🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Renato Carvalho

Quem não arrisca...

Jive Investments aposta em agentes autônomos e educação para atingir varejo após aporte da XP

Sócio da gestora de investimentos alternativos, Guilherme Ferreira revela os motivos da preferência por operação privada ao invés de abrir capital

Renato Carvalho
24 de junho de 2021
15:01 - atualizado às 18:46
Imagem: Jive Investments

Renda fixa, ações, fundos imobiliários, criptomoedas. De maneira geral, no mercado atual, estas são as opções oferecidas para o pequeno investidor no Brasil. Mas a XP acaba de fazer uma aposta no apetite por produtos com maior nível de risco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para isso, o banco liderou uma rodada de aportes na Jive Investments, gestora de fundos que aplicam em ativos como crédito para empresas em recuperação judicial, imóveis com pendências jurídicas e precatórios.

Por enquanto, a Jive, que tem R$ 8 bilhões sob gestão e uma carteira de R$ 21 bilhões em ativos, atende cerca de 1.300 investidores com perfil mais profissional. Mas segundo Guilherme Ferreira, sócio da gestora, a chegada da XP como sócia minoritária vai ajudar a ampliar o alcance dos produtos.

“Poderemos contar com os agentes autônomos da XP para alcançar outro tipo de investidor”, explica Ferreira.

Ele afirma que para conseguir vencer uma possível barreira contra estes produtos mais arriscados, a Jive também fará investimentos em educação. “Temos que mostrar como é feita a gestão destes fundos alternativos, e a recuperação dos ativos que fazem parte deles. É uma das nossas prioridades”, diz o sócio da gestora.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Jive tem três fundos em seu portfólio, um deles iniciado em setembro do ano passado e aberto para investimentos até 2023. Desde seu começo, o fundo Distressed Allocation III FIC FIM CP, acumula retorno de 7% até maio.

Leia Também

A gestora apresenta dois outros fundos, já fechados para investimentos. O primeiro, aberto em agosto de 2015 e fechado em janeiro de 2018, acumula rentabilidade de quase 189%. O segundo, aberto em março de 2018 e fechado no mesmo mês deste ano, tem alta de 60%.

Guilherme Ferreira destaca que a política da Jive sempre foi iniciar os fundos com dinheiro próprio, para depois oferecê-los a outros investidores. E esta estratégia vai continuar nos produtos que ainda serão lançados.

“No longo prazo, queremos ser uma plataforma completa de investimentos alternativos, com private equity, venture capital, fundos de infraestrutura, energia. São produtos menos complexos em relação aos que temos atualmente, então a montagem será mais fácil”, projeta o executivo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O “quase IPO”

A história sobre o aporte da XP é curiosa. Ferreira conta que no ano passado, a Jive começou uma conversa com bancos para realizar a abertura do capital, e no meio do caminho, a ideia foi sendo transformada.

“Começamos uma conversa mais próxima com a XP, e chegamos à conclusão de que faria mais sentido receber recursos de forma privada, contando inclusive com os investidores que já têm recursos conosco”.

Ele não abre o valor dos investimentos feitos, somente que a XP foi responsável pelo maior volume. Ferreira não confirma nem desmente a informação, dada pelo Brazil Journal, de que o banco passou a deter 20% da Jive.

Com a operação, o IPO está fora dos planos neste momento. Mas Ferreira afirma que, se a abertura de capital acontecesse, seria realizada em Nova York.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Acredito que teríamos uma melhor compreensão do nosso negócio por parte do investidor lá fora. Mas ainda não temos o tamanho necessário para isso. Não queremos entrar no mercado para negociar uma ação que não tem relevância e liquidez”.

Agora, segundo Ferreira, a Jive só chega à Bolsa se algum dos acionistas quiser vender sua participação. “Mas não me parece ser o caso, todos estão bem alinhados e acreditam no potencial da empresa”.

E pelas informações reveladas pelo sócio da Jive, esta perspectiva tem fundamentos. “Temos crescido entre 50% a 100% ao ano em todos os indicadores, desde ativos sob gestão até o lucro”.

