🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Sobre roxos, azuis e vermelhos: alta da Selic, inferno astral do bitcoin e IPO do Nubank. Veja o que foi destaque na semana que passou

Ibovespa conseguiu terminar semana no azul com o alívio dos juros futuros, mas as principais criptomoedas ficaram no vermelho, com desempenhos muito negativos

11 de dezembro de 2021
10:23 - atualizado às 13:53
Meme do Tintin com capitão Haddock como bitcoin
Bitcoin foi destaque negativo na semana. Imagem: Montagem Andrei Morais/SeuDinheiro

Os mercados nesta semana ficaram multicoloridos. Não tivemos apenas a vermelhidão das cotações negativas, nem somente a tranquilidade dos desempenhos azuis, mas um pouquinho de cada nos segmentos mais importantes. Teve até um pouco de roxo, que felizmente não foi de hematoma.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O grande acontecimento da semana, para nós investidores brasileiros, foi o aumento da taxa Selic em 1,5 ponto percentual pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central, o Copom.

A variação que levou a taxa básica de juros de 7,75% para 9,25% ao ano ficou dentro do esperado, mas o tom duro contra a inflação do comunicado da autoridade monetária surpreendeu um pouco os mercados.

Essa postura do Copom, aliada com o IPCA de novembro, que veio abaixo do esperado, deram alívio aos juros futuros mais longos, na medida em que agora o mercado passou a esperar que o BC não irá, de fato, pegar leve com a inflação.

Com isso, a bolsa brasileira também teve espaço para se recuperar, e o Ibovespa terminou a semana no azul, acumulando uma alta de 2,56% e chegando aos 107.758 pontos. O dólar, por sua vez, viu um certo alívio, recuando 1,16% no período, para R$ 5,61.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O mercado cripto, por outro lado, ficou manchado de vermelho. A semana foi pesada para o bitcoin, que arrastou junto boa parte das maiores criptomoedas do mercado. Entenda o que está acontecendo.

Leia Também

Por fim, tivemos nesta semana uma estreia de peso na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). O Nubank finalmente concluiu seu IPO e pintou Wall Street de roxo, como eu conto mais adiante, nesta newsletter.

Veja a seguir as principais matérias do Seu Dinheiro na semana.

1. O sonho acabou?

O destaque negativo da semana (e de 2021) ficou com as varejistas, cujas ações amargaram novas perdas, que já ultrapassam os 60% no acumulado do ano. Queda na renda do brasileiro, inflação alta, aumento de juros… o mar não está para peixe para essas empresas. Nesta matéria, a Jasmine Olga resumiu as quatro principais razões para o inferno astral de Magazine Luiza, Lojas Americanas e Via na bolsa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

2. Estreia bombástica

A semana também foi marcada pela estreia bombástica do Nubank na bolsa de Nova York. A demanda pelas ações do roxinho foi forte em Wall Street, o que fez com que o IPO saísse no topo da faixa indicativa, a US$ 9 por papel. Com isso, o banco digital conseguiu ir a mercado valendo US$ 41 bilhões, ultrapassando o Itaú e tornando-se a maior instituição financeira da América Latina.

Só na abertura, o banco digital chegou a disparar mais de 30%, e com a alta acumulada nos seus dois primeiros dias de pregão (31,3%), seu valor de mercado chegou à faixa dos US$ 50 bilhões, valor inicialmente almejado pela companhia.

Aqui no Brasil, a demanda por BDRs não foi tão alta, nem mesmo entre os clientes do Nubank que tiveram direito de ganhar um “pedacinho” da fintech de graça. Mesmo assim, os recibos de ações do Nubank também dispararam, acumulando alta de 37,2% em dois dias.

3. Mudou e continua ruim

A alta da Selic para um patamar superior a 8,50% ao ano acionou o gatilho que muda a remuneração da poupança, que agora atingiu sua rentabilidade máxima, a mesma da “poupança antiga”. Mas isso não quer dizer que é hora de aplicar na velha caderneta, como eu te mostro nesta matéria.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A poupança ficou ainda mais desvantajosa ante as outras aplicações de renda fixa conservadora, e esta desvantagem deve aumentar conforme os juros subam ainda mais. Veja como fica a rentabilidade das aplicações de renda fixa conservadora com a Selic em 9,25%.

4. Ordem na criptocasa

A reportagem do Seu Dinheiro mais lida da semana discute a regulamentação do mercado cripto no Brasil. O Renan Sousa ouviu especialistas a respeito de três projetos de Lei apresentados pelo senador Irajá Silvestre Filho (PSD-TO) à Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, que colocam as criptomoedas sob a alçada do Banco Central e incentivam a mineração desses ativos no Brasil. Se você ainda não leu, vale a pena entender.

5. Os FIIs que se salvam da alta dos juros

O mês de novembro foi terrível para os fundos imobiliários, que têm apanhado com a alta dos juros, mas um segmento desse mercado está sobrevivendo em grande estilo. Os fundos de recebíveis imobiliários, títulos de renda fixa ligados a imóveis, vêm se destacando entre os preferidos nas indicações das corretoras. Para dezembro, porém, o FII que ostentava a coroa há quatro meses teve de ceder a majestade para outro FII de papel. Saiba que fundo é esse, na matéria da Larissa Vitória.

Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro no sábado". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ALÉM DO CDB

Prêmios de risco do crédito privado têm certo alívio em fevereiro, mas risco de algumas empresas emissoras aumenta

11 de março de 2026 - 14:39

Os spreads estão menos achatados, e a demanda por títulos isentos continua forte; mas juro elevado já pesa sobre os balanços das empresas

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Faturamento de R$ 160 milhões no combate ao desperdício, guerra no Oriente Médio, e tudo o que você precisa saber hoje

11 de março de 2026 - 8:26

Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como lucrar com a Copa sem cometer crimes, as consequências de uma guerra mais longa para os juros, e o que mais afeta a bolsa hoje

10 de março de 2026 - 8:38

A Copa do Mundo 2026 pode ser um bom momento para empreendedores aumentarem seu faturamento; confira como e o que é proibido neste momento

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

O petróleo volta a ditar o humor dos mercados, mas não é só isso: fertilizantes e alimentos encarecem, e até juros são afetados

10 de março de 2026 - 7:32

O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A fila dos IPOs na B3, a disparada do petróleo, e o que mais move o mercado hoje 

9 de março de 2026 - 8:11

Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital

TRILHAS DE CARREIRA

O fim da Diversidade? Por que a Inteligência Artificial (IA) me fez questionar essa agenda novamente

8 de março de 2026 - 8:00

Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

De volta à pole: com Gabriel Bortoleto na Fórmula 1 e a retomada da produção nacional, Audi aquece os motores

7 de março de 2026 - 9:01

São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid.  Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Ainda dá para investir em Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3), o FII do mês, e o que mais move seus investimentos hoje

6 de março de 2026 - 8:35

Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira

SEXTOU COM O RUY

Petrobras e Prio disparam na Bolsa — descubra por que não é tarde demais para comprar as ações

6 de março de 2026 - 6:55

Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A luta pelos dividendos da Petrobras (PETR4), o conflito no Oriente Médio e o que mais impacta o seu bolso hoje

5 de março de 2026 - 8:07

Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Dá mesmo para ter zero de petróleo e gás?

4 de março de 2026 - 19:52

A concentração em tecnologia deixou lacunas nas carteiras — descubra como o ambiente geopolítico pode cobrar essa conta

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Depois do glow up, vêm os dividendos com a ação do mês; veja como os conflitos e dados da economia movimentam os mercados hoje

4 de março de 2026 - 8:59

A Ação do Mês busca chegar ao Novo Mercado e pode se tornar uma pagadora consistente — e robusta — de dividendos nos próximos anos; veja por que a Axia (AXIA3) é a escolhida

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os desafios das construtoras na bolsa, o “kit geopolítico” do conflito, e o que mais move o mercado hoje

3 de março de 2026 - 8:37

Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Ormuz no radar: o gargalo energético que move os mercados e os seus investimentos

3 de março de 2026 - 7:00

Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O gringo já tem data para sair do Brasil, o impacto do conflito entre EUA, Israel e Irã nos mercados, e o que mais move a bolsa hoje

2 de março de 2026 - 8:46

Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]

DÉCIMO ANDAR

Hora de olhar quem ficou para trás: fundos imobiliários sobem só 3% no ano, mas cenário pode estar prestes a virar

1 de março de 2026 - 8:00

Primeiro bimestre de 2026 foi intenso, mas enquanto Ibovespa subiu 18%, IFIX avançou apenas 3%; só que, com corte de juros à vista, é hora de começar a recompor posições em FIIs

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Turismo avança e cidades reagem – mas o luxo continua em altitude de cruzeiro

28 de fevereiro de 2026 - 9:02

Entre as cabines de primeira classe e os destinos impactados pelo excesso de visitantes, dois olhares sobre a indústria de viagens atual

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os dividendos da Vivo, a franquia do bolo da tarde e o nascimento de um gigante na saúde: tudo o que você precisa saber antes de investir hoje 

27 de fevereiro de 2026 - 9:07

Veja por que a Vivo (VIVT3) é vista como boa pagadora de dividendos, qual o tamanho da Bradsaúde e o que mais afeta o mercado hoje

SEXTOU COM O RUY

Quer investir com tranquilidade e ainda receber bons dividendos? Você precisa da Vivo (VIVT3) na sua carteira

27 de fevereiro de 2026 - 6:13

Mesmo sendo considerada uma das ações mais “sem graça” da bolsa, a Vivo subiu 50% em 2025 e já se valoriza quase 30% em 2026

ALÉM DO CDB

Renda fixa: com prêmios apertados, chegou a hora de separar o joio do trigo no crédito privado

26 de fevereiro de 2026 - 17:35

Mesmo com a perspectiva de queda nos juros, os spreads das debêntures continuam comprimidos, mas isso pode não refletir uma melhora nos fundamentos das empresas emissoras

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar