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Visão de que uma recessão global é inevitável predomina; alta do petróleo acaba pesando sobre a Petrobras, com temor de interferência política sobre os preços
Em momentos em que tudo parece difícil e as coisas parecem longe do ideal, a tradição popular pede que se faça uma limonada dos limões que a vida lhe dá. Mas o que fazer se restam na mesa apenas os limões mais azedos?
Apesar do Ibovespa ter evitado grandes perdas na sessão anterior, hoje não deu para ignorar que existem complicações vindas de todos os lados.
O petróleo segue em alta no exterior, o que aumenta a defasagem dos reajustes promovidos pela Petrobras (PETR4) e a pressão para que a classe política se movimente para evitar um novo avanço dos preços dos combustíveis.
A última proposta de subsídio, anunciada na segunda-feira, passou bem longe de resolver o problema e ressuscitou a preocupação com as contas públicas. Um temor que andava adormecido nos últimos meses.
Os limões importados também parecem ter passado do ponto. Enquanto o mercado espera a decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) e dados de inflação dos Estados Unidos – que serão divulgados em breve –, predomina a visão de que uma recessão global é inevitável. Instituições importantes seguem revisando para baixo as projeções do PIB mundial.
Não teve como adoçar a limonada. Nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu mais de 1%. Já por aqui, o Ibovespa foi além. O principal índice da bolsa brasileira recuou 1,55%, aos 108.367 pontos. O dólar à vista encerrou o dia em alta de 0,33%, a R$ 4,8901.
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Confira o comportamento do mercado de juros:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 13,50% | 13,48% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 12,70% | 12,66% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 12,59% | 12,57% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 12,61% | 12,57% |
As operadoras de saúde tiveram uma vitória importante hoje. Nesta tarde, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que os planos não estão obrigados a cobrir procedimentos que estão fora do rol da Agência Nacional de Saúde (ANS). A medida deve trazer um custo menor para essas empresas, impactando na sinistralidade. Confira as maiores altas do dia na Ibovespa:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VAR |
| QUAL3 | Qualicorp ON | R$ 11,30 | 3,20% |
| HAPV3 | Hapvida ON | R$ 6,05 | 3,07% |
| COGN3 | Cogna ON | R$ 2,55 | 2,41% |
| VIIA3 | Via ON | R$ 3,01 | 2,38% |
| PRIO3 | PetroRio ON | R$ 27,80 | 1,79% |
As incertezas com relação à atividade econômica global pesaram sobre o minério de ferro, fato que repercutiu nas empresas produtoras de commodities na bolsa. A alta do dólar também pesou sobre empresas mais sensíveis à cotação da moeda, como empresas de tecnologia e companhias aéreas. Confira as maiores quedas da sessão:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VAR |
| WEGE3 | Weg ON | R$ 24,45 | -5,78% |
| GGBR4 | Gerdau PN | R$ 28,82 | -5,17% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 21,05 | -4,88% |
| USIM5 | Usiminas PNA | R$ 10,64 | -4,23% |
| LWSA3 | Locaweb ON | R$ 6,99 | -3,85% |
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