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RESUMO DO DIA: As bolsas internacionais reagem à decisão de juros do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês). A autoridade monetária elevou os juros em 50 pontos-base e os dirigentes do BC por lá projetarem recessão. Nos Estados Unidos, o clima é propício para recolher os cacos após a visita de Nancy Pelosi a Taiwan. Por aqui, o Ibovespa reage à decisão do nosso Banco Central sobre os juros.
Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia.
Se existisse uma Rádio Ibovespa, ela tocaria apenas uma música nesta quinta-feira (4). “Tu vens, tu vens. Eu já escuto os teus sinais” — os famosos versos da canção de Alceu Valença seriam ouvidos durante todo o pregão.
A voz do Banco Central sussurrou ontem no ouvido do mercado indicando que, depois de 12 elevações consecutivas, o ciclo de alta da Selic finalmente está chegando ao fim. E a anunciação provocou um otimismo generalizado no mercado hoje.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta quinta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
Mesmo com a aproximação do fim do pregão, o Ibovespa não dá sinais de que irá desacelerar nesta quinta-feira (4).
Por volta das 16h25, o índice avançava 2,30%, a 106.158 pontos. O dólar à vista, por sua vez, recuava 1,16%, a R$ 5,2167.
Com os temores de recessão global renovados, o preço do petróleo caiu nesta quinta-feira (4).
O contrato WTI para setembro registrou queda de 2,34%, a US$ 88,54 o barril.
Já o petróleo Brent para outubro recuou 2,75%, a US$ 94,12 o barril
Em dia de otimismo generalizado, as techs, as varejistas, as áreas e as construtoras são os principais destaques do Ibovespa.
Confira as maiores altas do índice:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| CASH3 | Meliuz ON | R$ 1,30 | 15,04% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 3,35 | 14,33% |
| MRVE3 | MRV ON | R$ 11,41 | 14,33% |
| QUAL3 | Qualicorp ON | R$ 11,81 | 13,89% |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 9,90 | 13,66% |
Veja também as maiores quedas do Ibovespa:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BRFS3 | BRF ON | R$ 16,67 | -2,11% |
| JBSS3 | JBS ON | R$ 31,17 | -1,67% |
| PRIO3 | PetroRio ON | R$ 23,38 | -1,60% |
| BEEF3 | Minerva ON | R$ 12,66 | -1,56% |
| MRFG3 | Marfrig ON | R$ 13,10 | -1,06% |
O Ibovespa acelerou a alta no início da tarde de hoje e tocou o patamar de 106 mil pontos, aos 106.038 — um avanço de 2,18%.
Perto das 14h20, o Ibovespa renovou as máximas do dia. Com altas expressivas em diversos setores, como o varejo, techs, aéreas e construtoras, o índice avançava 2,05%, a 105.901 pontos.
O dólar à vista caminha na direção oposta. No mesmo horário, a moeda norte-americana recuava 1,35%, a R$ 5,2081.
Os resultados da Embraer (EMBR3) referentes ao segundo trimestre deste ano empolgam os investidores no pregão de hoje, que enxergam um céu cada vez mais limpo para a fabricante de aeronaves após o baque causado pela pandemia no setor.
Por volta das 14h, as ações subiam 5,8%, cotadas a R$ R$ 13,32.
Impulsionado pelo bom desempenho das varejistas, o Ibovespa inicia a tarde desta quinta-feira (4) em alta.
Por volta das 13h20, o índice avançava 1,48%, aos 105.312
pontos. O dólar à vista, por outro lado, recuava 1,35%, a R$ 5,2075.
Confira também o fechamento das bolsas da Europa:
As companhias aéreas aparecem entre os destaques positivos do Ibovespa nesta quinta (4): a Gol (GOLL4) avança 10%, enquanto a Azul (AZUL4) sobe mais de 7%; a CVC (CVCB3) pega carona no movimento e têm ganhos de 8%.
O bom desempenho das aéreas se deve, em grande parte, ao alívio visto no dólar e no petróleo: a moeda americana cai 1% no mercado à vista, ao patamar de R$ 5,22, enquanto o barril do Brent recua 3%, no nível de US$ 93.
Tanto o dólar quanto o petróleo são importantes para a linha de custos das companhias, uma vez que a precificação do combustível de aviação (QAV) depende dessas duas variáveis — outros gastos, como os de manutenção e leasing de aeronaves, também são denominados na moeda americana.
Por fim, o dólar baixo também traz um desdobramento benéfico sobre a dinâmica do endividamento, uma vez que as aéreas têm grande parte de sua dívida em divisas estrangeiras. Sendo assim, a combinação de dólar em queda e petróleo mais barato dá fôlego aos papéis do setor.
A Petrobras (PETR4) anunciou a redução de R$ 0,20 por litro do preço do diesel para as distribuidoras.
A redução acompanha a evolução dos preços de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para o diesel, de acordo com a Petrobras.
A sinalização do Copom de que o ciclo de alta da taxa Selic está próximo do fim garante mais um dia de ganhos para o varejo,as techs e o segmento de construção civil — alguns dos setores mais afetados pelo aperto no juros — nesta quinta-feira (4).
E as ações do Magazine Luiza (MGLU3), mais uma vez, estão entre os destaques positivos do Ibovespa.
Por volta das 12h15, os papéis do Magalu saltavam 12,97%, a R$ 3,31, e lideravam a ponta positiva do índice. A Via (VIIA3), outra varejista, também aproveita o otimismo renovado para anotar ganhos de 8,78%, a R$ 2,85.
