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Ibovespa conseguiu terminar semana no azul com o alívio dos juros futuros, mas as principais criptomoedas ficaram no vermelho, com desempenhos muito negativos
Os mercados nesta semana ficaram multicoloridos. Não tivemos apenas a vermelhidão das cotações negativas, nem somente a tranquilidade dos desempenhos azuis, mas um pouquinho de cada nos segmentos mais importantes. Teve até um pouco de roxo, que felizmente não foi de hematoma.
O grande acontecimento da semana, para nós investidores brasileiros, foi o aumento da taxa Selic em 1,5 ponto percentual pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central, o Copom.
A variação que levou a taxa básica de juros de 7,75% para 9,25% ao ano ficou dentro do esperado, mas o tom duro contra a inflação do comunicado da autoridade monetária surpreendeu um pouco os mercados.
Essa postura do Copom, aliada com o IPCA de novembro, que veio abaixo do esperado, deram alívio aos juros futuros mais longos, na medida em que agora o mercado passou a esperar que o BC não irá, de fato, pegar leve com a inflação.
Com isso, a bolsa brasileira também teve espaço para se recuperar, e o Ibovespa terminou a semana no azul, acumulando uma alta de 2,56% e chegando aos 107.758 pontos. O dólar, por sua vez, viu um certo alívio, recuando 1,16% no período, para R$ 5,61.
O mercado cripto, por outro lado, ficou manchado de vermelho. A semana foi pesada para o bitcoin, que arrastou junto boa parte das maiores criptomoedas do mercado. Entenda o que está acontecendo.
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Por fim, tivemos nesta semana uma estreia de peso na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). O Nubank finalmente concluiu seu IPO e pintou Wall Street de roxo, como eu conto mais adiante, nesta newsletter.
Veja a seguir as principais matérias do Seu Dinheiro na semana.
O destaque negativo da semana (e de 2021) ficou com as varejistas, cujas ações amargaram novas perdas, que já ultrapassam os 60% no acumulado do ano. Queda na renda do brasileiro, inflação alta, aumento de juros… o mar não está para peixe para essas empresas. Nesta matéria, a Jasmine Olga resumiu as quatro principais razões para o inferno astral de Magazine Luiza, Lojas Americanas e Via na bolsa.
A semana também foi marcada pela estreia bombástica do Nubank na bolsa de Nova York. A demanda pelas ações do roxinho foi forte em Wall Street, o que fez com que o IPO saísse no topo da faixa indicativa, a US$ 9 por papel. Com isso, o banco digital conseguiu ir a mercado valendo US$ 41 bilhões, ultrapassando o Itaú e tornando-se a maior instituição financeira da América Latina.
Só na abertura, o banco digital chegou a disparar mais de 30%, e com a alta acumulada nos seus dois primeiros dias de pregão (31,3%), seu valor de mercado chegou à faixa dos US$ 50 bilhões, valor inicialmente almejado pela companhia.
Aqui no Brasil, a demanda por BDRs não foi tão alta, nem mesmo entre os clientes do Nubank que tiveram direito de ganhar um “pedacinho” da fintech de graça. Mesmo assim, os recibos de ações do Nubank também dispararam, acumulando alta de 37,2% em dois dias.
A alta da Selic para um patamar superior a 8,50% ao ano acionou o gatilho que muda a remuneração da poupança, que agora atingiu sua rentabilidade máxima, a mesma da “poupança antiga”. Mas isso não quer dizer que é hora de aplicar na velha caderneta, como eu te mostro nesta matéria.
A poupança ficou ainda mais desvantajosa ante as outras aplicações de renda fixa conservadora, e esta desvantagem deve aumentar conforme os juros subam ainda mais. Veja como fica a rentabilidade das aplicações de renda fixa conservadora com a Selic em 9,25%.
A reportagem do Seu Dinheiro mais lida da semana discute a regulamentação do mercado cripto no Brasil. O Renan Sousa ouviu especialistas a respeito de três projetos de Lei apresentados pelo senador Irajá Silvestre Filho (PSD-TO) à Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, que colocam as criptomoedas sob a alçada do Banco Central e incentivam a mineração desses ativos no Brasil. Se você ainda não leu, vale a pena entender.
O mês de novembro foi terrível para os fundos imobiliários, que têm apanhado com a alta dos juros, mas um segmento desse mercado está sobrevivendo em grande estilo. Os fundos de recebíveis imobiliários, títulos de renda fixa ligados a imóveis, vêm se destacando entre os preferidos nas indicações das corretoras. Para dezembro, porém, o FII que ostentava a coroa há quatro meses teve de ceder a majestade para outro FII de papel. Saiba que fundo é esse, na matéria da Larissa Vitória.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro no sábado". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
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