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Esta “Super Quarta” terminou com os bancos centrais brasileiro e americano apertando um pouquinho mais a torneirinha dos juros. A inflação pressiona, aqui e na terra do Tio Sam, e as autoridades monetárias querem mostrar que permanecem vigilantes.
O Federal Reserve ainda não elevou propriamente as taxas de juros, que foram mantidas entre zero e 0,25% na tarde de hoje. Mas as novas projeções da instituição sinalizaram para um aumento nas taxas antes do esperado, o que causou tensão nos mercados. O resultado foi bolsa para baixo e dólar e juros para cima, aqui e lá fora.
No início da noite tivemos a decisão do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), e a sua já esperada alta de 0,75 ponto percentual na taxa Selic. A taxa básica de juros sobe, agora, para 4,25% ao ano.
Mas o ciclo de alta dos juros ainda não terminou. No seu comunicado, o BC já contratou uma nova elevação para a próxima reunião, que pode vir a ser até maior do que 0,75 ponto. O Kaype Abreu chama a atenção para os principais trechos do comunicado, que marcaram o tom mais duro do Copom nesta última reunião.
• O Itaú anunciou um investimento de R$ 400 bilhões em iniciativas ESG, sigla para boas práticas ambientais, sociais e de governança. A soma será destinada à criação de produtos de investimento e estruturas para concessão de crédito. Saiba mais.
• Falando em investimentos bilionários, a General Motors vai aumentar para US$ 35 bilhões a verba para o desenvolvimento de carros elétricos e automáticos até 2025. O valor é 75% superior ao aporte anteriormente anunciado.
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Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
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