O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Confinada à cidade de Vancouver há quase três anos, onde havia sido presa sob acusação de fraude, CFO da Huawei, Meng Wangzhou, protagonizou incidente diplomático entre Canadá, EUA e China
A CFO da empresa chinesa de tecnologia Huawei, Meng Wangzhou, finalmente voltou do Canadá para a China quase três anos depois de ter sido detida no país norte-americano a pedido dos Estados Unidos.
A permissão à executiva e filha do fundador da companhia foi concedida pelo Departamento de Justiça (DoJ) americano após acordo com a promotoria.
Meng admitiu ter cometido algumas irregularidades durante audiência remota no tribunal federal no Brooklyn, na última sexta-feira (24), em troca de os promotores adiarem e, posteriormente, retirarem as acusações de fraude bancária contra ela.
A executiva reconheceu que fez declarações falsas a um banco em 2013 sobre a relação entre a Huawei e a Skycomm, uma empresa sediada em Hong Kong e controlada por ela, mas que operava no Irã, levando o banco a fornecer serviços que violavam as sanções americanas ao país do Oriente Médio.
Meng foi presa no Canadá em 2018 a pedido do governo americano e solta após pagamento de fiança de US$ 7,5 milhões em dezembro daquele ano. Mesmo assim, ela ficou confinada à cidade de Vancouver e vinha lutando contra a extradição para os Estados Unidos.
Na época, sua prisão adicionou combustível às já tensas relações entre Pequim e Washington durante o governo do então presidente Donald Trump. A detenção ocorreu logo após uma reunião do G-20 que colocou trégua na guerra tarifária entre as duas nações.
Leia Também
Pouco tempo depois da prisão da CFO da Huawei, Michael Kovrig, um ex-diplomata canadense, foi preso na China, num ato que foi considerado uma represália pelos governos norte-americanos, uma vez que o governo chinês já havia feito ameaças nesse sentido ao Canadá, em razão da prisão de Meng.
Após a liberação da executiva para retornar à China, o gigante asiático libertou Kovrig e Michael Spavor, outro canadense que estava preso no país.
A Huawei disse, em comunicado, que continuaria a lutar contra as acusações criminais pendentes nos EUA contra a empresa.
O acordo que liberou Meng a voltar à China acontece num momento de piora nas relações entre o país asiático e os EUA. Os americanos se juntaram recentemente ao Reino Unido e à Austrália numa iniciativa para fornecer submarinos nucleares ao país da Oceania, para conter a influência chinesa na região Indo-Pacífico.
No mês passado, mil dias após a prisão de Meng, as autoridades chinesas em Pequim e no Canadá disseram que ela havia sido detida arbitrariamente e chamaram seu caso de "um incidente puramente político" com o objetivo de obstruir o desenvolvimento científico e de alta tecnologia da China.
*Com Estadão Conteúdo.
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”
Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação
A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança
Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado
Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3
O desinvestimento no Hortifruti Natural da Terra já estava no plano de RJ e era uma das opções para levantar recursos para a Americanas. No entanto, não houve acordo sobre o preço, diz Broadcast
Bancos credores e os detentores de títulos de dívida estão entendendo que segregar os negócios de usinas e os de distribuição de combustíveis pode ter um sentido econômico relevante para todos
Principalmente pequenos comerciantes reclamavam que a empresa estava retendo recursos de vendas feitas em suas maquininhas de cartão. Alguns lojistas fizeram reclamações na internet de perdas de mais de R$ 100 mil em vendas feitas e não recebidas
Para quem investe em ITUB4, o anúncio é neutro no curto prazo. O banco destacou que a reorganização não terá impacto financeiro.
O Banco do Brasil anunciou a indicação de três novos nomes e o rodízio de outros 9 diretores; entenda a estratégia que deve ajudar o BB a bater as metas de 2026
No acumulado de 2026, o rali das ações da estatal é impressionante, com PETR 3 e PETR4 superando os 60% de valorização
Executivo deixa o posto por razões pessoais, enquanto conselho aciona headhunter para encontrar sucessor
O foco do investidor continua na dívida da empresa, a reestruturação da estrutura de capital e o resultado potencial para os acionistas minoritários
BTG Trends permite operar cenários de alta ou queda em ativos e decisões de juros dentro de ambiente regulado
A empresa de saúde e diagnósticos sofre com leitura negativa do mercado após balanço do quarto trimestre de 2025; entenda os impactos do desinvestimento e as dúvidas sobre a joint venture com a Amil