XP e a diversificação

O aporte da Jive é mais um movimento da XP na direção de diversificar seus investimentos e até os produtos oferecidos aos seus clientes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Duas semanas atrás, o banco anunciou a aquisição de uma participação minoritária na Capitânia Investimentos, gestora especializada em crédito privado, imobiliário e de infraestrutura, com R$ 11 bilhões sob gestão.

No início do mês, a XP fechou a aquisição de uma fatia da Giant Steps, esta mais voltada para fundos quantitativos, com R$ 7 bilhões em carteira. Estes produtos utilizam modelos matemáticos que analisam e programam estratégias por meio de Inteligência Artificial (IA).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
QUEM TEM CORAGEM?

Vai apostar contra a Petrobras (PETR4)? CEO diz que é melhor não. Ações da estatal chegam a subir 6% — e não é só pelo petróleo

6 de março de 2026 - 12:33

O Brent cotado acima de US$ 90 o barril ajuda no avanço dos papéis da companhia, mas o desempenho financeiro do quarto trimestre de 2025 agrada o mercado, que se debruça sobre o resultado

TROCA DE LIDERANÇA

Fundador da Oncoclínicas (ONCO3) deixa o comando após crise financeira e pressão do mercado. Quem assume como CEO agora?

6 de março de 2026 - 12:02

Bruno Ferrari renuncia ao cargo de CEO; empresa afirma que mudança abre caminho para uma nova fase de reestruturação

OS ÚLTIMOS CAPÍTULO DA NOVELA

Oi (OIBR3): venda do principal ativo da empresa ‘flopa’, enquanto falta de pagamento causa corte no rating da empresa

6 de março de 2026 - 11:30

Venda da fatia na V.tal recebe proposta abaixo do valor mínimo e vai à análise de credores; Fitch Ratings rebaixa a Oi por atraso no pagamento de juros

INJEÇÃO BILIONÁRIA

Cheque bilionário à vista: Simpar (SIMH3), Movida (MOVI3) e Vamos (VAMO3) podem levantar mais de R$ 3 bilhões

6 de março de 2026 - 9:32

Pacote envolve três companhias do grupo e conta com apoio da controladora e da BNDESPar; veja os detalhes

ENTENDA A OPERAÇÃO

Cosan (CSAN3) pede registro para IPO da Compass, em meio à crise na Raízen (RAIZ4)

6 de março de 2026 - 8:47

Pedido de registro envolve oferta secundária de ações da Compass e surge em meio à pressão financeira enfrentada pela Raízen

RESULTADOS FINANCEIROS

Petrobras (PETR4) reverte prejuízo no 4T25 com lucro de R$ 15,6 bilhões e anuncia R$ 8,1 bilhões em dividendos

5 de março de 2026 - 21:15

O consenso de mercado compilado pela Bloomberg apontava para lucro líquido de R$ 16,935 bilhões no período; já as estimativas de proventos eram de R$ 6,7 bilhões

REBAIXADA

Raízen (RAIZ4): S&P corta rating e mantém perspectiva negativa em meio a dúvidas sobre a dívida

5 de março de 2026 - 17:45

A decisão ocorre após a empresa informar que avalia um plano de reestruturação financeira, que inclui uma injeção de R$ 4 bilhões

BLOQUEIO INÉDITO

Fictor na mira: Justiça bloqueia bens de sócios e vê sinais de fraude contra investidores

5 de março de 2026 - 17:21

Decisão mira patrimônio pessoal dos envolvidos enquanto credores tentam recuperar parte de bilhões captados pelo grupo

DESTAQUES DA BOLSA

Pressão no retrovisor: Localiza (RENT3) cai forte na B3 após UBS BB reduzir recomendação; culpa pode ser da “segunda onda” de carros chineses

5 de março de 2026 - 17:04

Banco vê risco de depreciação mais forte da frota com nova enxurrada de carros chineses e diz que espaço para surpresas positivas diminuiu; veja a visão dos analistas

DANDO UM GÁS NAS AÇÕES

Por que a Ultrapar (UGPA3) está subindo na bolsa mesmo após queda no lucro?

