O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Depois de 74 anos e vários resgates financeiros, a Alitalia será substituída por uma nova empresa estatal; limites de gastos serão bem menores
O voo doméstico de Cagliari, na Sardenha, para Roma concluiu ontem a história da Alitalia.
Depois de 74 anos e vários resgates financeiros que não conseguiram mantê-la viva, a Alitalia será substituída por uma nova empresa estatal, que nascerá com frota de 52 aeronaves, mas apenas 3 mil dos 11 mil ex-funcionários do ícone italiano, que transportou papas em nada menos do que 169 visitas internacionais.
Termina, assim, uma história de sucessos, mas também de contínuos fracassos na sua gestão, com perdas bilionárias aos cofres estatais.
O governo do país, sob o olhar vigilante da União Europeia, criou a novata Itália Transporte Aéreo (ITA), responsável por garantir conexões internas essenciais para a nação, mas com um limite de gastos bem menor.
Nas últimas semanas, os trabalhadores da Alitalia - entre eles, parte dos 8 mil que serão demitidos com a reestruturação e a mudança de nome do negócio - protestaram no aeroporto de Roma contra a decisão de fechar a companhia.
Eles argumentam que o plano de reduzir o tamanho da aérea, criando a novata ITA com a bênção da União Europeia, pode acabar não dando resultado nenhum. Segundo eles, a atividade restrita do novo negócio, que cobrirá um número de rotas muito menor, tem pouca chance de atrair um comprador estrangeiro privado.
Leia Também
Líder do sindicato dos tripulantes, Antonio Amoroso afirmou que a estratégia "é um plano fracassado do ponto de vista empresarial, que não ajuda o governo, não serve aos passageiros e afeta radicalmente os trabalhadores".
Após o primeiro voo Roma-Turim em 1947, a Alitalia tornou-se uma das grandes companhias aéreas internacionais. Em 1960, foi patrocinadora oficial dos Jogos Olímpicos de Roma. Nas décadas seguintes, abriu rotas internacionais, principalmente na América e no Oriente.
Na década de 1990, começaram os problemas econômicos. Houve, nessa época, a primeira tentativa fracassada de fusão com a Air France. Depois de uma longa negociação, que envolvia o fechamento de rotas e de "hubs" de distribuição da Alitalia, a ideia foi abandonada. Depois, em 2007, a Air France acabou se unindo à holandesa KLM - negócio que perdura até hoje.
Dois anos mais tarde, nasceu a CAI, união da Alitalia e da companhia aérea Airone, tendo a Air France-KLM como parceira estratégica, com 25% do capital. Mas, em cinco anos, a empresa trocou três vezes de presidente e, em 2013, precisou de uma recapitalização. A Air France deixou a sociedade.
Em 2014, a Etihad, dos Emirados Árabes Unidos, anunciou a compra de 49% da Alitalia. Porém, três anos depois, a empresa estava de novo em maus lençóis e precisava de uma nova capitalização - projeto que foi rejeitado pelos funcionários. Como resultado, a Etihad acabou sendo empurrada para fora da sociedade. Para manter a Alitalia viva, o governo concedeu dois empréstimos-ponte superiores a 1 bilhão de euros.
Em 2020, foi autorizada a criação da nova empresa, a ITA, com o compromisso do governo com Bruxelas de não injetar mais de 1,35 bilhão de euros no capital até 2023.
Embora o novo negócio tenha sido criado com 3 mil funcionários, a ideia é que o total chegue a 5,7 mil por volta de 2025. O novo negócio começa com 52 aeronaves compradas da Alitalia, mas pretende atingir 78 aviões já em 2022 e 105 em 2025.
Montadora recalibra estratégia após freio nas vendas de elétricos e pressão da concorrência chinesa; entenda a nova cartada da Stellantis na Europa
Ambas as indicações atribuídas ao fundo da Reag constavam na ata da reunião na qual os conselheiros foram eleitos, em março de 2025
A Cosan (CSAN3) e o BTG Pactual (BPAC11), por meio de fundos, apresentaram uma proposta à Shell de reestruturação da Raízen. Já a inglesa Shell devolveu com um novo plano
Fundo Garantidor de Crédito (FGC) vai antecipar o pagamento de até R$ 1 mil a credores do will bank pelo app do banco; veja o passo a passo para resgate
LOGG3 foi promovida para “compra” com preço-alvo em R$ 34; banco cita o início do ciclo de cortes na taxa básica como um dos principais gatilhos para o papel
Para 2026, a expectativa é de 15 novas unidades Riachuelo, em postos que já estão praticamente fechados, disse Miguel Cafruni, diretor financeiro, em entrevista ao Seu Dinheiro.
Executivos destacam desempenho operacional recorde em teleconferência, apesar do prejuízo contábil no 4T25
Os papéis da companhia chegaram a subir mais de 8% nesta sexta-feira (13) com a revisão do preço-teto do leilão de reserva
Os papéis da mineradora acumulam ganho de 22% em 2026; saiba se ainda há espaço para mais ou se VALE3 chegou ao topo da valorização para o ano
Com os recentes rebaixamentos feitos por agências de classificação de risco, a produtora acredita que será mais difícil vender ativos, recuperar créditos fiscais e até pegar crédito no mercado, já que perdeu o grau de investimento
A renúncia acontece em um momento sensível para a empresa, que atravessa processo de privatização por meio de oferta de ações na Bolsa
Seis anos após crise contábil, resseguradora tenta consolidar virada enquanto enfrenta novas arbitragens de acionistas
Projeções da Bloomberg indicavam expectativas mais altas de receita e Ebitda, depois do recorde de produção e da volta ao topo do ranking global de minério
Com a Raízen afundando para a faixa de alto risco, a S&P passou a ver mais incertezas e riscos financeiros para a controladora
Antiga controladora da petroquímica teria sido responsável por evento pontual que pressionou indicador do BB, diz Money Times
Mesmo com pressão sobre volumes e margens, ABEV3 avança embalada por JCP e pelo humor do mercado; bancos divergem sobre o balanço
As ações da ex-Guararapes reagem positivamente ao balanço do quarto trimestre de 2025, com o melhor ano da série histórica para a varejista de moda
A Petrobras optou por não comprar a parte da Novonor para se tornar dona sozinha da petroquímica, nem vender sua própria fatia na mesma operação
FGC impõe reforço extraordinário e eleva contribuição anual dos bancos para recompor liquidez; entenda o impacto para o BB
Administração fala em “low teens” para o ROE e prioriza ajuste da carteira antes de aumentar remuneração ao acionista