O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Augusto Lins, presidente da Stone, falou ao Seu Dinheiro sobre o TapTon, funcionalidade que permite pagamento via aproximação pelo celular
O setor de maquininhas de cartão segue acirrado como nunca: Cielo, Stone, PagSeguro, Getnet, Rede, Safra... As opções são inúmeras, cada uma com seus atrativos — e todas querendo uma fatia cada vez maior do mercado. Pois a Stone tem uma nova arma nessa briga: o TapTon, ferramenta que permite transações de crédito ou débito por meio de cartões de aproximação (NFC) através do celular.
O serviço faz parte do Ton, a divisão de meios de pagamento da Stone focada nas microempresas e profissionais autônomos. Na prática, a nova função transforma o celular do comerciante em maquininha de cartões — e, com isso, derruba as taxas de de adesão e aluguel ligadas ao setor.
"É a revolução da maquininha, sem a maquininha", disse Augusto Lins, presidente da Stone, em entrevista ao Seu Dinheiro. Basta baixar o aplicativo do Ton e acessar a funcionalidade do TapTon — por ora, apenas celulares Android com leitor de aproximação (NFC) estão habilitados. O uso é gratuito; as únicas taxas a serem pagas pelo usuário são as das transações em si.
O atendimento ao microempresário e aos profissionais autônomos tem ganhado importância na Stone, tanto em termos de base de usuários quanto em volume de transações. Fundada no começo de 2020, o Ton foi afetada pela pandemia de Covid-19 e demorou a crescer — mas, passado o começo difícil, a divisão agora apresenta uma expansão veloz, impulsionada pela linha de maquininhas com taxas mais atrativas:
No primeiro trimestre de 2021, o Ton tinha pouco mais de 190 mil clientes ativos, o que representa cerca de 22% da base total da Stone; no mesmo período do ano passado, a proporção era de apenas 4,5%.
O volume de pagamentos, naturalmente, tem uma importância mais baixa: cerca de R$ 500 milhões no primeiro trimestre, ou 1,2% do todo. Ainda assim, a cifra é mais de 12 vezes maior em relação ao reportado há um ano.
Leia Também
"Nossa base vem crescendo, até um pouco acima do que a gente esperava. Entendemos que, com o TapTon, vamos ter um crescimento ainda maior", disse Lins, sem entrar em detalhes — a Stone divulga o balanço referente ao segundo trimestre no dia 30 de agosto.

O TapTon mira os microempresários e profissionais autônomos que, por fazerem poucas transações com cartão, não consideravam vantajoso comprar ou alugar uma maquininha. A funcionalidade no celular, assim, representa mais uma oferta de meio de pagamento aos clientes.
Dito isso, uma questão surge no ar: qual a vantagem do TapTon em comparação com o Pix? A ferramenta de transferências do BC, afinal, permite a transferência entre contas correntes de maneira bastante eficaz.
Para Lins, o TapTon tem um trunfo na manga: a possibilidade de pagamento no crédito, já que, para usar o Pix, é preciso ter dinheiro na conta. Além disso, ele destaca a agilidade das transações via aproximação — o processo como um todo é mais veloz que uma transferência via Pix.
Mas, para o executivo, os dois meios não competem entre si. O TapTon é mais uma alternativa de meio de pagamento, cabendo ao lojista ou prestador de serviços oferecer o maior número de opções ao cliente.
Os consumidores nunca estiveram tão empoderados. Os lojistas e empreendedores têm que cativar cada um de nós
Augusto Lins, presidente da Stone
O lançamento do TapTon ocorre num momento em que a economia brasileira ensaia uma normalização — lojas, restaurantes e serviços começam a funcionar em tempo integral, em meio ao avanço da vacinação e à queda nas internações por Covid-19.
Lins avalia que essa retomada vai ser particularmente intensa entre os prestadores de serviços — profissionais autônomos, como manicures e personal trainers. "Eles vão precisar aceitar meios de pagamento eletrônicos. Estamos animados e motivados".
A Stone abriu o capital nos Estados Unidos, mas você pode investir na companhia através dos BDRs STOC31, cuja negociação é bastante recente: começou em 7 de julho, para facilitar a compra da Linx. E, de lá para cá, os BDRs recuaram bastante:

Banco destaca resiliência da Vale frente a outras mineradoras e projeta forte fluxo de caixa, mesmo com pressão de custos
A empresa diz que o contínuo ciclo de baixa da indústria petroquímica mantém os preços e os spreads pressionados, o que prejudica suas receitas. Por outro lado, as dívidas da empresa continuam crescendo como uma bola de neve
Antonio Carlos Garcia ocupava o cargo desde janeiro de 2020 e renunciou para assumir a posição na Azul, no lugar de Alexandre Wagner Malfitani
A operadora agora parcela em até 21 vezes as vendas de smartphones, acessórios e outros eletrônicos
As mudanças na estatal ocorrem por conta das eleições de outubro, já que quem for se candidatar precisa deixar os cargos no Executivo até hoje (4)
Gestora carioca escreveu carta aberta à operadora de saúde, com críticas à reeleição do Conselho e sua alta remuneração ante os maus resultados da empresa
Montadora de carros elétricos do bilionário Elon Musk têm números abaixo das expectativas em meio a redirecionamento de negócios
Mineradora mais que dobra reservas e segue entregando, mas banco afirma que boa parte da história já está no preço
Segundo uma carta da Squadra, o conselho de administração da empresa deve ganhar R$ 57 milhões em 2026, o que equivale a 1% do valor de mercado da empresa e coloca o time entre os mais bem pagos da bolsa
Analistas do banco apontam descolamento do minério e indicam potencial de valorização acima de 20% para ações
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG