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É até difícil escrever sobre Warren Buffett nos dias de hoje. Ele é um megainvestidor mega conhecido, as pessoas sabem da sua história e da sua relevância, que já ultrapassou os limites do mercado financeiro.
Mas não é por isso que Buffett, perto de completar 91 anos de idade, perdeu sua capacidade de surpreender e de se adaptar às mudanças que acontecem à sua volta.
Ele sempre foi reconhecido como uma espécie de ícone do chamado “value investing”, que nada mais é do que identificar empresas sólidas, que já oferecem lucro e tenham seus negócios bem consolidados, e que estão “baratas”, desvalorizadas por algum motivo. Buffett acumulou seu imenso patrimônio realizando esse tipo de investimento.
Mas estamos no século da tecnologia. Das empresas que investem pesado para crescer, sem oferecer lucros aos seus acionistas nos primeiros anos de atividade. Às vezes, muitos anos. Foi o caso do Nubank, fundado em 2013, e que foi registrar lucro somente no primeiro trimestre de 2021.
Mesmo assim, Buffett, por meio da sua empresa Berkshire Hathaway, fez um aporte de US$ 500 milhões na fintech. Anunciado há pouco mais de um mês, o movimento foi tema de muitas reportagens e análises na mídia brasileira.
Mas o que isso significa para a história do bilionário senhor natural de Omaha, nos Estados Unidos? Estaria ele deixando de lado o apego ao “value investing”? Buffett estaria “traindo o movimento”?
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A Larissa Vitória responde a essa e outras questões sobre a maior personalidade do mundo financeiro atual. De um jeito leve e fácil de ler, ela ouve analistas e tenta responder a uma pergunta nem sempre simples: quais os planos de Warren Buffett?
O que mexe com os mercados hoje? O dia começa de olho nos indicadores de inflação ao produtor nos EUA e balanços de grandes instituições financeiras. No Brasil, a prévia do PIB deve movimentar os negócios pela manhã, mas o prato principal fica para a tarde, com as falas de Jerome Powell e divulgação do Livro Bege.
Com a temporada de balanços já batendo à porta, algumas empresas estão divulgando seus resultados prévios do 2º trimestre, como é o caso da Mitre. Os números da companhia são promissores. Seus lançamentos somaram R$ 237 milhões e apresentaram uma alta de 99,8% em relação ao trimestre anterior.
Ainda nas prévias, a Helbor também divulgou seus resultados. Segundo a empresa, as vendas brutas subiram cerca de 113% comparadas ao mesmo período de 2020, resultando em R$ 468 milhões. A Velocidade de Vendas (VSO total) foi de 15,4%, ante 8,4% de um ano antes.
Na justiça, foi mantida a permissão da transferência de controle da Eldorado para Paper Excellence. A J&F Investimentos, da família Batista, pede a anulação da sentença arbitral e ainda pode recorrer da decisão.
A crise custou caro para o turismo. No país, o setor já acumula prejuízo de R$ 376,6 bilhões desde o agravamento da pandemia, em março do ano passado. As empresas começam a sentir uma certa retomada com o início da vacinação, mas ainda tímida. A recuperação mais consistente deve ficar mesmo para 2022.
A reforma tributária ainda está gerando muito barulho. Em uma nova carta enviada ao governo, o presidente da Abrapp sinaliza que a cobrança de impostos sobre fundos de pensão é um atraso. Ele não está sozinho: a Previ também se posicionou de forma crítica em relação à proposta que ainda será debatida no congresso antes de ser aprovada. Confira.
Com a trajetória de alta da Selic, alguns investimentos de renda fixa viraram verdadeiras oportunidades de melhorar sua carteira de investimentos. Confira os mais rentáveis para 2021 neste vídeo que preparamos para você. Basta clicar aqui.
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