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Um personagem de nome desconhecido é chamado à casa de um amigo doente em um lugarejo remoto. “Não sei como foi – mas, ao primeiro relance do edifício, uma sensação de insuportável desespero invadiu o meu espírito”, escreve Edgar Allan Poe, em A Queda da Casa de Usher.
Histórias de casas mal assombradas são um tema recorrente na literatura e no cinema. Mas esqueletos no armário, fantasmas arrastando correntes e alguns tesouros escondidos também são usados para relatar o estado de algumas estatais brasileiras.
De todas elas, a Eletrobras talvez seja a que guarde mais enigmas. Fundamental para o funcionamento do sistema elétrico brasileiro, a estatal vive atormentada por assombrações — na forma de políticos.
Foi assim no governo Fernando Henrique, quando enfrentamos um racionamento de energia, e também na gestão Dilma Rousseff, que comandou uma desastrosa tentativa de redução nas tarifas.
Na visão do mercado financeiro, a privatização é a melhor forma de exorcizar os demônios da Eletrobras. A venda do controle da companhia para o setor privado seria capaz tanto de modernizar a matriz de energia brasileira como diminuir a conta para o consumidor.
É claro que o mercado não pensa apenas na visão estratégica. A Eletrobras privatizada também daria um impulso e tanto para as ações da estatal listadas na bolsa.
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O destino da companhia pode ser decidido ainda hoje com a perspectiva da votação da medida provisória que abre caminho para a venda.
Mas, afinal, quanto a Eletrobras pode valer nas mãos da iniciativa privada? E se a MP não for aprovada, o que acontece com as ações? A Jasmine Olga foi atrás das respostas nesta reportagem especial que você precisa ler.
O que acontece com o bitcoin? Hoje, ao meio-dia, os repórteres Victor Aguiar e Renan Sousa conversam com André Franco, analista de criptomoedas da Empiricus, sobre as perspectivas para as moedas digitais. Participe com suas dúvidas e comentários.
Por falar em bitcoin, depois de Elon Musk recusar pagamentos em criptomoedas e a China dificultar as transações, a moeda digital recuava para seu menor valor desde fevereiro deste ano, abaixo dos US$ 40 mil.
O que mexe com os mercados hoje? O Ibovespa deve sentir o aumento da cautela no exterior antes da ata do Fed sobre a política monetária. Ao mesmo tempo, o depoimento do ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, na CPI da Covid deve contribuir para a aversão ao risco no cenário doméstico.
A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), controlada pelo grupo Votorantim, registrou o pedido de IPO na CVM. A empresa afirma ser a única companhia integrada de alumínio do Brasil e pretende financiar seu crescimento com o dinheiro captado dos investidores.
A CSN informou aos clientes que aumentará os preços em até 15% nos próximos dois meses em toda a linha de produtos. A siderúrgica não terá mais contratos com as montadoras e linha branca maiores que três meses, que ainda terão reajustes de cerca de 70% em julho.
Em um momento de fragilidade econômica, o governo federal está lançando um programa para ajudar a ampliar a renda dos caminhoneiros, que foram uma forte base eleitoral do presidente Jair Bolsonaro nas últimas eleições. Saiba os detalhes das medidas.
A representante do Comércio dos Estados Unidos, Katherine Tai, alertou para a fragilidade da cadeia de abastecimento com a pandemia da covid-19. Em uma reunião entre EUA, México e Canadá, Tai não deixou de alfinetar a China, alegando o uso de trabalho forçado no país.
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A expectativa é de que o Copom mantenha a Selic inalterada, mas seja mais flexível na comunicação. Nos EUA, a coletiva de Jerome Powell deve dar o tom dos próximos passos do Fed.
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