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No campo dos indicadores, os participantes do mercado estão de olho nos números do PIB no terceiro trimestre e a balança comercial brasileira em novembro
Definir o que é normal está longe de ser tarefa simples. O que parece normal para mim pode não soar como normal para você. E vice-versa, por que não?
Além disso, aconteceu tanta coisa nos últimos tempos que muita gente relata ter perdido a referência de normalidade, principalmente depois da eclosão da pandemia.
De qualquer modo, não há consenso nem sobre o novo normal.
Hoje, no entanto, mesmo com a Copa do Mundo distraindo a galera, os mercados financeiros parecem diante de um dia normal.
Por normal, para a bolsa, refiro-me ao mercado reagindo a indicadores econômicos relevantes, ao noticiário das empresas e às expectativas diante da transição de governo.
No campo dos indicadores, os participantes do mercado estão de olho nos números do PIB no terceiro trimestre e nos dados da balança comercial brasileira em novembro.
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Entre as empresas listadas em bolsa, a Petrobras deve dominar as atenções. Depois de divulgar seu plano estratégico quinquenal, sobre o qual você encontrará mais detalhes nas notinhas a seguir, a companhia realiza hoje o chamado Petrobras Day, durante o qual o documento será detalhado.
No exterior, depois de o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell, ter acalmado os mercados na véspera, hoje será conhecido o resultado do PCE de outubro.
O PCE é o índice de gastos com consumo pessoal dos Estados Unidos. A relevância do PCE reside no fato de o indicador ser considerado o preferido dos diretores do Fed para monitorar os rumos da inflação nos EUA.
E enquanto o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva parece não ter pressa para divulgar a composição de seu ministério, as especulações correm à solta em Brasília - e também nas mesas de operação.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
BALANÇO DO MÊS
Apenas 4 investimentos encerraram o mês de novembro no positivo — e a poupança é um deles. A PEC da Transição provocou uma maré vermelha entre os ativos brasileiros, enquanto o bitcoin sofreu com a quebra da gigante FTX. Veja o ranking completo.
ABERTO A MUDANÇAS
Petrobras (PETR4) garante dividendos e eleva projeção de investimentos. A equipe de transição de Lula já deixou claro que pretende aumentar investimentos da estatal, o que pode afetar a remuneração aos acionistas. Veja o plano estratégico da petroleira.
DESINVESTIU
Petrobras (PETR4) conclui a venda da Reman, a Refinaria de Manaus, para a Atem. Segundo a petroleira, o contrato ainda prevê um ajuste final do preço de aquisição, que será apurado nos próximos meses. Confira quanto entrou nos cofres da estatal.
CARTÃO VERMELHO!
CVM suspende oferta de investimentos em criptoativos da BlueBenx. Em caso de descumprimento da determinação da autarquia, a multa diária para a empresa e os sócios é de R$ 100 mil. Entenda o motivo da decisão da xerife do mercado brasileiro.
SEU DINHEIRO NA COPA
A maldição do 7 x 1: Alemanha tenta evitar segunda eliminação seguida na primeira fase de uma Copa do Mundo. Desde o placar avassalador dos europeus sobre o Brasil e a conquista do tetra em 2014, o desempenho da Alemanha na Copa tem deixado a desejar.
ESTRADA DO FUTURO
Se o agro é tech, por que não encontramos empresas de tecnologia no segmento para investir? Embora muito se fale na união entre o agro e o tech, não há companhias na bolsa que consigam juntar esses mundos. O colunista Richard Camargo explica o motivo.
Uma boa e normal quinta-feira para você!
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