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Dicas do autor Morgan Housel tornam a obra um verdadeiro ponto fora da curva entre os livros de economia e finanças
É fácil reduzir o mercado financeiro a monitores piscando o tempo inteiro, planilhas complexas e relatórios imensos.
Imaginar os grandes investidores como pessoas com capacidade técnica exemplar e com anos de estudo na área de Economia. De fato, você verá esse perfil aparecendo muito nas Farias Limas e Wall Streets ao redor do mundo.
Mas o mercado financeiro está se expandindo. Há cada vez mais pessoas “comuns” buscando fazer seu dinheiro render de forma mais eficiente.
A B3 está próxima de atingir os 4 milhões de investidores, e a tendência é que esse número aumente cada vez mais. Um dos motivos para esse crescimento é o acesso ao conhecimento sobre finanças, já que existem diversas plataformas de conteúdo e influencers financeiros disponibilizando informações para o público geral.
Neste cenário, entra em jogo um dos fatores mais importantes dos investimentos, que não se aprende em nenhum curso e nenhum post do Instagram: a inteligência emocional para lidar com dinheiro.
O livro “A psicologia financeira: lições atemporais sobre fortuna, ganância e felicidade”, de Morgan Housel, é um ponto fora da curva nos livros de economia.
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Housel, em sucintos capítulos, revela algumas das características mais importantes das pessoas que enriquecem com investimentos. Spoiler: nenhuma delas envolve um diploma. Em uma linguagem acessível, o autor explora a importância do fator psicológico nas finanças.
A obra foi indicação do sócio-fundador da Empiricus, Felipe Miranda, no episódio #52 do podcast Puro Malte. Confira abaixo 4 ideias do livro que podem te ajudar a ser um investidor melhor.
O pensamento a longo prazo é decisivo na hora de fazer seus investimentos. E usar o tempo a seu favor é um dos maiores trunfos no mercado financeiro.
Esta é a visão de Housel, que usa a história do maior investidor do mundo para comprovar sua teoria: Warren Buffett conseguiu US$ 81,5 bilhões dos seus US$ 84,5 bilhões de patrimônio líquido só apenas aos 65 anos.
Investindo desde criança, a fortuna de Buffett se deve, em parte, ao fato de que ele foi paciente e usou a ferramenta mais poderosa de todos ‒ o tempo.
“Como tudo, o investimento bem-sucedido exige um preço, mas sua moeda não se mede em dólares e centavos. É volatilidade, medo, dúvida, incerteza e arrependimento ‒ todos fáceis de ignorar até que você esteja lidando com eles no mundo real”, diz Housel no livro.
O autor comenta que é preciso estar disposto a pagar um dos “preços escondidos” do mercado financeiro: o da volatilidade. Novamente, o fator psicológico ganha importância para saber lidar com esses movimentos incertos dos investimentos.
A reserva de emergência te permite ter um “espaço para erros” em suas decisões financeiras, segundo Housel. Afinal, a volatilidade e a incerteza são elementos intrínsecos dos investimentos e não devem ser desconsiderados.
Para o autor, suas economias podem ser uma “proteção contra a capacidade inevitável da vida de surpreender você na pior hora possível”.
Por mais que muitos investidores não assumam, a sorte tem um papel importante nos investimentos (e no resto da vida). Não dá para contar só com ela, é claro. Mas ela certamente não pode passar despercebida, embora seja impossível de fato medir a influência da sorte no seu sucesso.
Muitos, inclusive, se recusam a assumir que foram sortudos, com receio de que isso tire seu mérito. Mas, para Housel, “o mundo é muito complexo para permitir que 100% das suas ações ditem 100% dos seus resultados”.
“Sorte e risco são a realidade de que todo resultado na vida é guiado por outras forças que não o esforço individual. Eles são tão semelhantes que você não pode acreditar em um sem respeitar o outro igualmente”, escreve o autor de “A psicologia financeira”.
Saiba mais detalhes sobre o Empiricus Books aqui (e descubra o próximo livro a ser enviado).
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