5 de março de 2026 - 15:06

Empresa teve queda expressiva nos lucros líquidos, quando comparados ao ano anterior, porém o contexto da queda e outros dados foram vistos com bons olhos pelo mercado; confira

NO RADAR DO CADE

Azul (AZUL53) colocou o carro na frente dos bois em negócio com a American Airlines? Entenda a denúncia de possível ‘gun jumping’

5 de março de 2026 - 15:01

O caso envolve um investimento que integra o plano de capitalização da companhia aérea após sua recuperação judicial nos Estados Unidos (Chapter 11)

SUBIU DEMAIS?

É o fim da linha para a Vale (VALE3)? XP diz que rali das ações está com os dias contados

5 de março de 2026 - 14:33

Os papéis da mineradora subiram cerca de 80% nos últimos 12 meses, impulsionadas principalmente por fluxos estrangeiros para mercados emergentes, pela valorização de metais e pelo crescente interesse dos investidores em ativos ligados ao cobre

TECNOLOGIA NO CENTRO

A revanche dos bancões: como Itaú, Bradesco, Banco do Brasil e Santander reagiram à invasão das fintechs — e por que agora a ‘guerra’ é outra

5 de março de 2026 - 14:01

Depois de anos correndo atrás de players digitais, os grandes bancos reconstruíram sua infraestrutura tecnológica, apostaram em inteligência artificial e agora brigam pelo verdadeiro troféu da guerra digital: a principalidade

OPORTUNIDADE

Nova empresa, novos ganhos: Bradsaúde tem potencial de alta de 35% e está com desconto de 70% em relação à principal rival, diz BTG

5 de março de 2026 - 11:07

O banco aumentou o preço alvo para as ações da OdontoPrev, que será rebatizada de Bradsaúde, de R$ 13 para R$ 18, um potencial de alta de 35%

BENEFÍCIOS DE ELITE?

Luxo acessível? Revolut promete 120% do CDI, IOF zero e cartão premium para além da alta renda

5 de março de 2026 - 10:33

Fintech concorrente do Nubank amplia oferta de crédito, lança plano Ultra e aposta em luxo acessível para conquistar o dia a dia dos brasileiros

DINHEIRO À VISTA?

Uma nova solução: Raízen (RAIZ4) avalia aporte de R$ 4 bilhões e reestruturação da dívida; Shell entra com maior valor

5 de março de 2026 - 9:45

Para que essas negociações ocorram de maneira segura, a Raízen quer assegurar um ambiente ordenado e buscar uma solução consensual, que poderá ser implementada por meio de Recuperação Extrajudicial, caso necessário

PRÉVIA DOS RESULTADOS

Vem mais dividendo por aí? Após produção recorde da Petrobras (PETR4), analistas revelam o que esperar do balanço do 4T25

5 de março de 2026 - 6:01

A estatal divulga os números dos últimos três meses do ano após o fechamento dos mercados desta quinta-feira (5); especialistas revisam as expectativas diante de um cenário menos favorável para o petróleo em 2025

CORRIDA ALÉM DAS EXPECTATIVAS

Ações da Vulcabras (VULC3), dona da Olympikus e Mizuno, sobem após resultados do 4T25 superarem expectativas; veja se é hora de comprar

4 de março de 2026 - 16:30

Entre analistas, a leitura dos resultados é positiva, mesmo com a queda no lucro. Além da marca própria Olympikus, a companhia representa no Brasil a japonesa Mizuno e a americana Under Armour

QUEM SOFRE É A CERVEJA

Sinal de ressaca? Ambev (ABEV3) anuncia possível pressão em despesas e custos diante da volatilidade do dólar; entenda

4 de março de 2026 - 16:00

Alumínio, que é uma das matérias-primas da Ambev, também pode ficar mais caro em decorrência do conflito no Oriente Médio; empresa já vinha lidando com ambiente adverso

FEBRE DAS CANETAS

RD Saúde (RADL3) tem lucro abaixo do esperado no 4T25, mas ‘efeito Ozempic’ impulsiona ações

4 de março de 2026 - 14:58

Com 10% da receita vindo de medicamentos como Ozempic e Wegovy, RD Saúde mostra que o peso das canetas emagrecedoras já impacta o balanço

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar