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Após recuar 25% no auge da pandemia, moeda digital tem forte valorização em meio à forte demanda de grandes investidores globais
O ano mal começou, mas já temos recordes sendo batidos. É o caso do bitcoin, que mal chegou à marca de US$ 30 mil e já alcançou US$ 33 mil neste sábado (2), apenas semanas após superar os US$ 20 mil.
Por volta das 16h, o Bitcoin registrava alta de 11,1%, a US$ 31.065,24, de acordo com cotação do site Yahoo Finance.
Com o resultado, a criptomoeda atingiu um valor de mercado de cerca de US$ 614 bilhões, ultrapassando o conglomerado Berkshire Hathaway, do megainvestidor Warren Buffett, cujo marketcap é de US$ 543,7 bilhões, e se tornando o sexto ativo mais valioso do mundo, segundo ranking do site AssetDash.
A situação é um tanto inusitada, se lembrarmos que Buffett é um dos magos dos investimentos que não se curvou ao nascimento das criptomoedas.
Em um passado nem tão distante, Buffett chegou a dizer que o bitcoin era como 'veneno de rato' e que o mercado de criptomoedas, no geral, teria um fim trágico.
A valorização da criptomoeda é impressionante. Depois de recuar 25% no auge da pandemia de covid-19, em março, ela veio ganhando força ao longo de 2020, com o crescimento do interesse dos grandes investidores do mercado global.
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Em 2020, o marketcap da moeda digital ultrapassou a do J.P. Morgan, Mastercard e Visa. A próxima empresa a ser superada é a chinesa Alibaba, atualmente avaliada em US$ 629,7 bilhões. Será que o bitcoin chega lá?
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