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Para cobrir o alto nível de gastos com educação, saúde, combate à desigualdade e mais, o texto prevê um aumento da carga tributária para os mais ricos

O governo dos Estados Unidos divulgou, nesta sexta-feira, 28, a proposta de orçamento para o ano fiscal de 2022. O plano, que requer aval do Congresso, mobiliza US$ 6 trilhões a partir de outubro.
A Casa Branca prevê um déficit de US$ 1,84 trilhão, que, apesar de elevado, é menor do que os US$ 3,67 trilhões registrados em 2021. Ainda assim, é estimativa é de que a dívida pública alcance 111,8% do Produto Interno Bruto (PIB) no ano.
O projeto apresenta ênfase nos pontos caros à agenda econômica do presidente norte-americano, Joe Biden, o que inclui investimentos públicos em educação e saúde, além do combate às desigualdades econômicas e às mudanças climáticas.
Para cobrir os gastos, o texto prevê um aumento da carga tributária para os mais ricos, com alta do imposto corporativo de 21% para 28% e de ganhos de capitais de 23,8% para 43,4%.
Antes mesmo da divulgação do tamanho dos investimentos previstos, a secretária do Tesouro norte-americano, Janet Yellen, já havia defendido a necessidade de aumentar os gastos para a recuperação econômica.
Segundo Yellen, a retomada não prosseguirá com um orçamento baseado no patamar de gastos há mais de dez anos. “Desconsiderando a inflação, o nível do orçamento atual é o mesmo daquele promulgado em 2010, e agências de política crítica viram seus orçamentos cortados em até 20% desde 2016”, afirmou.
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Mesmo com o salto, a secretária defende que não haverá uma alta "duradoura" na inflação.
O documento projeta ainda que o PIB dos EUA crescerá 5,2% em 2021 e 3,2% em 2022.
Para inflação, a previsão é de que o índice de preços ao consumidor fique em 2,1% no ano fiscal. Já a taxa de desemprego cairá a 5,5% em 2021 e 4,1% em 2022.
*Com informações da Dow Jones Newswires e Estadão Conteúdo
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