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Angra dos Reis (RJ) tem a gasolina mais cara do país; veja os detalhes da pesquisa de preços de combustíveis da ANP
Encher o tanque do carro é uma missão ingrata para os brasileiros: com os preços da gasolina e do etanol nas alturas, muitos têm pensado duas vezes antes de pegar a estrada para uma viagem de fim de semana — cada vez mais, é preciso colocar os gastos com combustível na ponta do lápis. E, se você mora no Rio de Janeiro, essa conta está salgada como nunca.
Segundo dados coletados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a cidade de Angra dos Reis (RJ) tem hoje a gasolina mais cara do país: em um dos postos visitados pelo regulador, o litro do combustível custava R$ 8,029 — é a primeira vez que o órgão registra valores acima de R$ 8,00.
A ANP faz a coleta de preços de combustíveis todas as semanas; ao todo, foram visitados 4.789 postos entre os dias 23 e 29 de janeiro. Em média, o litro de gasolina custa R$ 6,658 no Brasil — veja abaixo o resumo do levantamento, por região:
| Região | Postos pesquisados | Preço médio (R$) | Preço mínimo (R$) | Preço máximo (R$) |
| Centro-oeste | 412 | 6,817 | 6,220 | 7,470 |
| Nordeste | 889 | 6,717 | 6,170 | 7,540 |
| Norte | 337 | 6,711 | 5,770 | 7,600 |
| Sudeste | 2313 | 6,664 | 5,579 | 8,029 |
| Sul | 838 | 6,487 | 5,990 | 7,660 |
Alguns detalhes da pesquisa chamam a atenção. Em média, a região Sul é a que possui a gasolina mais barata; no entanto, o menor valor encontrado pela ANP está no Sudeste: um posto em Carapicuíba (SP) vende o litro do combustível a R$ 5,579.
O preço elevado visto em Angra dos Reis não é um ponto fora da curva. O estado do Rio de Janeiro é o que possui a gasolina mais cara, com um valor médio de R$ 7,198 por litro — Goiás, Rio Grande do Norte, Acre e Bahia também estão acima da faixa dos R$ 7,00.
Já o Amapá, com R$ 5,902 por litro, tem os menores preços médios de gasolina; confira os estados mais baratos para encher o tanque:
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Em 11 de janeiro, a Petrobras (PETR4) anunciou um novo reajuste no valor dos combustíveis vendidos às distribuidoras: o valor médio subiu 4,8%, passando de R$ 3,09 para R$ 3,24 por litro. A estatal leva em conta a cotação internacional do petróleo e a flutuação do câmbio para definir sua política de preços.
E, considerando a tendência de alta da commodity nos últimos meses — o barril do Brent saiu de US$ 77 em dezembro para US$ 89, com analistas internacionais já falando em cotações próximas a US$ 100 no curto e médio prazo —, é de se imaginar que novas altas no preço às distribuidoras estejam no radar.
No que diz respeito ao bolso do motorista, os dados da ANP dão a dimensão exata do aumento nos custos. Em 30 de janeiro 2021, o preço médio da gasolina no país era de R$ 4,686 o litro. Portanto, no período de um ano, o valor médio saltou 42%.
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
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