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Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Retornos mais magros

Por que está mais difícil viver de dividendos – e o que fazer a respeito

Levantamento mostra que retornos percentuais de fundos imobiliários e ações vêm diminuindo nos últimos anos; saiba o que fazer para selecionar ativos bons pagadores no contexto atual

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
8 de abril de 2021
5:28 - atualizado às 11:46
moedas em fileira, simbolizando dividendos e juros sobre capital próprio
Imagem: Shutterstock

Desde que o Brasil passou a ter juro de país rico ficou mais difícil ganhar dinheiro com investimentos financeiros. Quando tínhamos Selic de dois dígitos, era só aplicar em títulos públicos e ficar recebendo juros altos, praticamente sem correr risco.

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Com a queda da taxa básica nos últimos anos - chegando a patamares inferiores a 5% no ano passado - os investidores passaram a se voltar mais para ativos de maior risco em busca da rentabilidade perdida.

Mas mesmo estes têm visto uma redução na sua remuneração nos últimos anos, em termos nominais e percentuais.

Um levantamento feito pela consultoria Economatica a pedido do Seu Dinheiro mostra uma queda nos retornos percentuais de dividendos (dividend yield) distribuídos por empresas a seus acionistas e fundos imobiliários a seus cotistas de 2015 para cá.

Retorno percentual dos fundos imobiliários nos últimos dez anos

Medianas anuais do retorno percentual (dividend yield) de todos os fundos imobiliários, ativos e cancelados, com cotas negociadas em bolsa e pelo menos uma distribuição de rendimentos em um dos anos (amostra variável).

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AnoMediana de retorno
20118,88%
20129,29%
20137,79%
20149,71%
201510,76%
201610,66%
20178,19%
20187,27%
20197,32%
20205,22%

Fonte: Economatica.

Leia Também

Retorno percentual dos dividendos de ações nos últimos dez anos

Medianas anuais do retorno percentual (dividend yield) de todas as empresas, ativas e canceladas, com ações negociadas em bolsa e pelo menos uma distribuição de dividendos/proventos em um dos anos (amostra variável e com cada empresa representada por sua ação mais líquida).

AnoMediana de retorno
20112,86%
20122,93%
20132,27%
20142,39%
20152,54%
20162,08%
20171,62%
20181,98%
20192,12%
20201,03%

Fonte: Economatica.

Há algumas razões para essa redução recente no retorno com dividendos. Tanto no caso dos fundos imobiliários quanto no das ações, vimos uma valorização dos preços dos ativos de 2015/2016 para cá, na esteira de um ciclo de queda de juros (o que tende a valorizar os ativos de risco) e de uma perspectiva de recuperação econômica após a crise daqueles dois anos.

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Como o dividend yield é o retorno percentual, relacionando o valor dos rendimentos distribuídos com o preço do ativo, se o preço sobe, o retorno cai. A menos que o valor dos rendimentos distribuídos suba em proporção maior ou igual, o que, na mediana, não ocorreu.

Aí entram outras questões. Uma delas é o fato de que pulamos de uma recessão para outra. Apesar da queda contínua da Selic, a recuperação esperada não veio. Quando começávamos a sair da frigideira da crise do fim do governo Dilma, pulamos direto para o fogo da crise do coronavírus.

“Dividendo nada mais é que distribuição de lucros. Temos vivido uma tempestade perfeita para dividendos”, comenta Jerson Zanlorenzi, responsável pela mesa de ações e derivativos do BTG Pactual digital.

A queda da Selic também acabou prejudicando os rendimentos que são, direta ou indiretamente, atrelados à taxa de juros, explica Zanlorenzi.

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É o caso da remuneração dos fundos imobiliários que investem em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e Letras de Crédito Imobiliário (LCI) com rentabilidade indexada ao CDI. Esses fundos de papel - que na prática investem em renda fixa - passam a pagar menos, em termos nominais, quando a Selic cai.

Também é o caso das ações de bancos e de companhias do setor elétrico, cujos dividendos têm correlação direta com a taxa Selic.

Trajetória da meta da taxa Selic desde 2011

Fonte: Banco Central

De 2015 para cá, a inflação também arrefeceu bastante, reflexo da recessão que permitiu o corte nos juros. Assim, empresas e fundos imobiliários cujos rendimentos eram, de alguma maneira, atrelados à inflação, também viram seu retorno percentual nominal diminuir.

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IPCA de 2011 a 2020

Fonte: Ipeadata

De qualquer forma, quando falamos em investir com foco em geração de renda, precisamos sempre olhar para o juro real, que é o rendimento acima da inflação. De nada adianta ter um retorno percentual alto, em termos nominais, mas uma inflação tão elevada que corrói quase todo o poder de compra da sua renda.

Por exemplo, em 2015, vivemos um caso de retornos nominais relativamente elevados e Selic de dois dígitos em alta, mas a inflação também foi galopante para os nossos parâmetros atuais.

A Selic acumulada naquele ano foi de 13,26% (o Banco Central elevou a meta do indicador de 11,75% para 13,75%, no fim do período), mas o IPCA foi de 10,67%. A diferença entre os juros básicos e a inflação, portanto, ficou na casa dos 2,5%, nada assim tão expressivo.

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Nos anos seguintes, vimos a inflação ceder e o juro real voltar a subir para, em 2018, retornar à casa dos 2%. Desde então, porém, os juros reais no Brasil vêm caindo, até chegarem a ficar negativos em 2020. Assim, vimos uma queda nominal e também real dos rendimentos nos últimos anos.

Em 2020, como você pode ver nas tabelas e gráficos anteriores, a crise do coronavírus atingiu em cheio os retornos dos fundos imobiliários e ações. Muitas empresas viram prejuízos ou redução forte dos lucros (caso dos bancos) e os FIIs de shopping centers, por exemplo, viram uma drástica redução dos rendimentos com o fechamento do varejo.

A Economatica chegou a levantar também a mediana dos dividend yields de FII e ações, segundo os mesmos critérios, no período entre 23 de março de 2020, quando os preços dos ativos estavam mais deprimidos, até 23 de março de 2021.

No caso dos FIIs, o retorno mediano foi de 7,83%; já no caso das ações, foi de 1,90%. Os números sugerem uma recuperação dos retornos, mas Einar Rivero, gerente de relacionamento institucional da Economatica, alerta para as armadilhas.

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“Quem comprou os ativos na baixa, em março de 2020, teria, na mediana, um dividend yield em plena recuperação, mas não necessariamente por ter aumentado o volume de dividendos, e sim porque os preços estavam historicamente baixos devido à pandemia. Ou seja, não necessariamente os dividendos melhoraram. Simplesmente os preços dos ativos podem ter caído demais”, disse.

O que esperar daqui para frente

Segundo Jerson Zanlorenzi, do BTG, a alta da Selic prevista para este ano, que deve levar a taxa básica de juros de volta à casa dos 5%, deverá ser até benéfica para o investidor que olha para dividendos, de certa forma.

Deve haver um retorno do juro real a patamares positivos e uma recuperação nos dividendos que são, de alguma maneira, atrelados à Selic. É o caso justamente das ações de bancos - cujos dividendos dependem, num primeiro momento, mais da alta dos juros que da recuperação econômica - e dos fundos de CRI com remuneração ligada ao CDI.

De acordo com o BTG, nos últimos 12 meses, o dividend yield dos bancos cobertos pelos analistas da instituição foi de 2%, em média. Mas a projeção do BTG é de um dividend yield de 5% em 2021 e 7% em 2022.

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Com a retomada econômica prevista a partir do segundo semestre deve haver também uma retomada do retorno de dividendos em outros setores do mercado acionário.

Setores da bolsa com melhores dividend yields projetados para os próximos 2 anos

SetorEmpresas que o compõemDY médio últimos 12 mesesDY médio estimado 2021DY médio estimado 2022
BancosItaú, Bradesco, BB, Santander, ABC, Inter e Banrisul2%5%7%
Financeiro, exceto bancosB3, Cielo, IRB, BB Seguridade, Wiz, Porto Seguro e SulAmérica3%5%7%
Serviços básicosCTEEP, Engie, Taesa, Sabesp, Light, Equatorial, Sanepar, Copel, CESP, Cemig, Alupar, AES Brasil, Eneva, Omega, CPFL, EDP Brasil, Copasa, Energisa e Eletrobras4%7%7%
Materiais básicos e mineraçãoVale, CSN, Gerdau e Usiminas4%5%5%
Petróleo e gásPetrobras, BR Distribuidora e Ultrapar2%4%5%
AgronegócioSLC Agrícola, São Martinho, Brasilagro e Cosan3%5%7%
Bens de capitalRandon, Marcopolo, Iochpe-Maxion, Tupy, WEG e Aeris2%5%6%

Fonte: BTG Pactual.

Empresas com os melhores dividend yields projetados para os próximos 2 anos

EmpresaDY estimado 2021DY estimado 2022
Eletrobras (ELET6)13,6%13,4%
Taesa (TAEE11)13,2%8,1%
Vale (VALE3)12,9%13,8%
Sanepar (SAPR11)12,0%12,9%
Copasa (CSMG3)11,6%11,5%
Alupar (ALUP11)11,2%10,9%
Lopes Brasil (LPSB3)10,6%15,0%
CTEEP (TRPL4)9,9%12,4%
Tupy (TUPY3)9,7%11,2%
Even (EVEN3)9,0%6,4%

Fonte: BTG Pactual.

Mas é verdade também que os tempos mudaram, e os retornos elevados do passado não devem voltar. Rafaela Vitória, economista-chefe do Inter, lembra que hoje o juro real neutro, estrutural, da economia brasileira é menor do que no passado.

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E que sim, com a alta da Selic o juro real deve voltar a ficar positivo, mas não tão alto como no passado - o mercado hoje projeta uma Selic de 5% no fim de 2021 e 5,25% no fim de 2022, com um IPCA de 4,81% neste ano convergindo para a meta de 3,50% no próximo.

“Não adianta olhar para o passado, porque aquele contexto é diferente do de hoje. É preciso olhar para frente e focar na expectativa de crescimento das empresas”, diz a economista.

O que fazer

Fundos imobiliários

Em relação aos FII para geração de renda, Rafaela Vitória diz que a classe de ativos tem a vantagem de oferecer uma proteção natural contra a inflação.

Ela recomenda que o investidor diversifique suas fontes de renda em fundos imobiliários. Com a recuperação da economia deve haver uma recuperação dos rendimentos dos fundos de shoppings e que os fundos de galpões logísticos, que pagaram bem no ano passado, devem continuar com boa performance.

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Para os investidores com menos recursos para investir, os fundos de fundos (FOFs) são opções naturalmente diversificadas em ativos e setores.

“É importante lembrar que os FII têm volatilidade, e que esta ficou mais acentuada desde o início da pandemia. É preciso ter em mente que é um investimento para o longo prazo”, diz.

Ações

No caso das ações, fica claro que a escolha dos nomes certos se tornou ainda mais importante.

Segundo o analista da Empiricus Sergio Oba, responsável pela série da casa sobre ações boas pagadoras de dividendos, se a gente olhar apenas para as ações que compõem o IBrX-100 - índice que abarca as 100 principais empresas da bolsa, sendo menos concentrado em produtoras de commodities do que o Ibovespa - o dividend yield médio nos últimos cinco anos permaneceu estável em torno de 3,5%.

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Eu conversei um pouco com ele para saber o que o investidor deve olhar na hora de selecionar boas pagadoras de dividendos.

“A gente tem que olhar menos para o preço da ação hoje e mais para a sustentabilidade dos dividendos ao longo do tempo - para cinco, dez, 30 anos. E por quê? Por causa do fenômeno dos juros compostos. Para investir com foco em dividendos, não há como fugir da visão de longo prazo. Um ano é pouco”, alerta Oba.

“Se o investidor sempre utilizar os dividendos recebidos para comprar mais da mesma ação, no longo prazo o custo médio de aquisição é zero”, acrescenta.

Ele explica que companhias boas pagadoras de dividendos são, em geral, pouco cíclicas (o que exclui, por exemplo, produtoras de commodities, cujos preços oscilam demais); não precisam mais reinvestir tanto nas próprias operações; têm alto retorno do capital investido, acima do custo de capital; têm margens pouco voláteis, com demanda cativa e independente de variações na renda da população ou no crescimento econômico (como empresas dos segmentos de energia elétrica, consumo básico, saneamento e planos de saúde); além de, é claro, apresentarem um longo histórico de bom pagamento de dividendos.

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“Companhias que geram caixa normalmente estão em grandes mercados mais maduros”, observa Oba, que acrescenta que a variável principal que o investidor precisa olhar é a consistência na geração de caixa livre, mais até do que o lucro líquido, pois é ela que permite a elevação da distribuição de dividendos ao longo do tempo.

Do lado dos riscos, o investidor tem que ficar de olho naquelas empresas hegemônicas que podem passar a ser ameaçada por concorrentes disruptivos, em eventuais perdas de foco das companhias, que podem acabar piorando a alocação de capital, e numa possível taxação dos dividendos recebidos por acionistas, hoje isentos de imposto de renda.

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