Os mercados financeiros internacionais operam sem uma direção definida na manhã desta quinta-feira.
O dólar sente fraqueza na divisa com o real após sinais de que o Federal Reserve deve diminuir o ritmo do aperto monetário. Indicadores como a redução da inflação e medo de uma recessão global pesam na decisão do maior Banco Central do planeta.
Por falar em BCs por aí, o Bank of England (BoE) elevou os juros em 50 pontos-base, o que não acontecia desde 1995.
Aqui no Brasil o nosso BC também subiu os juros e a Selic atingiu os 13,75% ao ano. O mercado se ajusta ao novo aperto e agora espera novas pistas sobre um possível fim do ciclo de altas.
Confira como operam as bolsas agora:
O Ibovespa abriu em alta de 0,68%, aos 104.485 pontos.
No mesmo horário, o dólar à vista renovava as mínimas do dia, em R$ 5,2462, uma queda de 0,60%.
O Banco Central da Inglaterra (BoE) elevou a taxa de juros do país em 0,5 ponto, a 1,75% ao ano, numa decisão em linha com o projetado pelo mercado — a inflação britânica está no maior patamar em quatro décadas.
Esta foi a sexta alta consecutiva de juros por lá; o BC inglês ainda afirmou que a economia local entrará em recessão a partir do quarto trimestre deste ano, devendo persistir até o começo de 2024.
As curvas de juros passam por um processo de acomodação nesta quinta-feira (4), reagindo às sinalizações emitidas pelo Copom quanto ao futuro do ciclo de aperto monetário.
A autoridade monetária elevou a Selic em mais meio ponto, a 13,75% ao ano, e deixou em aberto a possibilidade de uma nova alta “de menor magnitude” na próxima reunião.
Mas, ao menos por enquanto, o mercado dá a entender que não vê novos ajustes na taxa básica de juros: os DIs com vencimento em janeiro de 2023 — e que, portanto, refletem as apostas na Selic ao fim deste ano — operam praticamente estáveis, a exatos 13,75%.
Veja como estão os principais vencimentos nesta manhã:
– jan/23: de 13,74% para 13,75%;
– jan/24: de 13,13% para 13,125%;
– jan/25: de 12,34% para 12,275%.
O comportamento dos DIs é respaldado pela visão de alguns dos principais bancos quanto à postura do BC.
O Bank of America, por exemplo, disse esperar que a Selic permaneça nos 13,75% daqui para frente, sem uma nova alta de 0,25 ponto em setembro — a Órama trabalha com um cenário semelhante.
O UBS BB não cravou uma aposta, mas disse que o Copom “deixou somente a janela aberta [para mais uma alta], e não a porta”.
O aplicativo do C6 Bank está fora do ar na manhã desta quinta-feira (4), com reclamações constantes dos usuários nas redes sociais.
Desde o início da manhã, a maioria deles reclama da impossibilidade de realizar PIX e pagamentos, inclusive boletos.
Em algumas mensagens postadas no Twitter, a conta oficial do C6 se limita a responder que está trabalhando para que o acesso retorne e que o usuário tente novamente mais tarde.
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A tecnologia promete uma velocidade até 100 vezes maior que a geração anterior e trará vantagens como:
Entenda como ela pode impulsionar o resultado das empresas aqui.
O Ibovespa futuro abreiu em queda de 0,10%, aos 104.300 pontos.
No mesmo horário, o dólar à vista registra alta de 0,19%, cotado a R$ 5,2878.
Confira aqui:
O nosso colunista, Nilson Marcelo, identificou uma oportunidade na bolsa hoje: ganhos acima de 11% em swing trade com o Grupo Soma (SOMA3).
Bom dia! Nada como um pouco de previsibilidade. Ainda mais em tempos nos quais parece difícil prever o minuto seguinte.
Essa sensação tem tudo para dar o tom na abertura do Ibovespa depois de o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) ter elevado a taxa Selic em 50 pontos-base, para 13,75% ao ano.
Preocupado com o impacto fiscal — e também com o potencial inflacionário — dos benefícios concedidos pelo governo às vésperas da eleição, o BC deixou a porta aberta para uma alta residual da Selic mais adiante, levando-a em algum momento a 14,00% ao ano.
Mas isso também já estava no radar dos analistas e não deve ocorrer necessariamente na reunião de setembro.
A depender da situação nos próximos meses, há quem acredite que nem venha a acontecer.
O que importa para os investidores no momento é a percepção de que o agressivo ciclo de aperto monetário iniciado em março do ano passado finalmente está chegando ao fim — e isso deve aliviar o índice local.
Foi o que fez, por exemplo, as ações de empresas do setor varejista dispararem ontem mesmo diante da perspectiva de elevação da taxa básica de juro, anunciada quando a bolsa já estava fechada.
Já o Ibovespa fechou em alta de 0,4% na quarta-feira.
O mercado financeiro local acompanhou à distância a recuperação das bolsas norte-americanas depois de a presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, ter encerrado uma visita-relâmpago — vale ressaltar, com direito a raios e trovões — a Taiwan.
Por falar no exterior, as bolsas da Europa e os futuros dos Estados Unidos sobem com força limitada, ainda de olho no que a China continental pode fazer à pequena ilha.
Confira o que movimenta as bolsas, o dólar e o Ibovespa nesta quinta-feira (04).
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