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Amanhã serão divulgados os dados de inflação aqui e nos Estados Unidos e há uma boa chance de os próximos números virem melhores; confira o que isso significa para as suas aplicações
Bom dia,
Da fila do supermercado às discussões no Twitter, a inflação está na pauta do dia. Enquanto os preços nas gôndolas sobem, em outro mercado — o financeiro — as cotações dos ativos não param de cair. Até quando vai esse movimento?
Para responder a essa questão, precisamos voltar uns dois anos no tempo. A ignição para o atual processo de inflação veio com o combustível dos trilhões de dólares em estímulos fiscais e monetários dos governos para tirar a economia global do atoleiro da covid-19.
Com dinheiro na mão, a população e os investidores no mercado foram às compras. O problema é que a demanda superou — e muito — a oferta, que estava paralisada em consequência das medidas de isolamento social para conter o avanço da pandemia.
Os bancos centrais deveriam agir para conter a inflação ao primeiro sopro do dragão. Mas na ocasião os dirigentes argumentaram que a alta dos preços era um fenômeno temporário.
Agora, eles precisam correr para conter o estrago, com medidas que provocam mais estragos no curto prazo. Por isso mesmo, as atenções dos investidores estarão voltadas amanhã para a divulgação dos dados de inflação aqui e nos Estados Unidos.
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Para o nosso colunista Matheus Spiess, há uma boa chance de os próximos números virem melhores. Não se engane, a inflação vai continuar salgada, mas pode estar enfim estar se aproximando do pico. Saiba o que isso significa para os seus investimentos na análise que ele preparou para o Seu Dinheiro.
ESQUENTA DOS MERCADOS
Bolsas internacionais tentam uma recuperação, com representantes do Fed no radar; Ibovespa acompanha ata do Copom e vendas no varejo. Os investidores locais ainda aguardam a divulgação do IPCA de abril para recalibrarem suas apostas para os juros no final do ciclo de aperto monetário.
BALANÇO
Via (VIIA3) é castigada por cenário econômico ruim e vê lucro recuar no 1T22. Varejista confirma algo que os analistas já desconfiavam: o primeiro trimestre não será motivo de comemoração na bolsa. Confira os números da dona das Casas Bahia.
BALANÇO 2
Méliuz (CASH3) sai do lucro para prejuízo de R$ 6,5 milhões no primeiro trimestre. Em abril, a plataforma de cashback fez uma prévia dos seus resultados e reportou um volume de vendas (GMV) de R$ 1,6 bilhão no período, com alta anual de 65%.
APROVEITANDO O DESCONTO
Banco Pan (BPAN4) vai recomprar até 40 milhões de ações. O novo programa terá duração de até 18 meses e poderá englobar até 3,06% do capital social. Entenda se a operação é vantajosa para os acionistas.
ANOTE NA AGENDA
Itaúsa (ITSA4) divulga calendário de pagamento de proventos. As ações da holding estão na lista de recomendações de alguns bancos, corretoras e casas de análise para o mês de maio como pagadoras de dividendos. Confira as datas.
MUNDO CRIPTO
BTG Pactual (BPAC11) pretende lançar plataforma de criptomoedas dentro de dois meses. Anúncio de que o banco ofereceria negociação de ativos digitais já havia sido feito em setembro do ano passado.
VALEU, JEROME
Impacto do Fed: Big techs perdem mais de US$ 1 trilhão em valor de mercado em apenas 3 sessões. Entre as principais gigantes de tecnologia, só a Apple recuou mais de US$ 200 bilhões desde quarta-feira, quando o banco central dos Estados Unidos elevou a taxa de juro.
IR 2022
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