Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Onde investir durante o apocalipse? Conheça a nova reserva de valor da Faria Lima

Haja pandemia, haja guerra, haja eleições em outubro. A tendência é o bitcoin se comportar menos como um ativo de risco e mais como uma reserva de valor

Reserva de Emergência - Boia Salva Vidas - Dinheiro
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

A correlação entre a potência das impressoras dos bancos centrais e a perda do poder de compra da população é um dogma da economia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quanto maior o exagero de um banco central na quantidade de dinheiro em circulação, tanto pior será a inflação com a qual sua moeda sofre.

Esse dogma enfrentou um desafio que durou anos, principalmente no mundo desenvolvido.

Razões para o não-apocalipse

Depois da crise econômica de 2008, Fed e BCE (os bancos centrais americano e europeu) adotaram uma política expansionista, mas não se observou o apocalipse monetário correspondente.

Isso aconteceu por três razões que, em alguma medida, anularam alguns efeitos da impressora:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Demográfica: o envelhecimento da população afeta força de trabalho e crescimento
  • Tecnológica: a tecnologia nos torna mais produtivos
  • Globalização: as cadeias produtivas ficaram mais eficientes

Pandemia e doutrina de caráter indiscutível

Então veio a pandemia e o dogma provou que faz jus a sua definição de “doutrina de caráter indiscutível”.

Leia Também

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A decisão do Fed e a briga dos bancões brasileiros: o que afeta os mercados hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

O Fed não deve baixar a guarda; entenda como o mercado irá analisar a decisão sobre os juros dos EUA

Com as cadeias produtivas abaladas pelos fechamentos impostos pelas autoridades, os equilíbrios entre ofertas e demandas mudaram.

Enquanto isso, os bancos centrais que haviam conseguido um improvável conforto expansionista, aumentaram o ritmo da impressora.

Impactos da guerra na economia

Como se uma pandemia fosse pouco, veio a invasão da Ucrânia pela Rússia, em um conflito que envolve dois dos maiores produtores de petróleo do mundo e uma potência energética.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De um lado, estímulos. De outro, várias e duradouras restrições de oferta. O resultado é que agora estamos todos encarando o dragão da inflação de novo (essa dinâmica foi magistralmente explicada pelo Rodrigo Azevedo, da Ibiuna, no episódio do Market Makers desta semana. Clique aqui e veja).

Bom, mas e meu bolso com isso?

Em um contexto como esse, o investidor tem três alternativas. A primeira delas é dar seu dinheiro a um gestor como o Rodrigo Azevedo, cujo fundo Ibiuna Hedge STH, que está aberto para captação.

A segunda é se proteger do Banco Central emprestando dinheiro para o governo, com um título indexado ao IPCA.

A terceira é um pouco mais disruptiva e exige mais estômago: bitcoin. Sim, eu sei que o bitcoin caiu de quase US$ 65 mil para US$ 19 mil em menos de um ano, mas essa proteção reside na lógica do bitcoin, que não permite mudança em sua política monetária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Faria Lima e o bitcoin como reserva de valor

O bitcoin foi construído de modo a ser minerado até a quantidade máxima de 21 milhões de moedas, em ritmo decrescente de geração.

Haja pandemia, haja guerra, haja eleições em outubro. Conforme o mercado financeiro for entendendo isso, como já está acontecendo, a tendência é o bitcoin se comportar menos como um ativo de risco e mais como uma reserva de valor justamente porque lá não existe um banqueiro central. É tudo no código.

Como o episódio dessa semana do Criptoverso mostra, a Faria Lima já está entendendo isso (clique aqui para assistir). Entendo que essa não é uma tese trivial e que está sujeita a riscos, principalmente regulatórios.

Não me resta dúvida, no entanto, de que completamente os criptoativos hoje é teimosia. Basta ver o que os bancos centrais estão fazendo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Abraços,
Renato Santiago

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
24 de julho de 2026 - 8:30
Imagem mostra um investidor preocupado olhando para um tablet com gráfico de um papel em queda, com prejuízo 23 de julho de 2026 - 8:17
Imagem traz um corte de um título de eleitor 22 de julho de 2026 - 19:55

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: E nessa loucura de dizer que não te quero 

22 de julho de 2026 - 19:55
eleições 2026 brasil economia investimentos bolsa ibovespa 21 de julho de 2026 - 7:34
20 de julho de 2026 - 8:18
Bandeira do Brasil pendurada em uma parede ao fundo da imagem. Em primeiro plano, a cabine de votação das eleições no Brasil. 15 de julho de 2026 - 19:58
Imagem feita com inteligência artificial mostra uma mulher ao centro abrindo um pote de ouro que reluz. Ao seu redor estão maquetes de centros logísticos e prédios comerciais e há papéis sobre investimentos em fundos imobiliários na mesa à sua frente. 14 de julho de 2026 - 8:46
Imagem da palavra SELIC seguida do símbolo de porcentagem e uma moeda de R$ 1 14 de julho de 2026 - 7:37

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Há espaço para cortar a Selic, não para baixar a guarda

14 de julho de 2026 - 7:37
9 de julho de 2026 - 9:35
Ilustração sobre inteligência artificial 8 de julho de 2026 - 19:59
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar