O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Depois de um dia de altos e baixos, o Ibovespa acabou na contramão de Nova York e encerrou a sessão no vermelho. O dólar também caiu
Dizem por aí que mar calmo não faz bom marinheiro. Pode até ser verdade, mas pouco se comenta sobre o inevitável enjoo marítimo que acompanha as águas turbulentas.
Nas últimas semanas, o que era calmaria virou tempestade e deixou o barco do Ibovespa muito próximo de uma virada – a valorização de 15% no ano já era e agora o principal índice da bolsa se segura no campo positivo por meros 1,63% de alta.
Não é à toa que eventos importantes como a Super Quarta geram tanta expectativa e apreensão. Se por um lado existe consenso sobre as decisões de política monetária do Brasil e dos Estados Unidos, por outro há grande incerteza com relação aos próximos passos dos BCs.
Em Wall Street, os principais índices não conseguiram navegar pelo cenário de forma tranquila e só definiram uma direção definitiva ao final do pregão. O Ibovespa espelhou esse movimento. Ao longo de todo dia, o principal índice da bolsa cruzou muitas vezes a linha que divide os ganhos das perdas, mas encerrou o dia em queda de 0,10%, aos 106.528 pontos.
O câmbio, no entanto, contou com um remédio para evitar as dores. Logo pela manhã, o Banco Central voltou a injetar dólares na economia, em um leilão de US$ 1 bilhão. Aliado ao movimento de desvalorização da moeda americana em escala global, o dólar à vista fechou o dia em queda de 2,15%, a R$ 4,9635.
Para o mercado financeiro, o cenário-base para a Super Quarta já está definido há tempos. Nos Estados Unidos, os investidores esperam uma alta de 50 pontos-base e apostam que o Fed indique em qual ritmo a taxa de juros deve se elevar nos próximos meses.
Leia Também
No Brasil, a expectativa é de uma alta de 1 ponto percentual, mas ao contrário do que foi comunicado na última reunião do Copom, a elevação da taxa Selic não deve se encerrar em 12,75% ao ano.
Na véspera da grande decisão, os juros futuros também tiveram um dia volátil – primeiro, tendência de alta. Depois, uma proximidade do nível de estabilidade:
| CÓDIGO | NOME | TAXA | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 13,11% | 13,08% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 12,19% | 12,15% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 12,04% | 12,00% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 12,04% | 11,98% |
A temporada de balanços está agitada. O principal destaque do dia ficou com a repercussão do balanço divulgado pela Localiza (RENT3), que respingou também nas ações da Unidas (LCAM3).
De forma geral, o mercado digeriu de forma positiva os números – apesar da queda da receita líquida a R$ 2,7 bilhões. A recuperação das margens, principalmente no segmento de aluguel de carros (rent-a-car) garantiram um lucro líquido e um Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) surpreendentes. Confira os números de destaque do balanço:
O dia foi de recuperação para muitas das empresas que sofreram nos últimos dias, com destaque para o setor de mineração e a novata do Ibovespa, SLC Agrícola. Confira as maiores altas do dia na bolsa:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VAR |
| GETT11 | Getnet units | R$ 3,69 | 8,53% |
| SLCE3 | SLC Agrícola ON | R$ 54,53 | 6,69% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 20,92 | 4,44% |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 21,28 | 4,36% |
| CMIN3 | CSN Mineração ON | R$ 5,04 | 4,13% |
A perspectiva da elevação dos juros amanhã pesou mais uma vez sobre as ações de consumo e tecnologia. Confira também as maiores quedas do índice:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VAR |
| JHSF3 | JHSF ON | R$ 6,49 | -5,81% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 4,60 | -4,17% |
| CMIG4 | Cemig PN | R$ 10,40 | -3,44% |
| CASH3 | Méliuz ON | R$ 1,77 | -3,28% |
| CVCB3 | CVC ON | R$ 12,47 | -2,88% |
Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos