O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Financiamento via debêntures conta com algumas vantagens em relação ao empréstimo tradicional, como a alíquota zero de IOF
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) liberou os bancos para realizarem financiamentos "travestidos" de ofertas públicas de debêntures — títulos de crédito emitidos por empresas.
As instituições financeiras são as principais investidoras de debêntures do mercado. No ano passado, elas ficaram com quase 65% de todo o volume de emissões, de acordo com dados da Anbima, associação que representa o setor.
O problema é que a maior parte dessas operações não são típicas do mercado de capitais — quando os papéis são oferecidos e vendidos a uma série de investidores.
Na maior parte dos casos, os bancos são os únicos investidores dos papéis e não há sequer esforços de venda para terceiros. Ou seja, as debêntures são usadas como uma forma de operação de crédito.
E por que os bancos fazem isso? O financiamento via debêntures conta com algumas vantagens em relação ao empréstimo tradicional, como a alíquota zero do imposto sobre operações financeiras (IOF).
O tema é conhecido e já foi tratado pela “xerife” do mercado de capitais pela última vez em 2018, quando o colegiado decidiu favoravelmente aos bancos.
Leia Também
A área técnica da autarquia, contudo, decidiu voltar ao caso com a alegação de que as ofertas públicas, mas com caráter de crédito, não obedeceriam uma razão lícita — a condição dada pela CVM para liberar as operações no voto de 2018.
Para os técnicos, a prática de "encarteirar" as emissões de debêntures poderia representar uma possível violação à norma do Conselho Monetário Nacional (CMN) que estabelece que os bancos só podem adquirir debêntures em ofertas públicas.
O colegiado da autarquia, contudo, decidiu por unanimidade que as instituições financeiras podem continuar usando ofertas públicas de debêntures mesmo que não haja nenhum esforço efetivo de venda a outros investidores.
Em seu voto, o diretor Gustavo Gonzalez — relator do caso e que acaba de deixar a diretoria da CVM — rejeitou a conclusão dos técnicos de que operações privadas estariam sendo indevidamente travestidas de ofertas públicas.
O diretor também rejeitou a proposta da área técnica de uma maior interação com o Banco Central e a Receita Federal sobre o caso e avaliou que não há indícios de um problema estrutural.
“As informações públicas sugerem que BCB e RFB têm ciência e monitoram o assunto dentro de suas respectivas esferas de competência”, disse Gonzalez.
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital