O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Pegue seu guarda-chuvas (ou sua regata) e confira os principais destaques do dia: inflação, ajuda fiscal nos EUA e auxílio emergencial
Uma nuvem voltou a pairar sobre os céus da bolsa. O sol de Wall Street e sua renovação de máximas não foi capaz de dissipar um velho inimigo dos lucros dos investidores: a interferência do governo em grandes empresas.
A Petrobras segue sendo alvo de apontamentos do governo, tanto na política de preços quanto na cobrança de impostos. Além das novas discussões do auxílio emergencial fora de exigências que cumpram a regra fiscal, o exterior faz um movimento de realização de lucros. Ou seja, o sol já se pôs nesta terça-feira (9).
O IBGE tambvém divulgou hoje o O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o índice oficial de inflação do país, registrou uma alta de 0,25% em janeiro. Esse resultado vem dentro das expectativas do mercado na comparação mês a mês. Mesmo assim, o indicador acumula alta de 4,56%, acima dos 4,52% observados nos 12 meses.
Pegue seu guarda-chuvas (ou sua regata) e confira os principais destaques do dia.
A segunda-feira (8) foi marcada principalmente por cautela. O Ibovespa começou o dia em alta, motivado pelo exterior favorável com o avanço do pacote de incentivos do presidente norte-americano Joe Biden, mas isso não foi suficiente para conter o noticiário local.
O mercado sentiu que a Petrobras não estava sendo tão transparente com sua política de preços, o que fez os papéis da empresa recuarem até 4% no pregão de ontem. Além disso, as últimas falas do presidente da república Jair Bolsonaro (sem partido) indicaram que o governo federal não está se entendendo com a estatal.
Leia Também
Mesmo após a reunião com o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, em que foi afirmado que o governo não interferiu nem nunca interferiria na política de preços da estatal, conseguiu afastar os temores do mercado. A recente disputa com os estados pelas mudanças na cobrança do ICMS e a tentativa de agradar os caminhoneiros com a redução do preço do diesel afetaram o Ibovespa nos últimos dias.
Para completar o show de preocupações dos investidores, o novo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), afirmou na tarde de ontem que não quer atrelar novas parcelas do auxílio emergencial às PECs que já estão no Congresso. Na prática, isso quer dizer que não existiria uma garantia de equilíbrio fiscal para o pagamento do benefício.
Mesmo com a posição vindo na contramão do que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do ministro da Economia, Paulo Guedes, vêm dizendo, a declaração fez o mercado torcer o nariz.
Com isso, o Ibovespa fechou o dia em queda de 0,45%, aos 119.696,36 pontos. O dólar comercial também teve um recuo de 0,20%, cotado a R$ 5,37.
O mundo segue acompanhando a vacinação dos países contra o coronavírus, mas o que realmente injeta ânimo nos mercados é o pacote de estímulos de Joe Biden. A secretária do Tesouro americano, Janet Yellen, voltou a dizer que um pacote fiscal robusto é necessário, o que abre ainda mais o caminho para a aprovação dos US$ 1,9 trilhão que Biden pretendia.
Na última sexta-feira (5), Biden anunciou que decidiu manter a proposta de um novo salário mínimo de US$ 1.400, como forma de atenuar os impactos econômicos da crise da covid-19. A posição revoltou o Partido Republicano, que negociava enxugar os benefícios, alegando a iminência de pressões na inflação e na dívida pública.
Assim, os índices de Nova York operam em leve queda, em um movimento de realização de ganhos, após renovarem máximas históricas na semana passada.
As bolsas europeias seguem oscilando, em um movimento de realização de lucros após uma semana seguindo a onda de dias positivos, puxada pelos índices de Nova York.
As bolsas asiáticas fecharam em alta, em especial os índices chineses, que vinham sofrendo quedas nos últimos dias, agora voltaram a subir, também muito influenciados pelo otimismo de Wall Street.
Na temporada de balanços, o BTG Pactual registrou lucro líquido de R$ 1,2 bilhão no quarto trimestre do ano passado, acima do mesmo intervalo do ano anterior. Em comparação ao terceiro trimestre, o crescimento foi de 22,65%.
Após o fechamento da bolsa, a TIM também deve divulgar seus dados e outra empresa de peso, o Twitter, deve fazer o mesmo nos Estados Unidos.
Hoje deve foi divulgado o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de janeiro (9h), pelo IBGE. A expectativa era que o índice estivesse entre 0,24% a 0,54% na comparação de mês a mês e na faixa dos 4,86% no acumulado de 12 meses.
Também foram divulgados os dados de produção industrial do país. Dos quinze locais pesquisados, onze tiveram aumento da atividade na passagem de novembro para dezembro.
Nos EUA, o Departamento de Trabalho mostrará os dados de emprego, ou Job Openings and Labor Turnover Survey (em tradução literal, "pesquisa de ofertas de emprego e desligamento de funcionários") e o Instituto Americano de Petróleo informa seu relatório semanal de estoques.
No começo da semana, a companhia anunciou a ampliação de seu acordo de fornecimento de carne com a subsidiária do fundo soberano da Arábia Saudita, além de avanços nas aprovações para um possível IPO da Sadia Halal
Volume estrangeiro nos primeiros dois meses do ano cresceu 60% em relação a 2025; só em fevereiro, gringos representaram 24% do volume negociado de fundos imobiliários
Bolsa brasileira segue o bom humor global com o alívio das tensões no Oriente Médio, mas queda do preço do petróleo derruba as ações de empresas do setor; dólar também recua
Apesar de preço mais alto para o aço, o valuation da empresa não é mais tão atraente, e potenciais para a empresa já estão precificados, dizem os bancos
O novo fundo imobiliário comprará participações em sete shoppings de propriedade da Allos, com valor de portfólio entre R$ 790 milhões e R$ 1,97 bilhão, e pode destravar valor para os acionistas
Com a transação, o fundo passa a ter uma exposição de 21% do seu portfólio ao setor bancário, o que melhora a relação risco e retorno da carteira
Retorno foi de 101,5% de abril de 2021 até agora, mas para quem reinvestiu os dividendos, ganho foi mais de três vezes maior, beirando os 350%
Depois do fracasso das negociações entre EUA e Irã no final de semana, investidores encontraram um respiro nas declarações de Trump sobre a guerra
Banco é o único brasileiro na operação, que pode movimentar até US$ 10 bilhões e marca nova tentativa de Bill Ackman de abrir capital; estrutura combina fundo fechado e holding da gestora, em modelo inspirado na estratégia de longo prazo de Warren Buffett.
Carteira recomendada do banco conta com 17 fundos e exposição aos principais setores da economia: infraestrutura, imobiliário e agronegócio
A operação abrange todos os portos do país no Golfo Arábico e no Golfo de Omã, e será aplicada a embarcações de qualquer nacionalidade
A casa avalia que aproximadamente 98% da carteira está atrelada a CRIs indexados ao IPCA, o que gera proteção contra a inflação
Ibovespa supera os 197 mil pontos e atinge novo recorde; apesar disso, nem todas as ações surfaram nessa onda
A companhia foi a maior alta do Ibovespa na semana, com salto de quase 25%. A disparada vem na esteira da renovação no alto escalão da companhia e o Citi destaca pontos positivos e negativos da dança das cadeiras
Com mínima de R$ 5,0055 nesta sexta-feira (10), a moeda norte-americana acumula perdas de 2,88% na semana e de 3,23% em abril, após ter avançado 0,87% em março, no auge da aversão ao risco no exterior em razão do conflito no Oriente Médio
Entrada de capital estrangeiro, volumes em alta e ganhos tributários levam instituição financeira a projetar lucros até 19% acima do consenso e margens robustas para a operadora da bolsa
Itaú BBA e Bank Of America dizem até onde o índice pode ir e quem brilhou em uma semana marcada por recordes sucessivos
Com dólar ao redor de R$ 5,06 e queda próxima de 8% no mês, combinação de fluxo estrangeiro, juros elevados e cenário externo sustenta valorização do real. Especialistas acreditam que há espaço para mais desvalorização
Escalada das tensões no Oriente Médio, com foco em Israel e Líbano, ainda mantém os preços do barril em níveis elevados, e coloca estatal entre as mais negociadas do dia na bolsa brasileira
O fundo imobiliário destacou que a movimentação faz parte da estratégia ativa de gestão, com foco na geração de valor para os cotistas