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Como já noticiamos aqui no Seu Dinheiro ontem à noite e informamos na edição matinal desta newsletter, as Lojas Americanas e a B2W finalmente anunciaram a sua tão esperada união.
A junção dos negócios físico e on-line do grupo em uma única companhia é bem vista pelo mercado e deve beneficiar a atuação da empresa num ambiente extremamente competitivo para o varejo on-line, repleto de players de peso.
Porém, analistas estranharam um pouco a estrutura criada para efetivar essa fusão, transformando as Americanas numa espécie de holding. Confesso que até eu mesma, que cobri o assunto na noite de ontem, demorei para entender o arranjo.
Além disso, o anúncio do acordo de fusão incluiu também a notícia de que as Americanas pretendem listar ações nos Estados Unidos, provavelmente no início de 2022.
Para quem está se perguntando sobre os porquês dessas escolhas, é bom lembrar que as Lojas Americanas são controladas por Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, e esse trio não dá ponto sem nó.
O Kaype Abreu explica o que eu quero dizer nesta matéria, onde ele fala também sobre a avaliação dos analistas a respeito da fusão e da estrutura escolhida, bem como o desempenho das ações das duas empresas no pregão desta quinta.
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Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua noite". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
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