Escudo contra a inflação: conheça algumas estratégias que podem proteger sua carteira
Analista Ruy Hungria faz recomendações de como diversificar seus investimentos e preservar o seu poder de compra
O aumento da inflação tem afetado profundamente o consumo do brasileiro. Componentes de nossas contas mensais, como aluguel, combustíveis, alimentos e energia seguem puxando mais do bolso.
Para se proteger da instabilidade econômica, o analista da Empiricus Ruy Hungria faz algumas recomendações de investimentos.
Renda Fixa
Para o segmento da renda fixa, o mais indicado por Ruy Hungria, seguindo recomendações do especialista da casa de análise, Luiz Rogé, é investir em títulos indexados a algum medidor de alta de preço, seja IPCA ou IGP-M. O mais procurado tem sido o Tesouro IPCA+, com alternativas de recebimento de juros semestrais.
A relevância do título indexado frente ao pré-fixado é que na primeira opção você tem a garantia de que terá um rendimento ajustado de acordo com a inflação, sem perder para ela.
No tesouro pré-fixado, você tem uma taxa determinada de rendimento, que pode parecer interessante no momento atual, mas talvez até o vencimento do título, seja superada pela inflação o investidor deixe de ganhar dinheiro ou perca uma parcela.
Com títulos indexados, a variação de acordo com a inflação protege em caso de subida e, caso ela caia, apenas terá um rendimento um pouco menor do que esperado.
Leia Também
Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020
Aluguéis
Investir em ativos que se beneficiam da alta dos aluguéis é uma boa. E os fundos imobiliários (FIIs), são uma maneira simples e inteligente, se você levar alguns pontos em consideração para escolhê-los.
Segundo o analista, é preciso analisar o risco de vacância, verificando se a localização do imóvel é estratégica - se tem demanda. É preciso checar o perfil dos locatários e o nível de inadimplência dos imóveis que fazem parte das carteiras dos FIIs.
Um FII que agrada aos analistas da casa é o Kinea Renda Imobiliária (KNRI11), que apresenta uma boa diversificação.
Combustível
O preço do petróleo não para de subir. Nesse cenário, quem ganha são as empresas de exploração e produção de petróleo.
Na Empiricus, os analistas continuam gostando, apesar do risco político, é a Petrobras (PETR4), que gera muito caixa e compõe várias carteiras da casa.
Energia Elétrica
Por fim, os investidores devem ter cuidado com ações de hidrelétricas e distribuidoras. Em meio à crise hídrica, as hidrelétricas param de funcionar em seu potencial completo e acabam tendo uma receita maior. As distribuidoras, na teoria, não deveriam ser tão afetadas pelo preço de energia elevado, pois elas têm o direito de repassar na revisão tarifária. Porém, o aumento relevante pode acarretar em uma inadimplência maior e na falta de energia, por meio de “gatos”.
Dois segmentos para se aproveitar dessa alta é a geração termelétrica, que com o sistema de hidrelétricas com menor funcionamento, o sistema precisa de mais energia termelétrica e as geradoras ficam com uma receita maior. A Eneva (ENEV3) nesse cenário apresenta um preço competitivo e a própria energia descontratada.
E o setor de transmissão de energia elétrica, pois elas podem reajustar as suas receitas pelos indexadores de inflação (IPCA e IGP-M), como também não dependem do volume nem do preço da energia. Elas estão blindadas de problemas como o racionamento de energia ou uma crise que afete o consumo do país, com as receitas dependendo exclusivamente do uso das linhas transmissoras. Nesse contexto, uma empresa recomendada é a Alupar (ALUP11).
Quer acompanhar sua rentabilidade de perto e ainda saber mais sobre como se proteger da inflação? Conheça o Superapp da Empiricus (disponível na App Store e Google Play), com cursos de vários temas de educação financeira especiais para o seu bolso!
Para acompanhar um conteúdo atualizado e relevante sobre a Bolsa e investimentos, acompanhe os vídeos do canal no YouTube da Empiricus.
Perto da privatização, Copasa (CSMG3) fará parte do Ibovespa a partir de janeiro, enquanto outra ação dá adeus ao índice principal
Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais
3 surpresas que podem mexer com os mercados em 2026, segundo o Morgan Stanley
O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar
Ursos de 2025: Banco Master, Bolsonaro, Oi (OIBR3) e dólar… veja quem esteve em baixa neste ano na visão do Seu Dinheiro
Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira
Os recordes voltaram: ouro é negociado acima de US$ 4.450 e prata sobe a US$ 69 pela 1ª vez na história. O que mexe com os metais?
No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%
LCIs e LCAs com juros mensais, 11 ações para dividendos em 2026 e mais: as mais lidas do Seu Dinheiro
Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana
R$ 40 bilhões em dividendos, JCP e bonificação: mais de 20 empresas anunciaram pagamentos na semana; veja a lista
Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias
Musk vira primeira pessoa na história a valer US$ 700 bilhões — e esse nem foi o único recorde de fortuna que ele bateu na semana
O patrimônio do presidente da Tesla atingiu os US$ 700 bilhões depois de uma decisão da Suprema Corte de Delaware reestabelecer um pacote de remuneração de US$ 56 bilhões ao executivo
Maiores quedas e altas do Ibovespa na semana: com cenário eleitoral e Copom ‘jogando contra’, índice caiu 1,4%; confira os destaques
Com Copom firme e incertezas políticas no horizonte, investidores reduziram risco e pressionaram o Ibovespa; Brava (BRAV3) é maior alta, enquanto Direcional (DIRR3) lidera perdas
Nem o ‘Pacman de FIIs’, nem o faminto TRXF11, o fundo imobiliário que mais cresceu em 2025 foi outro gigante do mercado; confira o ranking
Na pesquisa, que foi realizada com base em dados patrimoniais divulgados pelos FIIs, o fundo vencedor é um dos maiores nomes do segmento de papel
De olho na alavancagem, FIIs da TRX negociam venda de nove imóveis por R$ 672 milhões; confira os detalhes da operação
Segundo comunicado divulgado ao mercado, os ativos estão locados para grandes redes do varejo alimentar
“Candidatura de Tarcísio não é projeto enterrado”: Ibovespa sobe e dólar fecha estável em R$ 5,5237
Declaração do presidente nacional do PP, e um dos líderes do Centrão, senador Ciro Nogueira (PI), ajuda a impulsionar os ganhos da bolsa brasileira nesta quinta-feira (18)
‘Se eleição for à direita, é bolsa a 200 mil pontos para mais’, diz Felipe Miranda, CEO da Empiricus
CEO da Empiricus Research fala em podcast sobre suas perspectivas para a bolsa de valores e potenciais candidatos à presidência para eleições do próximo ano.
Onde estão as melhores oportunidades no mercado de FIIs em 2026? Gestores respondem
Segundo um levantamento do BTG Pactual com 41 gestoras de FIIs, a expectativa é que o próximo ano seja ainda melhor para o mercado imobiliário
Chuva de dividendos ainda não acabou: mais de R$ 50 bilhões ainda devem pingar na conta em 2025
Mesmo após uma enxurrada de proventos desde outubro, analistas veem espaço para novos anúncios e pagamentos relevantes na bolsa brasileira
Corrida contra o imposto: Guararapes (GUAR3) anuncia R$ 1,488 bilhão em dividendos e JCP com venda de Midway Mall
A companhia anunciou que os recursos para o pagamento vêm da venda de sua subsidiária Midway Shopping Center para a Capitânia Capital S.A por R$ 1,61 bilhão
Ação que triplicou na bolsa ainda tem mais para dar? Para o Itaú BBA, sim. Gatilho pode estar próximo
Alta de 200% no ano, sensibilidade aos juros e foco em rentabilidade colocam a Movida (MOVI3) no radar, como aposta agressiva para capturar o início do ciclo de cortes da Selic
Flávio Bolsonaro presidente? Saiba por que o mercado acendeu o sinal amarelo para essa possibilidade
Rodrigo Glatt, sócio-fundador da GTI, falou no podcast Touros e Ursos desta semana sobre os temores dos agentes financeiros com a fragmentação da oposição frente à reeleição do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva
‘Flávio Day’ e eleições são só ruído; o que determina o rumo do Ibovespa em 2026 é o cenário global, diz estrategista do Itaú
Tendência global de queda do dólar favorece emergentes, e Brasil ainda deve contar com o bônus da queda na taxa de juros
Susto com cenário eleitoral é prova cabal de que o Ibovespa está em “um claro bull market”, segundo o Santander
Segundo os analistas do banco, a recuperação de boa parte das perdas com a notícia sobre a possível candidatura do senador é sinal de que surpresas negativas não são o suficiente para afugentar investidores
Estas 17 ações superaram os juros no governo Lula 3 — a principal delas entregou um retorno 20 vezes maior que o CDI
Com a taxa básica de juros subindo a 15% no terceiro mandato do presidente Lula, o CDI voltou a assumir o papel de principal referência de retorno