Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Tensão EUA-China

Executiva da Huawei detida no Canadá em 2018 volta à China após acordo com os EUA

Confinada à cidade de Vancouver há quase três anos, onde havia sido presa sob acusação de fraude, CFO da Huawei, Meng Wangzhou, protagonizou incidente diplomático entre Canadá, EUA e China

Meng Wanzhou, executiva da Huawei
Meng Wanzhou, executiva da Huawei: companhia chinesa é maior fabricante mundial de equipamentos de telecomunicações e líder em tecnologia 5G. Imagem: Huawei/Divulgação

A CFO da empresa chinesa de tecnologia Huawei, Meng Wangzhou, finalmente voltou do Canadá para a China quase três anos depois de ter sido detida no país norte-americano a pedido dos Estados Unidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A permissão à executiva e filha do fundador da companhia foi concedida pelo Departamento de Justiça (DoJ) americano após acordo com a promotoria.

Meng admitiu ter cometido algumas irregularidades durante audiência remota no tribunal federal no Brooklyn, na última sexta-feira (24), em troca de os promotores adiarem e, posteriormente, retirarem as acusações de fraude bancária contra ela.

A executiva reconheceu que fez declarações falsas a um banco em 2013 sobre a relação entre a Huawei e a Skycomm, uma empresa sediada em Hong Kong e controlada por ela, mas que operava no Irã, levando o banco a fornecer serviços que violavam as sanções americanas ao país do Oriente Médio.

Relembre a história

Meng foi presa no Canadá em 2018 a pedido do governo americano e solta após pagamento de fiança de US$ 7,5 milhões em dezembro daquele ano. Mesmo assim, ela ficou confinada à cidade de Vancouver e vinha lutando contra a extradição para os Estados Unidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na época, sua prisão adicionou combustível às já tensas relações entre Pequim e Washington durante o governo do então presidente Donald Trump. A detenção ocorreu logo após uma reunião do G-20 que colocou trégua na guerra tarifária entre as duas nações.

Leia Também

A CONTA CHEGOU?

O novo teste do Nubank: banco digital entra no 1T26 sob nova cobrança dos investidores. O que esperar do balanço?

DIETA EM MOUNJARO

Americanas vende 10 lojas do Natural da Terra para o Oba na busca de estrutura mais magra, enquanto corta prejuízo em 24,8% no 1T26 

Pouco tempo depois da prisão da CFO da Huawei, Michael Kovrig, um ex-diplomata canadense, foi preso na China, num ato que foi considerado uma represália pelos governos norte-americanos, uma vez que o governo chinês já havia feito ameaças nesse sentido ao Canadá, em razão da prisão de Meng.

Após a liberação da executiva para retornar à China, o gigante asiático libertou Kovrig e Michael Spavor, outro canadense que estava preso no país.

A Huawei disse, em comunicado, que continuaria a lutar contra as acusações criminais pendentes nos EUA contra a empresa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Escalada das tensões entre Washington e Pequim

O acordo que liberou Meng a voltar à China acontece num momento de piora nas relações entre o país asiático e os EUA. Os americanos se juntaram recentemente ao Reino Unido e à Austrália numa iniciativa para fornecer submarinos nucleares ao país da Oceania, para conter a influência chinesa na região Indo-Pacífico.

No mês passado, mil dias após a prisão de Meng, as autoridades chinesas em Pequim e no Canadá disseram que ela havia sido detida arbitrariamente e chamaram seu caso de "um incidente puramente político" com o objetivo de obstruir o desenvolvimento científico e de alta tecnologia da China.

*Com Estadão Conteúdo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Lançamento da Azzas 2154 na B3 13 de maio de 2026 - 15:50
petrobras petr4 dividendos ações 13 de maio de 2026 - 15:01
Alexandre Birman (à esquerda) e Roberto Jatahy, principais acionistas e gestores da Azzas 2154 12 de maio de 2026 - 16:00
Magda Chambriard em primeiro plano com painel branco atrás, com os dizeres Petrobras 12 de maio de 2026 - 15:39
12 de maio de 2026 - 12:56
12 de maio de 2026 - 11:37
Minerva Foods (BEEF3) 11 de maio de 2026 - 18:41
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia