O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Imagino que a sua carteira de investimentos também não tenha passado incólume nesse período, principalmente seus ativos brazucas
Caro leitor,
Aqui estamos, nos últimos dias de 2021.
Daqui a alguns dias você deverá estar junto de seus familiares, aproveitando uma bela refeição das festas de fim de ano (espero que todos devidamente vacinados e com o injustiçado arroz com passas na mesa). Com aqueles clássicos musicais do período ao fundo.
Ano difícil, atribulado. Isso depois de um 2020 que também foi complicado.
Imagino que a sua carteira de investimentos também não tenha passado incólume nesse período, principalmente se você conta apenas com ativos brazucas no portfólio.
Bolsa caindo mais de 10%, renda fixa mostrando que também pode ser muito volátil, fundos imobiliários também não segurando muito a onda...
Leia Também
Por outro lado, aqueles que tinham parte do seu capital em dólar conseguiram ter uma maior paz de espírito para enfrentar esses dias complicados. Os ganhos em cripto também devem ter deixado clara a necessidade de ter uma parcela, ainda que bem pequenininha — atenção ao “diminutivozinho”, por favor —, da carteira nessa classe de ativos.
E, mais uma vez, quando for investir em ativos internacionais, não pense no dólar; pense em dólar. O foco aqui é construir sua riqueza além-mar.
Até porque, mesmo com as altas na Selic ao longo do ano, que poderiam atrair investidores internacionais para o país, a moeda americana não arredou o pé e continuou se valorizando frente à divisa tupiniquim.
Desde a reunião do Copom em 23 de março até a última neste mês, houve aumentos de mais de 7 pontos percentuais na taxa básica da economia. Já o dólar se manteve acima dos R$ 5,50 — tendo recentemente atingido os R$ 5,70 — mostrando que talvez seja necessário algo a mais para atrair capital para o país.
Agora, para dificultar um pouco mais, o banco central americano mudou o discurso e pretende encerrar a compra de títulos de mercado ainda no primeiro semestre do ano que vem, abrindo a porteira para possíveis aumentos na taxa básica do país.
Na última reunião do Fomc, comitê de política monetária do Federal Reserve, ocorrida semana passada, os integrantes do colegiado revisaram as suas estimativas para os juros americanos: se no começo da pandemia a perspectiva era de que só subiriam por volta de 2023, a expectativa agora é de até três aumentos ao longo de 2022, chegando ao intervalo entre 0,75% e 1%.
Vale salientar que essa mudança na visão dos membros do Fomc não está ligada a um cenário sombrio para a economia, muito pelo contrário. A projeção do Fed indica que os Estados Unidos devem crescer 4% no próximo ano.
Ainda que esse percentual tenha que ser revisto para baixo — devido aos problemas provenientes da variante ômicron e da dificuldade da aprovação do plano de investimentos de Joe Biden —, o PIB americano deve crescer algo em torno dos 3%, taxa maior do que a observada antes da pandemia e bem acima das projeções de crescimento para o Brasil (enquanto o FMI projeta crescimento de 1,5%, algumas instituições financeiras já apontam uma possível estagnação no produto interno bruto brasileiro no ano que vem).
“Mas será que vale a pena investir nos EUA agora, mesmo depois dessa forte sequência de altas?”
De fato, é bem provável que tenhamos uma valorização de mais de dois dígitos pelo terceiro ano seguido no S&P 500, o que suscita dúvidas se ainda haveria espaço para novos ganhos. Após altas de 28,9% em 2019 e 16,3% no ano passado, o principal índice acionário do mundo caminha para entregar retornos acima dos 20% em 2021.
Contudo, as estimativas do mercado apontam que o S&P 500 deve terminar 2022 na casa dos 5.000 pontos, o que representaria um retorno de pouco mais de 7% no ano — próximo da média histórica de 8% ao ano desde 1928.
[O curioso é que, das 94 observações do período, em apenas 6 a valorização no ano ficou perto da média; os 63 anos com ganhos tiveram um retorno médio da ordem de 18%, enquanto os 30 que ficaram no negativo perderam pouco mais de 14%.]
Olhando somente o múltiplo atual de mercado (22 vezes seus lucros para o ano que vem), muitos podem argumentar que o índice americano está caro.
Só que analisando o earnings yield (inverso do P/L) e considerando que a taxa do título de dez anos do Tesouro americano chegue nos 2%, ainda estaríamos falando de um prêmio de 2,5% para investir em ações.
Como comparação, esse diferencial era abaixo dos 2% antes da crise de 2008 e negativo no período da bolha da internet. Ainda acho que dá para ter um parcelinha do portfólio no mercado americano — seguimos revisando nossa alocação para 2022 no MoneyRider, junte-se a nós.
Espero que você expanda o seu portfólio em 2022, tanto financeiramente como musicalmente — ninguém aguenta mais ouvir somente o CD da Simone (dica: a nova música do Ed Sheeran com o Elton John é um bom começo).
Boas festas e nos vemos em 2022.
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora
Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado
Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro
Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados
Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis
Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação
Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente
Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%
O ouro, por sua vez, voltou para o nível dos US$ 5 mil a onça-troy, enquanto a prata encerrou a semana com ganho de 5,6%
Para o banco, a hora de comprar o FII é agora, e o motivo não são só os dividendos turbinados
O Bradesco BBI rebaixou recomendação da Porto Seguro para neutra, com a avaliação de que boa parte dos avanços já está no preço atual
Confira as principais movimentações do mercado de fundos imobiliários, que voltou do Carnaval “animado”
Mais flexíveis, os fundos imobiliários desse segmento combinam proteção com potencial de valorização; veja onde estão as principais oportunidades, segundo especialistas
O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%
Movimento faz parte da reta final da recuperação judicial nos EUA e impacta investidores com forte diluição
As empresas substituíram os papéis da Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3)
A companhia promoveu um grupamento na proporção 2 por 1, sem alteração do capital social, mas outra aprovação também chamou atenção do mercado
Após a compra, o fundo passará a ter 114 imóveis em carteira, com presença em 17 estados e uma ABL de aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados
ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas