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Investidor, é possível ganhar até 15% ao ano com o aluguel de iPhones (sem precisar ter um): conheça o título da Allugator, que possui garantias e é regulado pelo BC

Empresa conecta investidores com assinantes de aparelhos eletrônicos de ponta; retorno é muito superior ao da renda fixa tradicional

Autor
8 de julho de 2021
8:50 - atualizado às 11:06
Imagem: Shutterstock

Com os retornos da renda fixa ainda baixos – apesar da recente subida da taxa básica de juros (Selic) -, os investidores que desejam obter maiores lucros, mas que não querem se expor à renda variável, procuram oportunidades pontuais que valorizem seu patrimônio, mas sem colocá-los diante de riscos exagerados ou de altas volatilidades.

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Por outro lado, os aparelhos eletrônicos, em especial os smartphones, estão entre os produtos mais desejados pelos consumidores brasileiros. Em relação aos celulares, a grande estrela é o iPhone, da Apple, símbolo de eficiência e status. Contudo, seu preço é pouco acessível para a maioria da população.

Pensando nisso, uma empresa brasileira oferece um serviço que conecta investidores interessados em maiores rentabilidades na renda fixa (até 15% ao ano) com aqueles que desejam eletrônicos de ponta. 

A startup mineira Allugator capta recursos de investidores, compra aparelhos como celulares e videogames e aluga aos interessados.

Segundo o CEO da empresa, Cadu Guerra, já foram captados R$ 20 milhões em apenas um ano de operação. E a meta é ambiciosa: chegar a R$ 60 milhões até o fim de 2021. A escada para essa subida: 120 mil usuários cadastrados na plataforma com intenção de alugar smartphones e outros equipamentos, uma média de 2 mil entrantes diários e 3 mil assinaturas ativas. Ou seja, uma enorme demanda reprimida.

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O modelo de negócio funciona da seguinte maneira: a empresa compra os aparelhos no atacado, conseguindo descontos nos preços, e obtém seus retornos por meio do aluguel dos aparelhos e da venda após os empréstimos. Com os recursos obtidos, os investidores são remunerados e o spread da operação vai para o caixa. 

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Para os interessados em alugar, o preço da locação, inferior ao de compra, possibilita que mais pessoas tenham acesso aos eletrônicos ou possam trocar constantemente os aparelhos por versões mais modernas.

A segurança da renda fixa com a rentabilidade dos melhores produtos

O investimento na Allugator se dá por meio de uma Cédula de Crédito Bancário (CCB), título de renda fixa regulamentado pelo Banco Central (BC). No contrato, a empresa entra como tomadora de um empréstimo, na qual o investidor se torna credor por intermédio de uma instituição financeira.

Esse aporte financeiro é remunerado mediante uma taxa pré-fixada acordada entre as partes, de acordo com o tipo de investimento. Na Allugator, a taxa varia entre 8% e 15% ao ano

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Como base comparativa, a taxa básica de juros (Selic), referência para grande parte das aplicações de renda fixa, está em 4,25%, abaixo inclusive da inflação projetada para este ano (na casa dos 6%, segundo o Boletim Focus). Veja, no gráfico abaixo, a projeção de rentabilidade de um aporte de R$ 20 mil em um título da Allugator após um ano:

Considerando um aporte de R$ 20 mil, o título da Allugator consegue, mesmo no pior cenário, superar o IPCA, fazendo o investidor ganhar poder de compra real. Já nos títulos que rendem 15%, os ganhos superam de longe a inflação e a Selic. Os números mostrados são brutos de impostos. Gráfico: João Victor Escovar/Seu Dinheiro.

Em resumo, o título é capaz de proteger o patrimônio do investidor da inflação e gerar ganho real - tudo isso com a previsibilidade da renda fixa. Não está convencido? Até agora, dos milhões de reais colocados por centenas de investidores, nenhum deles teve sequer uma parcela de seus pagamentos atrasados. Isso mesmo: zero inadimplência de acordo com a empresa.

