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Trio Lemann, Telles e Sicupira não dá ponto sem nó nas Lojas Americanas

29 de abril de 2021
20:06 - atualizado às 14:02
Fachada da Lojas Americanas (AMER3, LAME3 e LAME4))
Imagem: Wikipedia

Como já noticiamos aqui no Seu Dinheiro ontem à noite e informamos na edição matinal desta newsletter, as Lojas Americanas e a B2W finalmente anunciaram a sua tão esperada união.

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A junção dos negócios físico e on-line do grupo em uma única companhia é bem vista pelo mercado e deve beneficiar a atuação da empresa num ambiente extremamente competitivo para o varejo on-line, repleto de players de peso.

Porém, analistas estranharam um pouco a estrutura criada para efetivar essa fusão, transformando as Americanas numa espécie de holding. Confesso que até eu mesma, que cobri o assunto na noite de ontem, demorei para entender o arranjo.

Além disso, o anúncio do acordo de fusão incluiu também a notícia de que as Americanas pretendem listar ações nos Estados Unidos, provavelmente no início de 2022.

Para quem está se perguntando sobre os porquês dessas escolhas, é bom lembrar que as Lojas Americanas são controladas por Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, e esse trio não dá ponto sem nó.

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O Kaype Abreu explica o que eu quero dizer nesta matéria, onde ele fala também sobre a avaliação dos analistas a respeito da fusão e da estrutura escolhida, bem como o desempenho das ações das duas empresas no pregão desta quinta.

Leia Também

MERCADOS

• Os ganhos expressivos de ontem cobraram seu preço hoje. O Ibovespa ignorou a guinada positiva em Nova York e derrapou com uma realização de lucros, encerrando o dia em queda de 0,82%, aos 120.065 pontos. O dólar também cedeu à pressão local e fechou em queda de 0,47%, a R$ 5,33.

• Amanhã é sexta-feira - hashtag graças a Deus - e também o último dia de abril. Para fechar bem a semana e o mês, teremos happy hour adiantado no Seu Dinheiro, com a nossa tradicional live sobre os melhores e piores investimentos de abril. Vai ser ao meio-dia. Te espero lá!

• O IPO da Boa Safra Sementes precisou superar uma briga de herdeiros na Justiça e precificou as ações no piso da faixa indicativa. Mas a estreia dos papéis na B3, nesta quinta, foi estelar. As ações da produtora de sementes subiram quase 50% no primeiro dia de negociação.

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• Já a outra estreante do dia estava esperando por esse momento há muito tempo. Mas valeu a pena, e a Caixa Seguridade fez a segunda maior abertura de capital do ano. A Jasmine Olga te conta como foi o primeiro dia de negociação dos papéis da área de seguros da Caixa.

• O Ibovespa anunciou que mais duas empresas entrarão para o seleto grupo de membros do principal índice acionário do Brasil. Descubra quais são elas e saiba mais detalhes sobre a nova composição do Ibovespa, que estreia em maio.

• Se animou com a liberação para negociação de BDRs no ano passado e agora não faz ideia de como informar esses investimentos no imposto de renda? Fique tranquilo, a nova matéria da nossa série sobre o IR 2021 explica o passo a passo para a declaração desse tipo de ativo.

EMPRESAS

• Depois de um 2020 marcado por turbulências, a Embraer indica que o tempo pode estar começando a abrir para a companhia. Apesar do prejuízo de R$ 490 milhões no primeiro trimestre de 2021, a receita líquida saltou 55% na comparação anual. Confira a análise do Victor Aguiar.

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OPINIÃO

• Nos últimos dias nós falamos bastante sobre o primeiro ETF de criptomoedas da B3 por aqui. Agora o André Franco, especialista em criptoativos da Empiricus, te conta mais sobre o HASH11 e diz se vale a pena ou não investir.

Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua noite". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.

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