O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A semana que termina nos mercados foi marcada pela incerteza quanto ao futuro da incorporadora chinesa Evergrande e seus desdobramentos sobre a economia global.
A crise na empresa, que tem um passivo oscilando à beira da insolvência, é consequência do aperto monetário e regulatório sobre o setor promovido pelo governo chinês desde o final do ano passado para fazer frente à especulação imobiliária.
O temor dos mercados é de que haja uma reação em cadeia, afetando o setor imobiliário e provocando instabilidade social — cerca de 1,5 milhão de pessoas já começaram a pagar por imóveis ainda não entregues pela companhia.
A Evergrande negocia com bancos para evitar o calote da rolagem da dívida. Na quinta, a incorporadora perdeu o prazo para o pagamento de juros de um título denominado em dólares e deixou os investidores estrangeiros no escuro.
Com isso, os mercados voltaram a operar no vermelho durante a sexta-feira, e o Ibovespa terminou o dia em queda de 0,69%, aos 113.282 pontos. Veja nesta matéria os destaques da semana nos mercados.
Ao que tudo indica a crise da incorporadora deve continuar ecoando nas bolsas de todo o mundo. Neste texto você confere quatro possíveis resoluções para o caso da Evergrande.
Leia Também
A desaceleração da China impacta na demanda por minério de ferro, refletindo nos preços da commodity e na cotação das ações da Vale.
Mas o que é ruído nessa história e o quanto a queda dos papéis é justa? O repórter Victor Aguiar apurou com analistas o potencial da empresa e conta neste vídeo o que ele ouviu.
Não dá para prever qual empresa vai ter as melhores oportunidades no longo prazo, mas é possível confiar em uma gestão que saiba aproveitar os momentos inesperados e com grande potencial. É o que diz o colunista Ruy Hungria.
O especialista elencou três ações de companhias com gestão “fora de série”, na avaliação dele. O texto faz parte de uma série especial de aniversário do Seu Dinheiro sobre três investimentos para os próximos três anos.
Quem também indicou três ações foi a analista Larissa Quaresma. Ela escolheu empresas que, na visão dela, realmente se importam com as boas práticas ESG e estão a preços convidativos.
A especialista diz também que, antes de a bolsa melhorar, de forma a ser mais corretamente precificada, a situação pode piorar. Por isso, diz ela, é interessante ter algum nível de dólar na sua carteira como, no mínimo, uma proteção. Veja aqui as indicações.
Todo aniversário do Seu Dinheiro a gente prepara o ranking dos melhores e piores investimentos desde o dia em que o site entrou no ar. A lista deste ano mais uma vez comprova que, apesar de todos os altos e baixos, correr algum risco valeu a pena.
Dos ativos que costumamos acompanhar nos nossos balanços de investimentos, o bitcoin foi disparado o mais rentável dos últimos três anos. Em reais, a principal criptomoeda do mundo rendeu quase 800%, saindo do patamar dos R$ 27 mil para quase R$ 240 mil.
A bolsa não está no pódio, mas aparece em quarto lugar: o Ibovespa acumulou um ganho de quase 44% nos últimos três anos, tendo saltado dos 80 mil para os 114 mil pontos. Veja o ranking.
Com a taxa Selic elevada nesta semana para 6,25% ao ano, e os investimentos conservadores de renda fixa voltando a ter chance de ganhar da inflação daqui para frente, a sua reserva de emergência não está mais fadada a ficar na "perda fixa".
Se com a Selic nas mínimas não fazia muita diferença em qual aplicação de baixo risco você aplicaria o seu colchão financeiro ou as reservas destinadas a objetivos de curto prazo, agora esse debate volta a fazer sentido. A Julia Wiltgen explica nesta matéria e conta se o CDB 100% do CDI pode ser melhor que o Tesouro Selic.
Confira qual é o investimento que pode proteger a carteira de choques cada vez mais comuns no petróleo, com o acirramento das tensões globais
Fundo oferece exposição direta às principais empresas brasileiras ligadas ao setor de commodities, permitindo ao investidor, em um único ativo listado em bolsa, acessar uma carteira diversificada de companhias exportadoras e geradoras de caixa
Conheça a história da Gelato Borelli, com faturamento de R$ 500 milhões por ano e 240 lojas no país
Existem muitos “segredos” que eu gostaria de sair contando por aí, especialmente para quem está começando uma nova fase da vida, como a chegada de um filho
Cerveja alemã passa a ser produzida no Brasil, mas mantém a tradição
Reinvestir os dividendos recebidos pode dobrar o seu patrimônio ao longo do tempo. Mas cuidado, essa estratégia não serve para qualquer empresa
Antes de sair reinvestindo dividendos de qualquer ação, é importante esclarecer que a estratégia de reinvestimento só deve ser aplicada em teses com boas perspectivas de retorno
Saiba como analisar as classificações de risco das agências de rating diante de tantas empresas em dificuldades e fazer as melhores escolhas com o seu dinheiro
Em meio a ruídos geopolíticos e fiscais, uma provocação: e se o maior risco ainda nem estiver no radar do mercado?
A fintech Nubank tem desenvolvido sua operação de telefonia, que já está aparecendo nos números do setor; entenda também o que esperar dos mercados hoje, após o anúncio de cessar-fogo na guerra do Oriente Médio
Sem previsibilidade na economia, é difícil saber quais os próximos passos do Banco Central, que mal começou um ciclo de cortes da Selic
Há risco de pressão adicional sobre as contas públicas brasileiras, aumento das expectativas de inflação e maior dificuldade no cumprimento das metas fiscais
O TRX Real Estate (TRXF11) é o FII de destaque para investir em abril; veja por que a diversificação deste fundo de tijolo é o seu grande trunfo
Por que uma cultura organizacional forte é um ativo de longo prazo — para empresas e carreiras
Axia Energia (AXIA6) e Copel (CPLE3) disputam o topo do pódio das mais citadas por bancos e corretoras; entenda quais as vantagens de ter esses papéis na carteira
Com inflação no radar e guerra no pano de fundo, veja como os próximos dados do mercado de trabalho podem influenciar o rumo da Selic
A fabricante de sementes está saindo de uma fase de expansão intensa para aumentar a rentabilidade do seu negócio. Confira os planos da companhia
Entenda como o prolongamento da guerra pode alterar de forma permanente os mercados, e o que mais deve afetar a bolsa de valores hoje
Curiosamente, EUA e Israel enfrentam ciclos eleitorais neste ano, mas o impacto político do conflito se manifesta de forma bastante distinta
O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente