O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Falas de autoridades monetárias, com vários banqueiros centrais lotando a agenda hoje; Lá fora, nos EUA, a secretária do Tesouro, Janet Yellen, fará o discurso principal na 63ª reunião anual da National Association for Business Economics
Hoje (28), a bolsa se ocupará com a leitura da ata do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, a ser divulgada agora pela manhã.
A ideia é tentar verificar explicações mais detalhadas sobre o ritmo de aperto monetário que deverá nortear o Banco Central na reta final de 2021, com incerteza em relação à última alteração do ano, em dezembro, e para o início do ano que vem.
Lá fora, Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA, fala mais uma vez hoje, provavelmente reforçando a indicação de “tapering” em novembro, enquanto a Casa Branca e o Congresso buscam uma solução para evitar que o governo fique sem dinheiro para pagar as contas – nesta terça-feira, Janet Yellen falará ao Congresso, insistindo na suspensão do teto da dívida.
No velho continente, as bolsas europeias, seguindo a predominância dos mercados asiáticos, têm um dia negativo, pelo menos por enquanto. Os futuros americanos também estão em queda.
A ver...
Nesta terça-feira (28), o Copom divulgará pela manhã a ata de sua última reunião, quando decidiu por unanimidade aumentar a taxa Selic de 5,25% para 6,25% ao ano, contratando mais uma elevação de 100 pontos-base para a próxima reunião.
Leia Também
Se confirmada a expectativa do mercado, a ata deverá indicar que o ritmo do BC deverá persistir, apesar da pressão cambial e inflacionária. Por falar em câmbio, teve efeito nulo a nova atuação do BC em que há leilão de swap extraordinário.
O mercado avalia também o resultado das contas do governo central de agosto, divulgado pelo Tesouro Nacional. No âmbito político, algumas notícias chamam atenção.
O Congresso promulga hoje a Emenda Constitucional sobre a reforma eleitoral, que mudará, a partir das eleições de 2026, a data da posse do presidente da República para 5 de janeiro, e a posse dos governadores para o dia 6, entre outros pontos.
Adicionalmente, novas conversas entre o PSL e o DEM estão previstas com possibilidade de fusão dos dois partidos, criando um partido gigante no Brasil.
Se observarmos o movimento de ontem, bem como desta manhã (nos futuros), as teses de valor estão subindo e as ações de tecnologia estão caindo, algo muito parecido com o que aconteceu no começo do ano graças ao aumento do rendimento dos títulos.
O rendimento da nota do Tesouro americano de 10 anos subiu pelo quinto dia consecutivo hoje, tendo seu maior movimento de cinco dias desde março.
Além do início da precificação do aperto monetário por parte do Fed, há também uma tensão fiscal por conta da possibilidade de shutdown nos EUA, em que as atividades do governo são paralisadas por falta de dinheiro.
A menos que o Congresso aja em breve, pode haver uma paralisação parcial, em que certos serviços públicos são interrompidos. Em linhas gerais, os empréstimos do Tesouro dos EUA são limitados por um "teto da dívida".
Se o Tesouro precisar de mais dinheiro, pede ao Congresso que aumente o limite. Agora, os EUA precisam de um teto mais alto para cobrir despesas, mas o Congresso não consegue chegar a um acordo sobre um limite.
Se um acordo não acontecer, os Estados Unidos podem deixar de pagar suas dívidas pela primeira vez. O financiamento para o governo federal está definido para expirar à meia-noite de sexta-feira (1º).
Ontem (27) à noite, senadores republicanos bloquearam o projeto de lei que manteria o governo funcionando. Hoje, os democratas que pretendem evitar uma paralisação provavelmente tentarão novamente, ao mesmo tempo que avançam nos grandes planos do presidente Joe Biden para remodelar o governo.
Ao que tudo indica, as negociações serão amarradas à conta de gastos de US$ 3,5 trilhões do governo Biden, bem como seu plano de infraestrutura de US$ 1 trilhão, os quais enfrentam votos importantes no final desta semana.
Uma crise de energia em algumas localidades da China fechou fábricas e deixou algumas famílias sem eletricidade em um esforço para cumprir as metas oficiais de uso de energia.
Isso poderia ter repercussões globais, inclusive na cadeia de suprimentos em toda a Ásia, logo antes do início do último trimestre do ano, marcado por uma temporada mais aquecida de compras.
Dados mostram que a falta de energia na China pode se prolongar com o aumento da demanda por carvão e gás natural durante o inverno.
Além disso, para não dizer que não falamos das flores, outra preocupação persistente do mercado que ressoa na China é o possível colapso de uma das maiores incorporadoras imobiliárias da China, a Evergrande Group, que está lutando para evitar o calote de bilhões de dólares em dívidas.
Na semana passada, a gigante imobiliária chinesa Evergrande perdeu um pagamento de US$ 83 milhões, uma pequena fatia de sua dívida de mais de US$ 300 bilhões.
Se a Evergrande entrar em default, os riscos de contágio são grandes devido à transmissão dentro do setor imobiliário, sem falar no impacto nos parceiros financeiros, como HSBC, BlackRock e UBS, que podem perder muito dinheiro.
Por isso, os investidores estão atentos para ver se a Evergrande vai conseguir o dinheiro durante o período de carência de 30 dias.
Lá fora, nos EUA, a secretária do Tesouro, Janet Yellen, fará o discurso principal na 63ª reunião anual da National Association for Business Economics.
Enquanto isso, o mercado também acompanha o índice de confiança do consumidor para setembro e o índice nacional de preços de residências Case-Shiller para julho.
O dia é coberto por falas de autoridades monetárias, com vários banqueiros centrais lotando a agenda hoje. Aqui no Brasil, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulga a sondagem da Indústria em setembro.
Ainda assim, o principal dado do dia é o resultado primário do governo central brasileiro, que deve ter registrado déficit de R$ 15,45 bilhões em agosto.
Vamos falar mais um pouquinho do risco relacionado ao não pagamento da dívida nos EUA. O prazo final para a reavaliação do teto da dívida em Washington se aproxima, com possível fechamento do governo na sexta-feira, 1º de outubro.
Ou seja, uma conta de gastos temporários precisaria ser aprovada na noite de quinta-feira.
A melhor estimativa do mercado para a data quando o Tesouro ficará sem dinheiro para pagar as contas é entre os dias 20 e 29 de outubro. Por enquanto, porém, o mercado ainda acredita que o Congresso chegará a um acordo para aumentar ou estender o limite da dívida.
Só para esclarecer, esse movimento não é novo. O Congresso aumentou o teto da dívida diversas vezes nos últimos 20 anos, com o último grande confronto em 2011 entre o Partido Republicano e o governo Obama, que desencadeou um rebaixamento na classificação de crédito dos Estados Unidos, assim como a crise da dívida da Zona do Euro.
Houve também um episódio recente, no governo Trump, quando as preocupações com as tensões comerciais entre EUA e China aumentaram.
À época, o shutdown do governo resultou na dispensa de centenas de milhares de trabalhadores federais, fechamentos de parques e monumentos nacionais e atraso das restituições de impostos e da divulgação de dados econômicos.
Hoje, porém, o ambiente macro é muito diferente dos episódios anteriores de teto de dívida na última década. Sem a suspensão ou elevação do teto, haverá risco de inadimplência entre 15 de outubro e 4 de novembro.
O mercado está trabalhando com o fato de que, na pior das hipóteses, um impasse prolongado causaria outra recessão, com US$ 15 trilhões em riqueza familiar perdidos e mais 6 milhões de desempregados.
Nas duas últimas vezes que o Congresso esteve perto de não aumentar o limite da dívida, em 2011 e 2013, a incerteza aumentada na época reduziu o investimento empresarial e as contratações, pesando fortemente sobre o crescimento do PIB.
Mesmo que seja apenas por um momento, a credibilidade perdida pode resultar em um aumento permanente nas taxas do Tesouro, o que tem efeito em cascata nos mercados financeiros em todo o mundo.
Se isso realmente acontecer, abalará fundamentalmente o cerne da fé plena e da promessa de crédito.
Este é um lembrete final para você ser dono de títulos de debêntures participativas da Vale, uma das maiores empresas da nossa Bolsa, e receber remuneração semestral atrelada à receita da companhia.
Investindo nas debêntures ainda hoje, até 14h59, você já receberá os pagamentos no dia 1º de outubro. Portanto, esta é a sua última chance de entrar no grupo que será pago nesta semana.
Mas por que comprar essas debêntures pela Vitreo?
É simples: só em nossa plataforma você consegue negociar esses ativos sem depender de um assessor ou uma mesa de operações – ou seja, você tem muito mais facilidade.
É o tipo de oportunidade que nos dá orgulho de trazer para você.
A compra dessas debêntures tem um piso mínimo de R$ 15 mil e, com o saldo em conta, você pode investir agora mesmo.
O mercado todo está de olho nessa oportunidade e o interesse não é por acaso: além das debêntures serem perpétuas e carregarem uma remuneração interessante, o título está muito mais líquido agora.
Em abril deste ano, a União e o BNDES que detinham 55% dos papéis, vieram a mercado por meio de uma oferta pública para vender os ativos para redução do déficit fiscal, aumentando a liquidez, tornando muito mais fácil comprar e vender os títulos.
Por isso, é uma escolha natural comprar essas debêntures se você quer ter uma renda semestral e com uma liquidez inédita.
Mas não se esqueça: a sua chance de se posicionar vai até 14h59 de hoje!
Atenção: antes de realizar o investimento, leia o regulamento completo do produto e todas as suas condições de contratação; certifique-se dos riscos e que a solução oferecida está alinhada com o seu perfil de investimento; a garantia fornecida pelo FGC se limita a R$ 250 mil por CPF; os riscos da operação com títulos de renda fixa estão na capacidade de o emissor honrar a dívida (risco de crédito), na impossibilidade de venda do título ou na ausência de investidores interessados em adquiri-lo (risco de liquidez), e na possibilidade de variação da taxa de juros e dos indexadores (risco de mercado)
Um abraço,
Jojo Wachsmann
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM