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Os monstros que assombravam o mercado financeiro no começo da semana foram ficando mais dóceis e domesticados com o passar dos dias. E isso graças à atuação dos bancos centrais ao redor do mundo.
O Banco do Povo da China (PBoC, o BC chinês) segue injetando bilhões de dólares na economia para minimizar os impactos negativos da crise enfrentada pela incorporadora Evergrande, afastando o receio de que as coisas possam espelhar a crise de 2008. No Brasil, o BC divulgou ontem a elevação da taxa Selic para 6,25% ao ano.
Já o Federal Reserve, o banco central americano, finalmente deixou mais claro para os investidores quando a retirada dos estímulos irá começar, ainda que dados mais fracos da economia tenham balançado os mercados por alguns instantes.
O Ibovespa seguiu renovando máximas ao longo de todo o dia, e nem mesmo a ocupação da B3 por movimentos sociais que protestam contra o governo minou o apetite por risco dos investidores e evitou que o índice retomasse o patamar dos 114 mil pontos.
O principal índice da bolsa fechou o dia em alta de 1,59%, aos 114.064 pontos. Em Nova York, o dia também foi positivo, com Nasdaq, S&P 500 e Dow Jones fechando o dia com ganhos acima de 1%.
Se na bolsa o dia foi de otimismo generalizado, o câmbio e o mercado de juros repercutiram a proximidade da retirada dos estímulos nos EUA e o cenário fiscal brasileiro com mais força. O dólar à vista teve dia de grande volatilidade, mas encerrou a sessão em leve alta de 0,10%, a R$ 5,3096.
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O mercado de juros local passou por ajustes após o Copom de ontem indicar que a Selic pode chegar a 8,50% já em 2022. No exterior, os investidores repercutiram as projeções dos dirigentes do Fed de que o aumento de juros seja retomado já no próximo ano.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta quinta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do índice.
SOB NOVA DIREÇÃO
Mudanças no alto escalão da Ultrapar agradam e ações disparam mais de 9%. Hora de comprar UGPA3? Analistas enxergam movimentação da Ultrapar como ‘ponto de virada’ e uma surpresa positiva, mas ainda é cedo para um diagnóstico mais preciso do futuro.
PRESSÃO SOBRE AS CONSTRUTORAS
‘Sem razões para ânimo’ com o setor imobiliário, Credit Suisse rebaixa recomendação de Cyrela, e ações têm queda firme. Banco suíço, que rebaixou a recomendação de CYRE3 de “compra” para “neutra”, vê um cenário difícil para as construtoras nos próximos meses por causa da alta da inflação e da taxa básica de juros.
OCCUPY B3
B3 (B3SA3) recua quase 3% com ocupação do MTST; movimentos sociais protestaram contra o governo e a desigualdade social na sede da Bolsa. Militantes do movimento por moradia entraram no saguão da bolsa de valores em ato contra as altas no desemprego e na inflação.
EMPURRÃOZINHO DA CHINA
Criptomoedas caminham para semana no vermelho, mas China contribui para altas do dia. O gigante asiático injetou US$ 36 bilhões na economia para aumentar a liquidez dos mercados, o que pode animar os ativos de risco, incluindo o mercado de cripto.
NEGÓCIOS
Banco Central aprova compra da Empiricus e da Vitreo pelo BTG Pactual. Negócio já havia passado pelo Cade sem restrições e agora depende apenas da conclusão da reestruturação societária em curso na Empiricus.
O foco dos investidores continua concentrado nas pressões inflacionárias e no cenário internacional, em especial no comportamento do petróleo, que segue como um dos principais vetores de risco para a inflação e, por consequência, para a condução da política monetária no Brasil
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Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo
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