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Pelo segundo dia consecutivo, o Ibovespa tentou nadar contra a maré de cautela dos mercados internacionais, mas não conseguiu sustentar o fôlego. Enquanto o principal índice da bolsa brasileira fechou em queda de 0,59%, aos 106.760 pontos, o dólar à vista alcançou o maior patamar desde abril — R$ 5,6937, alta de 0,35%.
Nos aproximamos da última decisão de política monetária dos Estados Unidos de 2021, talvez a mais importante do ano. A expectativa do mercado é que o Federal Reserve anuncie a aceleração do ritmo de retirada dos estímulos monetários e indique a possibilidade de mudanças na taxa de juros no curto prazo.
A véspera da decisão foi tensa para as bolsas globais, principalmente após o índice de inflação ao produtor americano apresentar um aquecimento acima do esperado, se juntando aos diversos indicadores recentes que confirmam que a inflação do país deixou de ter apenas características temporárias.
Diante da possibilidade de uma elevação de juros no horizonte, o dólar seguiu se valorizando, e o Nasdaq foi o índice em Wall Street que mais sofreu, com queda de 1,14%. O Dow Jones e o S&P 500 também fecharam no vermelho, em queda de 0,75% e 0,30%, respectivamente. O comportamento das bolsas americanas pressionou o Ibovespa principalmente na segunda etapa do pregão.
Com o Fed apagando o efeito da divulgação da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central na bolsa e no câmbio, restou ao mercado de juros repercutir o posicionamento mais duro do BC brasileiro contra a inflação e a queda do volume de serviços em outubro.
Os dois pontos contribuem para a leitura de que a inflação por aqui deve continuar mostrando uma desaceleração. Apesar disso, as taxas de juros futuros reverteram parte da queda com o clima negativo em NY.
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