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A semana que termina foi marcada pelo impacto da crise institucional na bolsa brasileira
Caso você tenha passado uma temporada no espaço junto com algum bilionário e por acaso não tenha acompanhado os últimos lances, vou resumir brevemente o que aconteceu na última semana.
No feriado de 7 de Setembro, o presidente Jair Bolsonaro incentivou manifestações e discursou contra o STF em Brasília e São Paulo.
O principal alvo do atual ocupante do Palácio do Planalto é o ministro Alexandre de Moraes, que comanda os inquéritos das fake news e o que investiga o financiamento de milícias digitais.
Bolsonaro ameaçou não cumprir as decisões do ministro, o que gerou fortes reações dos demais Poderes e aumentou a níveis quase insustentáveis a temperatura política em Brasília.
Em meio ao incêndio, Bolsonaro buscou proteção em um velho conhecido da política: Michel Temer.
Na quinta, o presidente divulgou uma mensagem elaborada com o auxílio do ex atribuindo os ataques ao STF ao “calor do momento”. Para o mercado, de imediato a estratégia deu certo: o Ibovespa virou e fechou o dia em alta de 1,7%.
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A melhora no clima, contudo, não foi suficiente para tirar o principal índice da bolsa brasileira do vermelho no acumulado da semana.
Será que o “plano Temer” de paz política vai funcionar? E qual seria o impacto para a bolsa de uma pacificação em Brasília? A nossa colunista Larissa Quaresma traz as respostas para você.
Os ataques de Bolsonaro ao STF mexem com o mercado porque há pautas da agenda econômica - teto de gastos e precatórios, por exemplo - que necessariamente passam pelo Judiciário.
Em meio ainda a uma economia frágil, inflação alta, juros em trajetória ascendente e incertezas fiscais no radar, o repórter Victor Aguiar ouviu gente do mercado e trouxe nesta matéria o que esperar dos ativos domésticos.
Todos os meses o Seu Dinheiro consulta as principais corretoras do país para descobrir quais são suas apostas para o período. Dentro das carteiras recomendadas, normalmente com até 10 ações, os analistas indicam as suas três prediletas. Com o ranking nas mãos, selecionamos as que contaram com pelo menos duas indicações.
Em setembro, o campeão de indicações foi o Itaú Unibanco, apoiado em um bom balanço do segundo trimestre, iniciativas no terreno das fintechs e a expectativa de que a companhia “destrave” valor para os acionistas.
Confira nesta matéria da Larissa Vitória essa e outras indicações para o mês.
Em meio às discussões sobre a privatização dos Correios, o Magazine Luiza decidiu não esperar. A gigante do varejo eletrônico anunciou que pretende operar sua rede de lojas físicas como “agências postais”, para receber e coletar os pedidos dos clientes que fazem compras pela internet.
Os planos ousados de logística, junto com a recente aquisição da KaBuM!, que colocou a companhia no mundo dos games, levaram o Itaú BBA a retomar a cobertura das ações do Magalu com recomendação de compra. Veja aqui as estimativas.
Nesta semana, apesar da derrocada da Bolsa, os acionistas da Localiza e da Unidas foram agraciados com o sinal verde que a Superintendência-Geral do Cade deu para a fusão entre as duas maiores companhias do setor de locação de veículos.
Mesmo sugerindo a adoção dos chamados "remédios" para evitar concentração excessiva no segmento de locação, o mercado gostou da notícia e fez as ações dispararem no pregão da última quarta-feira.
Mas depois desse movimento, será que as ações ainda têm espaço para andar? O colunista Ruy Hungria responde.
Além das tensões políticas, que afetam praticamente todos os investimentos brasileiros, os fundos imobiliários seguem pressionados pelas previsões de altas contínuas da taxa básica de juros.
Mas os rendimentos que os FIIs devem distribuir ainda superariam a taxa básica de juros e títulos atrelados ao IPCA.
Considerando todo este cenário, muitas corretoras fizeram ajustes em seus fundos preferidos para setembro. Confira o ranking.
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
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