmo que ela oferte todos os produtos e serviços, há uma provocação do regulador para ser mais restritivo", diz ele. "A gente está falando de um mercado que gera risco monetário. Quando você estica a corda demais, o regulador vem com a espada, não com a caneta."
A expectativa geral dos convidados é de que o projeto de lei (PL) nº 4.401, que regula o mercado brasileiro de criptomoedas, seja aprovado ainda este ano.
"Não temos grandes entraves políticos para o PL de cripto, tanto no Congresso quanto na presidência", comenta Julieti Brambila, legal Crypto Lead do Itaú Digital Assets.
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O projeto ainda precisa ser votado novamente pela Câmara, depois de ter passado com alterações pelo Senado. "No jargão dos corredores de Brasília", diz ela, "o que falta é botar pra votar. Como dizem, 'bora votar seu presidente'".
Nós procuramos a assessoria da Binance para comentar o questionamento sobre a ausência. Em nota à reportagem, foi informado apenas que a corretora não faz parte da ABCripto, o que justificaria a ausência no evento. Solicitamos maiores informações sobre a não adesão da corretora e a matéria será atualizada assim que recebermos uma resposta.
Eu conversei com a presidente da ABCripto e CCO da NovaDax, Renata Mancini, sobre a ausência da Binance. "Nós sempre estivemos com representantes deles nos debates em Brasília, sempre foi uma relação aberta. Não temos nada contra nem a favor de qualquer exchange", comenta.
A ABCripto tem um termo de adesão à associação, que inclui regras de compliance, prevenção à lavagem de dinheiro, entre outros pontos que os associados consideram importantes para o setor e que estão disponíveis no próprio site do grupo.
Para Renata Mancini, o Brasil será protagonista do setor assim que o PL for aprovado e sancionado pela presidência da República. "Não é querer, nós precisamos de supervisão", comenta.
Além da aprovação do PL, um outro entrave para a aprovação de uma lei de criptomoedas é a designação de um órgão regulador específico para este mercado. O projeto de lei deixa a cargo do presidente da República e todos acreditam que o Banco Central será o ente responsável por colocar ordem no segmento.
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