Saída de dólares em 2020 no País supera entrada em US$ 27,923, diz BC
Em 2019, o resultado havia sido negativo em US$ 44,768 bilhões.

O fluxo cambial total do ano de 2020 foi negativo em US$ 27,923 bilhões, informou nesta quarta-feira, 6, o Banco Central. Em 2019, o resultado havia sido negativo em US$ 44,768 bilhões.
Leia também:
- ATENÇÃO: Confira o "Segredos da Bolsa" e saiba o que está no radar do mercado
- Pátria pode chegar à Nasdaq valendo US$ 1,6 bilhão, diz BTG Pactual
- Varejo no Brasil deixará de faturar R$ 15,8 bi com feriados, diz FecomercioSP
O resultado do ano passado está diretamente ligado aos efeitos da pandemia de covid-19 sobre a economia. Em meio à crise, investidores aceleraram em março e abril o envio de dólares a outros países, em movimento de busca por segurança. Posteriormente, verificou-se acomodação nos fluxos e certo movimento de retorno de investimentos.
No ano, a saída líquida de dólares pelo canal financeiro foi de US$ 51,173 bilhões. Este resultado é fruto de aportes no valor de US$ 485,095 bilhões e de envios no total de US$ 536,268 bilhões. O segmento reúne investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações.
No comércio exterior, o saldo acumulado ficou positivo em US$ 23,250 bilhões, com importações de US$ 169,096 bilhões e exportações de US$ 192,346 bilhões. Nas exportações estão incluídos US$ 23,745 bilhões em Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), US$ 68,761 bilhões em Pagamento Antecipado (PA) e US$ 99,840 bilhões em outras entradas.
Dezembro
Depois de registrar entradas líquidas de US$ 438 milhões em novembro, o País fechou dezembro com fluxo cambial negativo de US$ 8,353 bilhões, informou o Banco Central.
Leia Também
Semana mais curta teve ganhos para a Bolsa brasileira e o real; veja como foram os últimos dias para Ibovespa e dólar
Rodolfo Amstalden: Falta pouco agora
No canal financeiro, houve saída líquida de US$ 4,422 bilhões em dezembro, resultado de aportes no valor de US$ 55,005 bilhões e de retiradas no total de US$ 59,427 bilhões.
No comércio exterior, o saldo ficou negativo em US$ 3,932 bilhões, com importações de US$ 20,964 bilhões e exportações de US$ 17,032 bilhões. Nas exportações, estão incluídos US$ 1,261 bilhão em ACC, US$ 7,050 bilhões em PA e US$ 8,721 bilhões em outras entradas.
Semana
O fluxo cambial da semana passada (de 28 a 30 de dezembro) ficou negativo em US$ 3,399 bilhões, informou o Banco Central.
O canal financeiro registrou na semana passada saída líquida de US$ 3,128 bilhões. Isso foi resultado de aportes no valor de US$ 6,043 bilhões e de envios no total de US$ 9,171 bilhões.
No comércio exterior, o saldo ficou negativo em US$ 271 milhões no período, com importações de US$ 2,646 bilhões e exportações de US$ 2,375 bilhões. Nas exportações, estão incluídos US$ 209 milhões em ACC, US$ 405 milhões em PA e US$ 1,760 bilhão em outras entradas.
Por que o ouro se tornou o porto seguro preferido dos investidores ante a liquidação dos títulos do Tesouro americano e do dólar?
Perda de credibilidade dos ativos americanos e proteção contra a inflação levam o ouro a se destacar neste início de ano
Fim da linha para o dólar? Moeda ainda tem muito a cair, diz economista-chefe do Goldman Sachs
Desvalorização pode vir da relutância dos investidores em se exporem a investimentos dos EUA diante da guerra comercial com a China e das incertezas tarifárias, segundo Jan Hatzius
Tudo tem um preço: Ibovespa tenta manter o bom momento, mas resposta da China aos EUA pode atrapalhar
China nega que esteja negociando tarifas com os Estados Unidos e mercados internacionais patinam
Agora 2025 começou: Ibovespa se prepara para seguir nos embalos da festa do estica e puxa de Trump — enquanto ele não muda de ideia
Bolsas internacionais amanheceram em alta nesta quarta-feira diante dos recuos de Trump em relação à guerra comercial e ao destino de Powell
Ibovespa pega carona nos fortes ganhos da bolsa de Nova York e sobe 0,63%; dólar cai a R$ 5,7284
Sinalização do governo Trump de que a guerra tarifária entre EUA e China pode estar perto de uma trégua ajudou na retomada do apetite por ativos mais arriscados
Banco Central acionou juros para defender o real — Galípolo detalha estratégia monetária brasileira em meio à guerra comercial global
Em audiência na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, Gabriel Galípolo detalhou a estratégia monetária do Banco Central e sua visão sobre os rumos da guerra comercial
Bitcoin engata alta e volta a superar os US$ 90 mil — enfraquecimento do dólar reforça tese de reserva de valor
Analistas veem sinais de desacoplamento entre bitcoin e o mercado de ações, com possível aproximação do comportamento do ouro
Orgulho e preconceito na bolsa: Ibovespa volta do feriado após sangria em Wall Street com pressão de Trump sobre Powell
Investidores temem que ações de Trump resultem e interferência no trabalho do Fed, o banco central norte-americano
A última ameaça: dólar vai ao menor nível desde 2022 e a culpa é de Donald Trump
Na contramão, várias das moedas fortes sobem. O euro, por exemplo, se valoriza 1,3% em relação ao dólar na manhã desta segunda-feira (21)
A coisa está feia: poucas vezes nas últimas décadas os gestores estiveram com tanto medo pelo futuro da economia, segundo o BofA
Segundo um relatório do Bank of America (BofA), 42% dos gestores globais enxergam a possibilidade de uma recessão global
Powell na mira de Trump: ameaça de demissão preocupa analistas, mas saída do presidente do Fed pode ser mais difícil do que o republicano imagina
As ameaças de Donald Trump contra Jerome Powell adicionam pressão ao mercado, mas a demissão do presidente do Fed pode levar a uma longa batalha judicial
Sobrevivendo a Trump: gestores estão mais otimistas com a Brasil e enxergam Ibovespa em 140 mil pontos no fim do ano
Em pesquisa realizada pelo BTG, gestores aparecem mais animados com o país, mesmo em cenário “perde-perde” com guerra comercial
Dólar volta a recuar com guerra comercial entre Estados Unidos e China, mas ainda é possível buscar lucros com a moeda americana; veja como
Uma oportunidade ‘garimpada’ pela EQI Investimentos pode ser caminho para diversificar o patrimônio em meio ao cenário desafiador e buscar lucros de até dólar +10% ao ano
Que telefone vai tocar primeiro: de Xi ou de Trump? Expectativa mexe com os mercados globais; veja o que esperar desta quinta
Depois do toma lá dá cá tarifário entre EUA e China, começam a crescer as expectativas de que Xi Jinping e Donald Trump possam iniciar negociações. Resta saber qual telefone irá tocar primeiro.
Até tu, Nvidia? “Queridinha” do mercado tomba sob Trump; o que esperar do mercado nesta quarta
Bolsas continuam de olho nas tarifas dos EUA e avaliam dados do PIB da China; por aqui, investidores reagem a relatório da Vale
Dividendos da Petrobras (PETR4) podem cair junto com o preço do petróleo; é hora de trocar as ações pelos títulos de dívida da estatal?
Dívida da empresa emitida no exterior oferece juros na faixa dos 6%, em dólar, com opções que podem ser adquiridas em contas internacionais locais
Respira, mas não larga o salva-vidas: Trump continua mexendo com os humores do mercado nesta terça
Além da guerra comercial, investidores também acompanham balanços nos EUA, PIB da China e, por aqui, relatório de produção da Vale (VALE3) no 1T25
Vai dar para ir para a Argentina de novo? Peso desaba 12% ante o dólar no primeiro dia da liberação das amarras no câmbio
A suspensão parcial do cepo só foi possível depois que o governo de Javier Milei anunciou um novo acordo com o FMI no valor de US$ 20 bilhões
Alívio na guerra comercial injeta ânimo em Wall Street e ações da Apple disparam; Ibovespa acompanha a alta
Bolsas globais reagem ao anúncio de isenção de tarifas recíprocas para smartphones, computadores e outros eletrônicos
Smartphones e chips na berlinda de Trump: o que esperar dos mercados para hoje
Com indefinição sobre tarifas para smartphones, chips e eletrônicos, bolsas esboçam reação positiva nesta segunda-feira; veja outros destaques