O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Além disso, reunião dos representantes do governo deve dar novo tom aos negócios, preocupados com a crise política
Qualquer rodízio no Brasil é de dar pavor nos chefes de cozinha mais conservadores. Misturar sushi com churrasco, salada, maionese e risoto pode parecer uma mistura, no mínimo, inusitada. Mas esse é o cardápio para o investidor no pregão desta quarta-feira (14): uma mistura de diversos assuntos a serem bem mastigados e digeridos.
De entrada, começamos com os balanços de grandes instituições financeiras nos Estados Unidos. Ao longo da manhã, Black Rock e Bank of America (BofA) devem divulgar seus resultados do segundo trimestre deste ano (confira mais abaixo).
Os investidores internacionais seguem com indigestão, após os dados de inflação dos EUA virem mais salgados do que o esperado. Para hoje, o índice de preços ao produtor (PPI, em inglês) deve temperar as negociações.
O filé mignon desta refeição deve vir mais para tarde, com o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, discursando na Câmara dos Representantes e acalmar os ânimos antes da divulgação do Livro Bege, às 15h.
Já no cardápio nacional, o cheiro de fumaça pode ser queimado ou defumado. Está marcada para hoje a reunião dos representantes dos três poderes. Os presidentes Jair Bolsonaro, da República, Luiz Fux, do STF, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), do Senado e Arthur Lira (PP-AL), da Câmara, devem se encontrar para debater sobre a relação entre os poderes.
O Palácio do Planalto tem sofrido duras críticas após as falas do presidente da República sobre não realizar eleições sem voto impresso e insinuar possíveis rupturas democráticas. Somado a isso, Bolsonaro ainda atacou ministros do STF e desmereceu os trabalhos da CPI da Covid.
Leia Também
Tudo isso somado, ainda teremos a prévia do PIB, medida pelo IBC-Br, que deve ser divulgado ainda de manhã, com o IBC-Br de maio. O indicador é considerado uma prévia do PIB, que, segundo projeções do Broadcast, deve avançar 1,05% no mês na mediana das expectativas. Na base anual, a mediana fica em 15,80%.
O Ibovespa deve sentir ainda o comentário do Secretário especial de Fazenda, Bruno Funchal, e do secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida, sobre parâmetros macroeconômicos, como PIB e inflação.
Por fim, a reverberação da reforma do Imposto de Renda deve seguir pressionando o índice brasileiro. A proposta parecia amarga no começo, mas foi retemperada e rebalanceada e fez a bolsa brasileira avançar no pregão de ontem e voltar aos 128 mil pontos. Confira as principais mudanças da proposta clicando aqui.
Confira o que mais deve movimentar a bolsa hoje:
A inflação dos Estados Unidos veio acima das projeções do mercado e assustou os investidores no pregão de ontem. O CPI dos EUA avançou 0,9%, frente ass expectativas de 0,5%, acumulando alta de 5,4% no ano.
Quem pode ajudar a melhorar os negócios na tarde de hoje é o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell. Ele deve discursar sobre medidas para conter a inflação no país por volta das 13h, duas horas antes da divulgação do Livro Bege, que trará novas perspectivas para a economia dos EUA.
Além disso, hoje devem ser divulgados dados da inflação ao produtor, além dos balanços de grandes empresas e instituições financeiras, como BlackRock, Wells Fargo, Bank of America e Citigroup.
Os dados inflacionários desanimaram os índices pelo mundo, o que motivou o fechamento em baixa no pregão da Ásia. As principais bolsas da região sentiram o avanço do CPi dos EUA e seguiram com cautela antes da divulgação dos dados do varejo chinês.
A europa deve seguir o mesmo caminho. Após a abertura, os principais índices do Velho Continente projetam um aperto monetário após os dados de inflação dos EUA. A fala de Powell e os balanços de hoje devem influenciar as negociações da região.
E após o susto com a alta de preços, os futuros de Nova York operam de maneira mista, antes da divulgação de maiores dados sobre a economia dos EUA.
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras