🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

O peru de natal e o complexo de vira-latas: confira os alertas e oportunidades para voltar a investir na bolsa brasileira

Com o estouro da bolha tech nos EUA, as ações brasileiras, agora no campo positivo, voltam a ganhar a atenção dos investidores. Veja as portas que se abrem com este cenário

24 de janeiro de 2022
11:08
tela de celular mostra logotipo da B3
Imagem: Shutterstock

Um alienígena foi visto em terras brasileiras no começo deste ano. A julgar pelos relatos de moradores do interior do Tocantins, sua aparência lembrava muito aquela do ET de Varginha — seja lá o que isso quer dizer; afinal, qual seria a aparência do ET de Varginha? 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Soube-se que era um sujeito muito interessado em finanças. Vir até aqui e voltar pra casa pobre realmente não parecia uma boa ideia. As mocinhas alienígenas também sabem que se o dinheiro não entra pela porta o amor voa pela janela — até por lá, marido é tudo igual, só muda de endereço.

Então, o camarada decidiu investir sua grana — não se sabe muito bem ainda como conseguiu a moeda fiduciária terráquea, mas ele deu um jeito. 

Olhou para o comportamento dos mercados ao longo dos últimos anos e percebeu o óbvio: “Ora, existe um padrão muito claro: só sobe Bolsa americana, com destaque às ações de tecnologia, e criptomoedas; mercado emergente só cai, Brasil então nem pensar. Esses reais pouco me servem, vou trocá-los por dólar”. E lá foi ele comprar Tesla e bitcoin. 

Alocação de capital global

Melhor explicar logo antes do processo por fake news: alienígenas investidores não existem — ao menos, eu os desconheço. O personagem da nossa história representa uma metonímia da alocação de capital global nos últimos anos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entramos numa dinâmica reflexiva, que se reforçava num ciclo aparentemente interminável. US tech e criptos iam bem, mercados emergentes iam mal. 

Leia Também

O investidor observava aquilo e mandava mais dinheiro para esses segmentos, reduzindo adicionalmente a exposição a emergentes, entre eles, claro, o Brasil.

De maneira deliberada ou não, era uma aplicação das estratégias de momentum trade ou trend following — uma tendência está em curso até que se prove o contrário. 

A rigor, a análise técnica acaba perdurando porque, em muitos casos, serve de representação para os comportamentos humanos e seus vieses cognitivos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Cisne negro e o peru de Natal

Há uma heurística clássica entre nós extrapolando as condições e os padrões atuais para o futuro. Se determinada coisa é de um jeito hoje, assumimos que ela será assim também amanhã. 

Vendo mil dias sucessivos de sol a pino, projetamos mais uma manhã ensolarada amanhã. 

Embora possa funcionar muitas vezes, incorremos aqui numa importante falácia lógica. É o clássico problema da indução de David Hume, que encontraria sua resposta formal na metodologia da ciência por meio do falseacionismo popperiano. 

No final do dia, é a essência da filosofia de Nassim Taleb. Observamos anos e anos de cisnes brancos na Europa. Achamos portanto que só havia cisnes brancos no mundo. Até que a descoberta da Austrália mudou por completo a ornitologia dos cisnes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Taleb ficou famoso com “A Lógica do Cisne Negro”, mas o problema não é novo. Bertrand Russell o apresentou de forma sublime na parábola do peru de Natal. 

Você alimenta o bicho por 360 dias no ano e, no momento em que ele tem mais confiança em você, achando que terá mais um dia de uma alimentação balanceada e sem volatilidade, chega o 24 de dezembro e o peru é servido como jantar.

Duas razões

Embora a proposta metodológica popperiana sirva a toda ciência, em especial às sociais, em Economia ela é ainda mais fundamental. Por pelo menos duas razões: 

1. A economia e os mercados obedecem a ciclos

Ou seja, se você está comprando só porque está subindo, incorre num risco enorme de comprar algo no pico, na iminência de uma inversão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ray Dalio, por exemplo, insiste nos Paradigm Shifts, em mudanças importantes de paradigma a cada dez anos.

O que funcionou numa década tende a não funcionar na outra. Na maior parte das vezes, o banco central é o responsável por mudanças nos ciclos.

Uma longa expansão, em várias situações apoiadas em muito crédito e dinheiro barato, pode ser interrompida, muitas vezes com estouros de bolhas locais ou gerais, por conta de mudanças de postura da autoridade monetária.

Qualquer semelhança com a atual situação não é mera coincidência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

2. Lei elementar de finanças

Se você compra depois que já subiu, está na verdade ferindo a lei elementar de finanças, que prescreve comprar barato (depois que caiu, portanto) e vender caro.

Contorcionismo dos analistas

Tenho visto analistas econômicos e financeiros fazerem certo contorcionismo retórico para explicar o descolamento da Bolsa brasileira em relação a Wall Street, apontando que nossas ações estão caindo apesar da desvalorização da Nasdaq. 

Outros são ainda mais criativos, ressaltando que as commodities viraram uma espécie de porto seguro neste momento e, sendo Brasil uma proxy das matérias-primas, acabamos recebendo fluxo de recursos — ignoram a simples observação empírica: as ações de commodities têm caído nos últimos pregões; na sexta, aliás, foram os principais destaques de queda.

Causa, não concessão

As ações brasileiras estão subindo por conta (e não “apesar de”) do estouro da bolha de tecnologia. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Havia um excesso de capital alocado em “US tech” e cripto e uma sublocação em mercados emergentes, em particular no Brasil, alijado do fluxo de recursos internacionais nos últimos anos. 

Quando a coisa fica feia por lá, a turma resolve voltar a olhar para o que ficou para trás. O que foi trade óbvio até o final do ano passado agora perde dinheiro. 

Precisamos ir para a próxima. Para onde vamos? Para o que ficou muito barato. E isso explica nossa outperformance recente, que, inclusive, pode durar muito mais do que supõem nossas mentes lineares.

Algumas considerações e prescrições de cunho pragmático para o momento:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

1. O mercado ainda subestima o aperto monetário à frente

O Fed está “behind the curve”, apesar de seu discurso recente mais duro. 

Se o juro por lá for para algo próximo a 3% (sim, é possível, para não dizer provável), essa farra tech já era.

Não estou falando de quedas de 10% ou 20%, mas de um comportamento semelhante àquele da bolha pontocom. Os paralelos são marcantes. Não perca de vista: a Amazon caiu 80% naquela época.

2. Há de se distinguir as big techs das “non-profitable tech

As primeiras têm valuations razoavelmente convidativos, têm balanço muito forte, enorme geração de caixa e negociam a múltiplos de earnings (lucros, de fato, tangíveis e devidamente mensuráveis; não são promessas). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O segundo grupo só fazia sentido numa época de juros excepcionalmente baixos, quando basicamente não havia desconto intertemporal, o dinheiro era amplo e fácil de se levantar e, assim, acreditava-se em qualquer promessa de que aquela fintech iria dominar o mundo em cinco anos. 

Por um lapso da história, embriagados pela liquidez abundante e por CEOs descolados, estivemos seduzidos por expressões como "addressable market”, “software as a service”, “crescimento exponencial”, etc. 

Chegamos a achar normal ouvir coisas como “teremos Ebitda negativo pelos próximos três anos” — e quem é que sabe como vai ser o mundo daqui três anos? 

Como meu grande amigo Adilson, voltamos ao lugar de onde talvez nunca deveríamos ter saído: valem os múltiplos sobre lucro e patrimônio; deixemos de lado EV/GMV ou EV/Sales. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

3. Não percamos de vista: o mundo cripto é um segmento do universo tech e não paga muito yield

Se é provável haver mesmo essa grande correção do que não dá lucros em tech, seria razoável imaginar que as criptos também podem atravessar uma volatilidade muito maior. Essa história de volatilidade unidirecional (só sobe) provavelmente acabou. 

Teremos mais alfa do que beta — algumas moedas indo muito bem, outras muito mal; há boas chances de que a verdadeira porrada aqui esteja além do bitcoin e do ethereum. 

O investidor precisa estar preparado para sustos com criptos e saber escolher dentro do setor. 

Gosto de criptos como uma grande revolução tecnológica, com um caminho inexorável e irrefreável, mas, em termos de valuation, isso sempre foi uma grande dificuldade e as taxas de juro subindo impõem um grande desafio. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa correção pode ser diferente das anteriores, que foram rapidamente seguidas por fortes altas, simplesmente porque o cenário é diferente. 

O bitcoin nunca viu juros subindo. Criptos devem, sim, fazer parte de portfólios diversificados, mas devidamente dimensionados (posições pequenas) e com os cintos afivelados. 

É bom ter moedas digitais, mas elas não são a nova mina de ouro. Bem-vindo ao mundo real.

4. Não é um jogo só de perdedores

Se houver uma grande mudança do fluxo de capitais global, alguém vai abocanhar o que anteriormente estava como excesso de exposição em US tech e cripto. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por mera aplicação aritmética, meus candidatos favoritos (Goldman Sachs acaba de dar esse call, seguindo a visão mais construtiva do Morgan Stanley na semana passada) são os mercados emergentes, sobretudo aqueles de performance muito ruim nos últimos anos. 

Se é pra vender o que foi bem e para comprar o que foi mal, o Brasil pode ser um grande vencedor.

5. Em resumo, “it's value time

Vendemos o que é growth, tecnologia e promessas de resultado futuro, para comprar o que é bom e barato. 

Bancos e commodities devem continuar indo bem, com a extensão do rotation trade

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma novidade interessante é a possibilidade dos cíclicos domésticos multiplicarem de valor (aqueles com lucro, claro). 

Varejo de moda, shoppings, indústrias e incorporadoras podem ser a grande surpresa do ano. 

O estouro da bolha tech nos EUA pode trazer um novo significado ao complexo de vira-latas. Seria uma notícia alvissareira para comemorar os 200 anos de nossa independência. O Brasil tem seu valor. E até alienígenas sabem disso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Veja como escolher ações para surfar na onda do Ibovespa, e o que mais afeta os mercados hoje

30 de janeiro de 2026 - 8:54

Expansão de famosa rede de pizzarias e anúncio de Trump também são destaque entre os investidores brasileiros

SEXTOU COM O RUY

Próxima parada: Brasil. Por que o fluxo de dinheiro gringo pode fazer o Ibovespa subir ainda mais este ano

30 de janeiro de 2026 - 7:11

O estrangeiro está cada vez mais sedento pelos ativos brasileiros, e o fluxo que tanto atrapalhou o Ibovespa no passado pode finalmente se tornar uma fonte propulsora

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A mudança de FIIs para fiagros que pode impulsionar dividendos, a reação aos juros e o que mais você precisa saber hoje

29 de janeiro de 2026 - 8:38

Veja por que o BTG Pactual está transformando FIIs em fiagros, e qual a vantagem para o seu bolso; a bolsa brasileira também irá reagir após o recorde de ontem na Super Quarta e a dados dos EUA

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Prepare-se para um corte da Selic ainda hoje

28 de janeiro de 2026 - 15:03

Por isso, deveríamos estar preparados para um corte da Selic nesta SuperQuarta — o que, obviamente, é muito diferente de contar com isso

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

BC não tem pressa, bolsa dispara e dólar afunda: veja o que move os mercados hoje

28 de janeiro de 2026 - 8:32

Tony Volpon, ex-diretor do Banco Central, explica por que a Selic não deve começar a cair hoje; confira a entrevista ao Seu Dinheiro

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A mensagem que pode frear o foguete do Ibovespa, mais tarifas de Trump e o que mais os investidores precisam saber hoje

27 de janeiro de 2026 - 8:23

A primeira Super Quarta do ano promete testar o fôlego da bolsa brasileira, que vem quebrando recordes de alta. Alianças comerciais e tarifas dos EUA também mexem com os mercados hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Super Quarta sob os holofotes: juros parados, expectativas em movimento

27 de janeiro de 2026 - 7:08

A expectativa é de que o Copom mantenha a Selic inalterada, mas seja mais flexível na comunicação. Nos EUA, a coletiva de Jerome Powell deve dar o tom dos próximos passos do Fed.

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os investimentos na tabela periódica, tensões geopolíticas e tarifas contra o Canadá: veja o que move os mercados hoje

26 de janeiro de 2026 - 8:28

Metais preciosos e industriais ganham força com IA, carros elétricos e tensões geopolíticas — mas exigem cautela dos investidores

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

O corre de R$ 1 bilhão: entre a rua e a academia premium, como a imensa popularidade das corridas impacta você

24 de janeiro de 2026 - 9:02

Sua primeira maratona e a academia com mensalidades a R$ 3.500 foram os destaques do Seu Dinheiro Lifestyle essa semana

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O melhor destino para investir, os recordes da bolsa e o que mais você precisa saber hoje

23 de janeiro de 2026 - 8:24

Especialistas detalham quais os melhores mercados para diversificar os aportes por todo o mundo

PARECE QUE O JOGO VIROU

Onde não investir em 2026 — e um plano B se tudo der errado

23 de janeiro de 2026 - 6:45

Foque sua carteira de ações em ativos de qualidade, sabendo que eles não vão subir como as grandes tranqueiras da Bolsa se tivermos o melhor cenário, mas não vão te deixar pobre se as coisas não saírem como o planejado

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A batalha da renda fixa, o recorde da bolsa, e o que mais move os mercados hoje

22 de janeiro de 2026 - 8:30

A disputa entre títulos prefixados e os atrelados à inflação será mais ferrenha neste ano, com o ciclo de cortes de juros; acompanhe também os principais movimentos das bolsas no Brasil e no mundo

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Menos cabeças, mais PIB para a China?

21 de janeiro de 2026 - 20:13

No ritmo atual de nascimentos por ano, a população chinesa pode cair para 600 milhões em 2100 — menos da metade do número atual

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Veja onde investir em 2026, o que esperar das reuniões em Davos e o que mais afeta as bolsas hoje

21 de janeiro de 2026 - 8:28

Evento do Seu Dinheiro tem evento com o caminho das pedras sobre como investir neste ano; confira ao vivo a partir das 10h

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A batalha pelas compras do Brasil, a disputa pela Groenlândia e o que mais move os mercados hoje

20 de janeiro de 2026 - 8:34

Mercado Livre e Shopee já brigam há tempos por território no comércio eletrônico brasileiro, mas o cenário reserva uma surpresa; veja o que você precisa saber hoje para investir melhor

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

A diplomacia gelada: um ano de Trump 2.0, tensão na Groenlândia e o frio de Davos

20 de janeiro de 2026 - 7:58

A presença de Trump em Davos tende a influenciar fortemente o tom das discussões ao levar sua agenda centrada em comércio e tarifas

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Queda da Selic não salva empresas queimadoras de caixa, dados econômicos e o que mais movimenta seu bolso hoje

19 de janeiro de 2026 - 8:34

Companhias alavancadas terão apenas um alívio momentâneo com a queda dos juros; veja o que mais afeta o custo de dívida

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A ação certa para a reforma da casa, os encontros de Lula e Galípolo e o que mais você precisa saber hoje

16 de janeiro de 2026 - 8:17

O colunista Ruy Hungria demonstra, com uma conta simples, que a ação da Eucatex (EUCA4) está com bastante desconto na bolsa; veja o que mais movimenta os mercados hoje

SEXTOU COM O RUY

Eucatex (EUCA4): venda de terras apenas comprova como as ações estão baratas

16 de janeiro de 2026 - 6:04

A Eucatex é uma empresa que tem entregado resultados sólidos e negocia por preços claramente descontados, mas a baixa liquidez impede que ela entre no filtro dos grandes investidores

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O fantasma no mercado de dívida, as falas de Trump e o que mais afeta seu bolso hoje

15 de janeiro de 2026 - 8:30

Entenda a história recente do mercado de dívida corporativa e o que fez empresas sofrerem com sua alta alavancagem; acompanhe também tudo o que acontece nos mercados

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar