Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Mercado em 5 Minutos: Uma nova frente de estímulos ao redor do mundo vem ganhando força

É possível sentir uma cautela no ar antes da reunião do Banco Central Europeu (BCE), nesta semana, enquanto acompanhamos as consequências do corte de gás da Rússia

6 de setembro de 2022
10:14 - atualizado às 13:28
mercado financeiro

Bom dia, pessoal. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Lá fora, as ações chinesas conseguiram encerrar o pregão de terça-feira em alta, repercutindo a promessa de mais medidas de estímulo do governo chinês para apoiar o crescimento econômico. 

De maneira geral, no entanto, os mercados asiáticos, que até acompanhavam o movimento da China por boa parte do dia, acabaram diminuindo as altas e, em certos casos, até recuando. 

Ainda conseguimos sentir uma cautela no ar antes de uma reunião do Banco Central Europeu (BCE), nesta semana, enquanto também acompanhamos as consequências do corte de gás da Rússia. 

Na volta de feriado nos EUA, os mercados europeus operam predominantemente no positivo nesta manhã, ainda que timidamente, seguidos pelos futuros americanos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O petróleo recua depois da alta de ontem, enquanto as demais commodities sobem, o que poderia ajudar os ativos brasileiros.

Leia Também

00:42 — Chuva de pesquisas eleitorais na semana da Independência 

No Brasil, os investidores se preparam para o feriado de amanhã (7), no Dia da Independência, que fecha os mercados por aqui (mais se fala de política do que da importância da data para a nação em si, mas seguimos). 

Naturalmente, em véspera de feriado, um movimento de realização demonstrando cautela poderia ser verificado, até mesmo porque existe um temor de eventuais atos políticos turbulentos no país — entendo que seja mais ruído do que sinal a longo prazo. 

Estamos a três semanas do primeiro turno das eleições, em meio a uma janela semanal com 8 pesquisas sendo apresentadas — já tivemos algumas ontem, mostrando consolidação de cenário, e teremos mais hoje. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sem grandes mudanças e com estagnação das forças polarizadas, os dois favoritos para a disputa de segundo turno devem buscar mobilizar suas respectivas bases no dia 7 de setembro para ganhar alguma tração na reta final (é possível, em especial para a máquina pública). 

Francamente? Mais me interessa a fala de ontem do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, relembrando a chance de elevarmos em ainda 25 pontos-base a Selic no Comitê de Política Monetária (Copom), que divulgará sua decisão no dia 21 de setembro, mesma data do Fed (teremos novamente a famosa "Super Quarta”). 

Não vai ser o fato de a taxa repousar em 13,75% ou em 14% que importa, mas, sim, o fato de que a inflação ainda está longe de estar controlada.  

01:55 — O horizonte inflacionário

Os americanos retomam os negócios hoje, com chance de desfecho positivo, pelo menos se observarmos o comportamento dos futuros americanos nesta manhã (não quer dizer muito hoje em dia, infelizmente, diante da exacerbação de volatilidade, mas um pouco de esperança nunca foi pedir muito). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A volta do feriado contempla algumas pesquisas de opinião empresarial, que medem um pouco da temperatura da atividade.  

Mais me preocupa o comportamento da inflação por lá nas próximas semanas, refletindo o agravamento da crise energética europeia e novo corte de oferta por parte da OPEP+. 

É provável que já tenhamos atingido o pico dos preços nos EUA. No entanto, embora a tendência esteja melhorando, temos um longo caminho a percorrer para voltar à meta de 2% de inflação — esse é o caminho que nivela a política monetária.  

Alguns players relevantes de mercado projetam um retorno à normalidade até o final de 2023 ou início de 2024, sendo que o Fed concorda por meio de suas projeções econômicas mais recentes, quando previu que estaria dentro de sua meta de inflação de 2% até 2024, muito semelhante ao que deverá acontecer com o Brasil, de acordo com a própria comunicação do nosso BC. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

02:13 – O agravamento da crise energética europeia

Na União Europeia, se estuda um teto de preço de gás no atacado entre os estados membros. 

Além disso, também se considera uma limitação do preço das importações russas. O problema é que não dá para colocar um limite naquilo que sequer existe. 

O agravamento da situação levou os russos a interromperem o fornecimento do gás, ampliando as pressões inflacionárias. 

Com a reunião do BCE se aproximando, há pouco a ser feito a não ser subir os juros (eu ouvi 75 pontos-base?). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com isso, o risco de uma recessão profunda na Zona do Euro só aumenta, o que seria catastrófico para a economia global como um todo. 

03:25 — A nova Senhora Déficit: Elizabeth (Liz) Truss 

Como esperado, a secretária de Relações Exteriores do Reino Unido, Liz Truss, será nomeada a nova primeira-ministra do Reino Unido hoje, depois de ganhar a corrida pela liderança do partido conservador do ex-secretário das Finanças, Rishi Sunak. 

Não foi um processo eleitoral simples e há uma divisão de suporte conservador no parlamento, o que dificulta ainda mais o trabalho (os britânicos estão começando a se inspirar nos italianos quando se trata de estabilidade política). 

Ela não terá um trabalho fácil pela frente: 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  1. Inflação em mais de 10%; 
  2. Taxa de juros podendo chegar acima de 4% no primeiro semestre do ano que vem; 
  3. Custo de energia explodindo; e 
  4. Dificuldade de crescimento. 

Pior que a situação é só o plano dela para lidar com todos os problemas. A estratégia é tabelar preços, cortar impostos e aumentar gastos. 

Isso me parece mais uma fórmula para explodir o Reino Unido do que qualquer outra coisa. 

04:13 – Uma prova de sensibilidade: novos cortes de produção

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados (OPEP+) decidiu ontem reduzir as metas de produção em cerca de 100 mil barris por dia a partir de outubro, desfazendo na prática o último movimento de elevar a oferta na mesma quantidade indicada na reunião passada. 

Alegando instabilidade no mercado (também relacionada com um dólar mais forte) e temendo mais oferta de petróleo do Irã, em um eventual acordo nuclear, o grupo liderado pelos sauditas voltou a colocar o preço do barril para cima. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Deveríamos substituir o tradicional "não lute contra o Fed" por "não lute contra a Opep+". 

Movimentos semelhantes podem voltar a acontecer nas próximas reuniões, apertando mais o setor energético, que já está em uma situação bastante calamitosa. O próximo encontro está marcado para o dia 5 de outubro. 

Estruturalmente, ainda que haja recessão, os próximos anos parecem bons para o mercado de energia. 

04:57 — Chorou e levou 

O mercado pediu e Pequim atendeu. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O governo chinês prometeu aumentar os esforços de estímulo no terceiro trimestre, enquanto o país luta contra a desaceleração do crescimento diante dos bloqueios provocados pelo próprio governo chinês no combate à pandemia de Covid-19 e uma crise de energia potencial. 

Adicionalmente, o Banco Popular da China (leia-se Banco Central) também anunciou um corte na quantidade de divisas que devem ser mantidas pelas instituições locais, indicando que o governo planeja evitar que o yuan caia ainda mais. 

As medidas ajudam, mas não diminuem a preocupação com a crise imobiliária no país. 

Um abraço,
Matheus Spiess

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A verdadeira diversificação nos FIIs, a proposta de cessar-fogo no Irã, e o que mais move as bolsas hoje

6 de abril de 2026 - 8:09

O TRX Real Estate (TRXF11) é o FII de destaque para investir em abril; veja por que a diversificação deste fundo de tijolo é o seu grande trunfo

TRILHAS DE CARREIRA

Entre o que você faz e onde você está: quanto peso dar à cultura organizacional nas suas escolhas de carreira?

5 de abril de 2026 - 8:00

Por que uma cultura organizacional forte é um ativo de longo prazo — para empresas e carreiras

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O poder elétrico na sua carteira, as novas ameaças de Trump, e o que mais move os mercados

2 de abril de 2026 - 8:30

Axia Energia (AXIA6) e Copel (CPLE3) disputam o topo do pódio das mais citadas por bancos e corretoras; entenda quais as vantagens de ter esses papéis na carteira

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Volta da inflação? Aprenda a falar a língua do determinismo estocástico 

1 de abril de 2026 - 19:45

Com inflação no radar e guerra no pano de fundo, veja como os próximos dados do mercado de trabalho podem influenciar o rumo da Selic

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O novo momento da Boa Safra (SOJA3), o fim da guerra no Irã e o que mais você precisa ler hoje

1 de abril de 2026 - 8:28

A fabricante de sementes está saindo de uma fase de expansão intensa para aumentar a rentabilidade do seu negócio. Confira os planos da companhia

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os terremotos nos mercados com a guerra, a reestruturação da Natura (NATU3) e o que mais mexe com seu bolso hoje

31 de março de 2026 - 8:37

Entenda como o prolongamento da guerra pode alterar de forma permanente os mercados, e o que mais deve afetar a bolsa de valores hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Da escalada militar à inflação global: o preço da guerra entre EUA e Irã não é só o petróleo

31 de março de 2026 - 7:24

Curiosamente, EUA e Israel enfrentam ciclos eleitorais neste ano, mas o impacto político do conflito se manifesta de forma bastante distinta

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Uma nova estratégia para os juros, eleições presenciais, guerra no Oriente Médio e o que mais move os mercados hoje

30 de março de 2026 - 8:10

O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente

DÉCIMO ANDAR

As águas de março geraram oportunidades no setor imobiliário, mas ainda é preciso um bom guarda-chuva

29 de março de 2026 - 8:00

Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

O melhor emprego do mundo: as dicas de um especialista para largar o CLT e tornar-se um nômade digital 

28 de março de 2026 - 9:02

Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle 

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O corte de dividendos na Equatorial (EQTL3), a guerra em Wall Street, e o que mais afeta seu bolso hoje

27 de março de 2026 - 8:17

A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira

SEXTOU COM O RUY

Nem todo cão é de guarda e nem toda elétrica é vaca. Por que o corte de dividendos da Equatorial (EQTL3) é um bom sinal?

27 de março de 2026 - 6:01

Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O sucesso dos brechós, prévia da inflação, o conflito no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje

26 de março de 2026 - 8:17

Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Será que o Copom que era técnico virou político?

25 de março de 2026 - 20:00

Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

As empresas nos botes de recuperação extrajudicial, a trégua na guerra do Oriente Médio, e o que mais move os mercados hoje

25 de março de 2026 - 8:00

Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como se proteger do cabo de guerra entre EUA e Irã, Copom e o que mais move a bolsa hoje

24 de março de 2026 - 8:10

Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Quando Ormuz trava, o mundo sente: como se proteger da alta das commodities e de um início de um novo ciclo

24 de março de 2026 - 7:25

O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O problema de R$ 17 bilhões do Grupo Pão de Açúcar (PCAR3), o efeito da guerra nos mercados, e o que mais você precisa saber para começar a semana

23 de março de 2026 - 8:20

O Grupo Pão de Açúcar pode ter até R$ 17 bilhões em contas a pagar com processos judiciais e até imposto de renda, e valor não faz parte da recuperação extrajudicial da varejista

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A ação vencedora no leilão de energia, troca no Santander (SANB11), e o que mais mexe com a bolsa hoje

20 de março de 2026 - 7:56

Veja qual foi a empresa que venceu o Leilão de Reserva de Capacidade e por que vale a pena colocar a ação na carteira

SEXTOU COM O RUY

Eneva (ENEV3) cumpre “profecia” de alta de 20% após leilão, mas o melhor ainda pode estar por vir

20 de março de 2026 - 6:03

Mesmo após salto expressivo dos papéis, a tese continua promissora no longo prazo — e motivos para isso não faltam

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia