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Após fechar em alta ontem, mercados no exterior não conseguem renovar o bom humor nesta manhã, afetados pela expectativa pelo relatório de empregos nos EUA
Pode parecer contraditório, mas os indícios de fraqueza no mercado de trabalho norte-americano renovaram o otimismo das bolsas ontem. Porém, a tensão dos investidores, à expectativa do payroll nos Estados Unidos, amarga o bom humor desta sexta-feira (03).
Isso porque o relatório de empregos norte-americano pode influenciar nos próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) em relação aos juros. A tendência é que, se os dados vierem piores que o esperado, isso impeça o Fed de assumir uma postura mais dura em relação às taxas.
A agenda econômica desta sexta-feira vem recheada, tanto no cenário doméstico quanto lá fora. O principal dado esperado hoje é justamente o payroll de maio, que sairá às 09h30. O calendário dos EUA ainda reserva o índice ISM de serviços de maio.
Hoje serão divulgados pela S&P Global os índices gerentes de compras (PMIs, na sigla em inglês) do setor de serviços e composto do Brasil, EUA e Zona do Euro.
No Brasil, ainda sairão os dados de produção industrial de abril pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta sexta-feira, influenciadas pelo bom desempenho dos mercados em Wall Street no último pregão.
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Por falar das bolsas norte-americanas, os futuros de Nova York não conseguiram sustentar o bom humor de ontem nesta manhã, afetados pela expectativa dos investidores pelo tão aguardado payroll de maio.
Os índices ainda estão sendo pressionados pela queda de cerca de 4% das ações da Tesla antes da abertura dos mercados. O movimento negativo veio após o CEO da fabricante de veículos elétricos, Elon Musk, anunciar que cortará em 10% os empregos na empresa.
Na Europa, os mercados operam com leves ganhos pela manhã, também à espera do relatório de emprego nos Estados Unidos. A divulgação de dados europeus mais fracos desperta preocupações em relação à desaceleração econômica da região.
Mais cedo nesta manhã, a Eurostat, agência oficial de estatística da Europa, divulgou os dados das vendas no varejo em abril — e ligou o sinal de alerta dos investidores em relação à economia da Zona do Euro.
Isso porque as vendas caíram 1,3% de março para abril, frustrando as projeções dos analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que esperavam alta de 0,1% no mês.
Na comparação anual, o volume de vendas do varejo avançou 3,9%.
Depois de subir no último pregão após a Opep+ informar que aumentará a produção da commodity em junho, o petróleo opera em queda nesta sexta-feira. O Brent, referência internacional, para agosto recuava 0,70% por volta das 08h18, negociado a US$ 116,79 o barril.
Por sua vez, o óleo do tipo WTI para julho caía 0,73% no mesmo horário, cotado a US$ 116,02 o barril.
Enquanto isso, o minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, registra fortes ganhos hoje. A commodity subiu 3,77%, negociada a US$ 140,47.
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