O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os investidores assistem ao desenrolar da guerra na Ucrânia, que entra em seu segundo mês; no cenário doméstico, a atenção fica para a prévia da inflação oficial de março
A guerra na Ucrânia acaba de entrar em seu segundo mês. Exatos 29 dias se passaram desde a invasão russa, e o conflito geopolítico não aparenta estar prestes a esfriar — seja em ataques ou em sua influência nas bolsas internacionais, que permanece soberana.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pediu para os países da Otan por mais apoio militar na cúpula extraordinária da organização realizada em Bruxelas, na Bélgica, na quinta-feira (24).
"Para salvar as pessoas e nossas cidades, a Ucrânia precisa de assistência militar sem restrições. Da mesma forma que a Rússia está usando todo o seu arsenal sem restrições contra nós", disse Zelensky, que participou virtualmente da reunião.
A Otan, por sua vez, reforçou o seu apoio ao país e decidiu equipar suas forças europeias que estão mais próximas da Rússia com equipamentos que possam lidar para o caso de Moscou iniciar um ataque com armas químicas, biológicas ou nucleares na Ucrânia.
A possibilidade de ataque com armas químicas foi discutida algumas vezes durante a cúpula. O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, informou que vai responder caso o líder russo, Vladimir Putin, faça uso desse tipo de armamento na guerra na Ucrânia.
"Vamos responder se [Putin] utilizá-las. A natureza da resposta dependerá da natureza do uso", destacou Biden.
Leia Também
Depois de uma sessão bem positiva para as bolsas brasileira e norte-americanas, os investidores se preparam para mais um pregão.
O Ibovespa, principal índice da B3, encerrou o pregão de quinta-feira em alta de 1,36%, aos 119.052 pontos.
O dólar à vista, por sua vez, fechou o dia em leve queda de 0,25%, a R$ 4,8320. Durante a sessão, a moeda norte-americana alcançou o patamar de R$ 4,76 na mínima do dia.
Hoje, a atenção no cenário doméstico fica para a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) de março, que é basicamente uma prévia da inflação oficial do país.
Por aqui, os investidores também têm no radar a palestra do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em uma conferência realizada pelo BIS (Banco de Compensações Internacionais) e pelo banco central do Peru.
Durante esse mesmo evento, também terão discursos do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) de Nova York, John Williams, e de outros três dirigentes do Fed.
A agenda internacional ainda reserva a divulgação do Índice de Sentimento do Consumidor de março pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, além da reunião do Conselho Europeu na Bélgica.
Além da guerra propriamente dita, as sanções dos países contra a Rússia por conta da invasão da Ucrânia afetam os negócios nesta sexta-feira. Na Ásia, as bolsas fecharam sem direção definida.
Os investidores também acompanham os próximos passos do Fed, uma vez que o banco central norte-americano parece determinado a apertar cada vez mais rapidamente a sua política monetária.
Os mercados europeus também operam com cautela, em leve alta nesta manhã. As bolsas perderam força depois que o instituto alemão Ifo divulgou um índice de sentimento das empresas da Alemanha em março abaixo das expectativas.
Com o aumento das incertezas por conta dos conflitos no Leste Europeu, o indicador recuou 7,7 pontos, para 90,8 pontos, o menor nível em 14 meses.
Em Wall Street, os futuros das bolsas de Nova York operam perto da estabilidade hoje, desacelerando o desempenho positivo da última sessão, com os mercados atentos às falas dos dirigentes do Federal Reserve e a indicadores econômicos.
Confira o calendário completo de balanos aqui.
Antes da abertura:
Depois do fechamento:
Quer investir como um magnata? O segredo está na diversificação inteligente e no patrimônio integrado; confira as lições da Ghia para preservar capital mesmo em tempos de guerra
O Bank of America elevou o alvo para o Ibovespa em 2026, mas lembra que o rali é carregado por gigantes da bolsa brasileira e pelo fluxo aumentado de estrangeiros fazendo negócios por aqui
Em algumas empresas, os programas híbridos e presenciais devem absorver parte das quedas de matrículas do ensino à distância
O temor de que o grande acordo prometido pelo presidente norte-americano não saia do papel — dando lugar à prontidão militar — fez os investidores apertarem o botão de venda
A notícia de que as conversas entre Washington e Teerã estariam suspensas chegou minutos antes do fechamento, funcionando como um gatilho para ampliar as perdas
Para analistas, fundo imobiliário de CRIs combina perfil defensivo, IPCA e gestão forte para entregar renda consistente em cenário incerto
Apesar do fluxo bilionário para o Ibovespa, uma bolsa na Ásia já disparou mais de 50% no ano e lidera o ranking global entre os emergentes
Com cripto operando 24/7 lá fora, mudança busca aproximar o investidor local do ritmo global do mercado; veja o que muda na prática
Escalada das tensões reacende temor sobre oferta da commodity e pressiona ativos globais na abertura da semana; veja o que mexe com os mercados hoje
A posição do Brasil no contexto geopolítico, de guerra e pressão inflacionária, favorece a entrada de mais investidores globais nos próximos meses
O índice das ações medianas não entrou no apetite dos estrangeiros e, sem os locais, os papéis estão esquecidos na bolsa
Embora o banco veja bons resultados para a companhia, há outras duas ações do setor de saúde que são as preferidas para investir
Conhecido como “discípulo de Warren Buffet”, ele reforça que o modelo da Pershing Square se baseia em investir no longo prazo em poucas empresas de alta qualidade, com forte geração de caixa e vantagens competitivas duráveis
O cessar-fogo no Líbano e a abertura do Estreito de Ormuz pelo Irã derrubaram o petróleo, que já chegou a cair 14% nesta sexta-feira (17), e mexeu com as bolsas aqui e lá fora
Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos
O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII
O novo rendimento tem como referência os resultados apurados pelo fundo em março, que ainda não foram divulgados
O vencimento de Opções sobre o Ibovespa movimentou R$ 81 bilhões, funcionando como o grande motor que empurrou a bolsa para o um novo topo operacional
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, detalhou os motivos por trás da forte desvalorização do dólar e por que esse movimento pode estar perto do fim
Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA