O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A deflação acontece quando uma economia registra queda generalizada de preços. Para quem consome, parece bom. Mas quando a deflação se torna persistente, alguma coisa na atividade econômica vai mal
Há quem diga que a primeira impressão é a que fica. E se alguém lhe disser que os preços dos itens inseridos em seus hábitos de consumo estão caindo e vão continuar em queda, qual vai ser a sua primeira impressão? Você provavelmente vai achar legal.
Não há como negar que o processo inflacionário sentido no Brasil em meio à pandemia - e depois em outras partes do mundo - tem sido brutal. De qualquer modo, ao contrário do que sugere a primeira impressão, não há muito o que comemorar quando entramos em um processo deflacionário.
A deflação acontece quando uma economia registra queda generalizada de preços. Para quem consome, parece bom. Inicialmente. Mas quando a deflação se torna persistente, alguma coisa na atividade econômica vai mal, muito mal. Pode ser excesso de oferta. Ou falta de demanda.
Em julho, houve deflação de 0,68% em relação a junho na economia brasileira. Hoje, a medição preliminar do índice oficial de preços pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) deve sinalizar a continuidade, em base mensal, do processo de deflação.
Até aqui, esse processo foi observado quase exclusivamente nos preços dos combustíveis. Quase todos os outros grupos continuam em alta. Hoje, o IPCA-15 deve sinalizar se o impacto segue restrito aos combustíveis ou já começa a se espraiar para outros itens.
Leia Também
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
REPORTAGEM ESPECIAL
Fundos imobiliários (FIIs) se endividam para comprar novos ativos. Alavancagem foi usada pelos fundos para comprar imóveis a preços e condições favoráveis, mas injeção de recursos no caixa teve custo mais salgado no último ano. Isso é oportunidade ou risco para o cotista?
ELEIÇÕES 2022
Ciro na Globo promete taxar fortuna acima de R$ 20 milhões e limitar juros de empréstimos. Confira as principais declarações do pedetista feitas durante sabatina realizada ontem no Jornal Nacional.
NOVO CEO
Cielo (CIEL3) convida ex-presidente da Mastercard Brasil para assumir o comando da empresa. Estanislau Bassols aceitou a proposta da companhia e ocupará a vaga, que antes pertencia a Gustavo Sousa, a partir do próximo mês. Conheça o executivo.
FIM DO CÂMBIO ILEGAL?
Cuba reabre mercado de venda de dólares e outras moedas estrangeiras após dois anos. Há limitações e condições a serem cumpridas por quem quiser comprar as divisas estrangeiras — e algumas delas ainda não estão claras para os cidadãos.
CHEGOU A SUA VEZ?
Receita Federal abre consulta ao quarto lote de restituição do imposto de renda. Penúltimo lote de restituição abarca contribuintes que entregaram a declaração até 30 de maio e o pagamento será feito dia 31 de agosto. Confira se você será contemplado.
Uma ótima quarta-feira para você!
Entenda como o prolongamento da guerra pode alterar de forma permanente os mercados, e o que mais deve afetar a bolsa de valores hoje
Curiosamente, EUA e Israel enfrentam ciclos eleitorais neste ano, mas o impacto político do conflito se manifesta de forma bastante distinta
O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente
Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado
Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora
Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities
O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples
O Grupo Pão de Açúcar pode ter até R$ 17 bilhões em contas a pagar com processos judiciais e até imposto de renda, e valor não faz parte da recuperação extrajudicial da varejista
Veja qual foi a empresa que venceu o Leilão de Reserva de Capacidade e por que vale a pena colocar a ação na carteira
Mesmo após salto expressivo dos papéis, a tese continua promissora no longo prazo — e motivos para isso não faltam
Entenda por que é essencial separar as contas da pessoa física e da jurídica para evitar problemas com a Receita
Em geral, os melhores hedges são montados com baixa vol, e só mostram sua real vitalidade depois que o despertador toca em volume máximo
Saiba o que afeta a decisão sobre a Selic, segundo um gestor, e por que ele acredita que não faz sentido manter a taxa em 15% ao ano
O conflito no Oriente Médio adiciona mais uma incerteza na condução da política monetária; entenda o que mais afeta os juros e o seu bolso
O foco dos investidores continua concentrado nas pressões inflacionárias e no cenário internacional, em especial no comportamento do petróleo, que segue como um dos principais vetores de risco para a inflação e, por consequência, para a condução da política monetária no Brasil