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Nos primeiros dias do ano, o Seu Dinheiro se dedicou a apontar para você as perspectivas para os principais investimentos em 2021.
Exceto pelo tão falado bitcoin, cuja oscilação obedece a uma dinâmica própria, o desempenho da bolsa, da renda fixa, do dólar e dos demais ativos financeiros segue atrelado aos avanços da crise do coronavírus.
O sucesso no combate à pandemia e a trajetória da taxa básica de juros aqui no Brasil certamente serão fatores que vão influenciar as cotações ao longo deste ano — para o bem ou para o mal.
Mas quando se fala no longo prazo, o que vai realmente fazer a diferença nesse jogo é o mundo que vai emergir da maior crise de saúde do último século.
Usando aquela velha e surrada metáfora, agora que já enxergamos a luz no fim do túnel, o que nos espera do outro lado?
É da resposta a essa pergunta que vai depender o desempenho dos seus investimentos não só em 2021 como nos próximos anos — quem sabe até 2030.
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Na coluna de hoje, o Matheus Spiess traz para você uma espécie de “retrospectiva do futuro”, com algumas ideias valiosas do equilíbrio de forças que deve reinar no pós-covid. Além, é claro, dos investimentos que devem se beneficiar desse cenário. Vale a pena a leitura!
• Depois de bater recorde na primeira semana de 2021, o Ibovespa fechou ontem em queda expressiva de 1,46%, aos 123.255,13 pontos. O dólar também assustou e terminou em alta de 1,61%, acima da casa de R$ 5,50 desde 13 de novembro. Confira o que movimentou os mercados.
•O que mexe com os mercados hoje? Os investidores tentam se recuperar do baque da sessão anterior e devem acompanhar de perto a divulgação da inflação medida pelo IPCA de dezembro e de 2020. Qualquer novidade relacionada à ampliação do pacote de estímulos nos EUA também deve animar os negócios.
•A incorporadora Moura Dubeux registrou R$ 305 milhões em volume de vendas no quarto trimestre de 2020, segundo prévia operacional divulgada pela empresa, que atua na Região Nordeste e abriu o capital no ano passado na B3.
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