Garantias para o investidor

Posso imaginar que, apesar das excelentes condições oferecidas, você como investidor deve estar um pouco receoso sobre as garantias de remuneração e devolução do capital investido. Afinal, estamos tratando de um modelo de negócios inovador e de uma empresa que não está entre os figurões do mercado financeiro ou do crédito privado.

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Bem, antes de falar dos mecanismos de garantia em si, é preciso fazer uma constatação: a Allugator está dando certo. Como disse anteriormente, já são 120 mil pessoas cadastradas na plataforma com o objetivo de alugar um eletrônico de ponta. Por outro lado, a empresa conta com cerca de 3 mil assinaturas ativas. Ou seja: o número potencial de clientes é, no mínimo,  40 vezes maior que a carteira atual – e atender essa demanda praticamente certa depende do aporte de capital na operação.

Para se ter uma noção, no ano passado a Allugator mirava investidores em busca de aplicações alternativas, com ticket médio de R$ 7 mil. Hoje, a média dos aportes é de R$ 100 mil e é voltada para aqueles que procuram um investimento de qualidade, que combine alta rentabilidade e segurança.

De acordo com o CEO, os riscos vinculados ao investimento se dividem em cinco, mas cada uma das possibilidades está coberta por uma característica que assegura a preservação do capital:

  • Risco 1 - Eletrônicos não serem alugados: todos os valores captados com investimentos estão atrelados a assinaturas pré-vendidas ou já na fila de contratação;
  • Risco 2 – Inadimplência: o pagamento da assinatura é feito de forma antecipada ou parcelada no cartão de crédito; além disso, a empresa aplica um score e só aceita clientes que passarem por todos os requisitos, o que reduz a chance de fraudes e prejuízos em 99,7%;
  • Risco 3 – Roubo ou não devolução: todos os equipamentos contam com proteção, além disso, a possibilidade de quaisquer sinistros já está embutida no preço do aluguel;
  • Risco 4 – Dificuldade de revenda: por conseguir adquirir os produtos a preços mais baixos, a empresa consegue revender perdendo muito pouco daquilo que pagou e, em alguns casos, por valores até maiores do que os desembolsados na compra;
  • Risco 5 – Problemas de solvência: o estoque em eletrônicos está atrelado ao título como garantia; logo, mesmo em um cenário extremo, o investidor está lastreado nos aparelhos; além disso, o próprio patrimônio da empresa e dos sócios está à disposição para cobrir as aplicações.

Como é possível perceber, a Allugator está preparada para as mais diversas eventualidades, mesmo que as possibilidades de acontecerem sejam raras.

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“Trouxemos um conceito de garantia com lastro em ativos reais. O dinheiro captado não é usado nas despesas correntes da empresa: ele apenas financia os aparelhos. Além disso, temos um modelo de análise de risco e um provisionamento para cobertura de danos que, no momento, é duas vezes maior que a perda projetada no pior cenário possível”, resume Guerra, CEO da startup.

Conciliação de interesses

Bem, mas se a operação da empresa vai tão bem, por que ela precisa captar investimentos? Como mostramos, existe uma demanda reprimida muito grande pelo aluguel de eletrônicos, que o capital próprio da Allugator não é capaz de suprir no momento. Por conta disso, a companhia emite os títulos de renda fixa e oferece ao investidor mais aberto uma oportunidade de negócio com zero inadimplência, prático, inovador e com retorno previsível e satisfatório.

Tudo isso sustentado em um modelo “redondo”, com muito destaque para a inteligência de mercado e o uso da tecnologia, que permitem uma avaliação detalhada de todas as variáveis pertinentes à atividade.

Condições para o investidor

Os prazos dos títulos de renda fixa da Allugator são de, no mínimo, 18 meses. Dependendo da negociação, esse valor pode ser retirado antes ou deve respeitar o tempo pré-fixado. A remuneração acontece por meio de dois modelos:

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  • Simples: investidor recebe todo mês os juros simples do capital investido e no final recebe o aporte inicial;
  • Bullet: valor todo é pago ao fim do período contratado, aproveitando-se dos juros compostos.

Como se trata de uma operação com retornos acima do mercado e que exige a compra de ativos de alto valor, os valores iniciais de aportes vão de R$20 mil a R$500 mil.

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