🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Vinícius Pinheiro

Vinícius Pinheiro

Jornalista e escritor, é diretor de redação dos sites Money Times e Seu Dinheiro. Formado em Jornalismo e com MBA em Derivativos e Informações Econômico‑Financeiras pela FIA, tem mais de 25 anos de experiência e passou por redações como Valor Econômico, Agência Estado e Gazeta Mercantil. É autor dos romances Os Jogadores, Abandonado e O Roteirista

Gestão na crise

Com Light, Eneva, Mercado Livre e “Hapmédica”, HIX Capital vê bolsa barata e bom momento para compra

“Daqui a dois anos a gente vai olhar a oportunidade atual e pensar que deveria ter aproveitado ainda mais”, diz Rodrigo Heilberg, sócio da gestora, que possui R$ 2 bilhões em patrimônio

Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
26 de maio de 2021
6:02 - atualizado às 7:51
Rodrigo Heilberg, sócio e gestor da HIX Capital
Rodrigo Heilberg, sócio e gestor da HIX Capital - Imagem: Arquivo pessoal

Ao decidir ancorar a oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês) da produtora de sementes Boa Safra, Rodrigo Heilberg, sócio da gestora de fundos HIX Capital, enxergou uma ótima oportunidade de retorno no longo prazo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas por maior que fosse o otimismo com as perspectivas para a companhia, talvez nem ele mesmo esperasse que o investimento começasse a se provar logo no primeiro dia, quando as ações (SOJA3) dispararam quase 50%.

“Essa é uma posição que esperamos carregar por vários anos. Mas é claro que é sempre melhor subir 50% em um dia do que cair”, me disse o gestor da HIX, em uma entrevista por videoconferência.

O investimento na Boa Safra — que acumula ganho da ordem de 60% desde o IPO há um mês — resume bem a filosofia da HIX. Com um total de R$ 2 bilhões sob gestão, a gestora busca investir em ações de empresas que combinem potencial de crescimento e retorno, e que não costumam ser aquelas que figuram no Ibovespa.

Heilberg entende que o momento atual favorece a busca por oportunidades desse tipo por uma razão simples: a bolsa está barata. “Essa percepção só não se reflete no Ibovespa por esse movimento de apreciação das commodities.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como as ações das empresas produtoras de matérias-primas possuem peso grande na composição do principal índice da B3, existe uma visão de que a bolsa como um todo está indo bem, o que não é verdade.

Leia Também

Para o gestor, esse cenário mais difícil para as chamadas empresas de crescimento e com foco no mercado interno também prejudicou o processo de IPOs na B3 neste ano, quando mais de 30 companhias desistiram dos planos de abrir o capital.

Por outro lado, ele entende que esse é um ambiente bom para o investidor de bolsa, já que um mercado em alta, por mais contraditório que pareça, é pior para quem quer comprar ações.

“Acho que daqui a dois anos a gente vai olhar a oportunidade atual e pensar que deveria ter aproveitado ainda mais.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O fundo HIX FIA não vai muito bem neste ano e acumula uma queda de 1,19% até abril, praticamente em linha com o Ibovespa, que recuava 0,10%. Mas quando analisamos o desempenho desde o início, o retorno do fundo bate de longe o índice: 276% a 104%.

E quais são as principais posições dos fundos da HIX diante desse quadro? Assim como a Boa Safra, Heilberg diz que as empresas da carteira têm uma característica comum: dependem mais delas próprias ou do setor em que atuam do que da economia como um todo para obter resultados.

Entre as ações de destaque da gestora estão: Light (LIGT3), Eneva (ENEV3), Mercado Livre (MELI) e “Intervida” ou “Hapmédica” — traduzindo, NotreDame Intermédica (GNDI3) e Hapvida (HAPV3).

1 - Light (LIGT3)

A HIX montou posição uma pequena posição na empresa de energia fluminense Light no ano passado, na sequência do processo de reestruturação iniciado quando pelo empresário Ronaldo Cesar Coelho, principal acionista da companhia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“É o clássico caso de turnaround. Agora a empresa tem um time capaz de fazer uma gestão de primeira linha em relação a outras distribuidoras.”

A gestora decidiu aumentar a posição na Light na oferta de ações realizada em janeiro deste ano, que propiciou tanto a saída da Cemig da saída do capital como a entrada de dinheiro novo que reduziu o nível de endividamento da companhia.

As ações da Light hoje são negociadas ontem na casa dos R$ 17, um pouco abaixo do ponto de entrada da HIX, mas Heilberg diz que a história dessa virada está apenas no início.

“Entramos cedo de novo, como foi com Eneva e em Equatorial. Sempre quem entra cedo tem um pouco de dor de barriga, mas achamos que é uma oportunidade excepcional de investimento.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

2 - Eneva (ENEV3)

A expectativa do sócio da HIX é que a posição em Light traga as mesmas alegrias do investimento em outra empresa de energia, a Eneva (ENEV3).

A gestora comprou as ações em 2016, assim que a companhia saiu do processo de recuperação judicial, e ainda hoje mantém os papéis entre os maiores trunfos da carteira.

“É uma empresa extremamente bem gerida, surfando uma oportunidade de crescer com investimentos na matriz de geração de energia no Brasil.”

Embora perca no quesito ambiental para fontes como a energia solar e eólica, o gás natural produzido pela Eneva representa um complemento importante para o país manter uma matriz de energia segura, segundo o gestor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os papéis da Eneva sofreram recentemente com vendas realizadas pelo BTG Pactual, um dos maiores acionistas individuais da companhia. Mas voltaram nos últimos pregões depois que o banco informou que pretende manter a posição na empresa.

3 - Mercado Livre (MELI)

A ação representante do efervescente setor de comércio eletrônico na carteira da HIX é Mercado Livre (MELI), listada na bolsa norte-americana Nasdaq, mas com BDRs negociados aqui na B3 (MELI34).

Heilberg compara o ritmo de crescimento da gigante do e-commerce a um trem que se move a uma velocidade de 300 km/h, mas com a agilidade de um kart.

A aposta em Mercado Livre não seria uma contradição com a filosofia da gestora de buscar papéis descontados na bolsa? “A gente acha a ação barata. O múltiplo pode ser alto, mas a empresa daqui a dez anos vai ser muito maior do que é hoje.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o gestor da HIX, o Mercado Livre será uma das vencedoras da disputa acirrada pelo comércio eletrônico no país. Mas entende que, ao contrário do que aconteceu nos Estados Unidos, onde a Amazon dominou o segmento, há espaço para outros concorrentes, como o Magazine Luiza.

4 - Hapvida (HAPV3) e Intermédica (GNDI3)

Outra posição relevante dos fundos da HIX está dividida nas operadoras de saúde Hapvida (HAPV3) e NotreDame Intermédica (GNDI3).

As companhias estão em processo de combinação de negócios que está em processo de análise pelos órgãos reguladores. Tanto que o gestor já trata as empresas como uma só e especula em tom de brincadeira sobre o futuro nome: Hapmédica ou Intervida.

Entre as duas, Heilberg tem hoje uma preferência por Hapvida apenas porque entende que a empresa seria menos afetada no caso de um improvável revés na fusão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas ele destaca que ambas as operadoras adotam uma gestão verticalizada, ou seja, são donas dos planos de saúde e também da rede de hospitais. Para o gestor, esse é o modelo que deve prevalecer no mercado. “É uma questão da seleção natural, a forma mais eficiente de entregar uma medicina com a melhor relação custo-benefício.”

Leia também:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
EXPECTATIVA VERSUS REALIDADE

Onda de IPOs está voltando? Diretor do BR Partners (BRBI11) vê mercado ‘tentando acreditar’ na reabertura da janela

27 de fevereiro de 2026 - 13:12

Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez

DE VENDA PARA NEUTRO

BB Investimentos eleva recomendação da Copasa (CSMG3), mas alerta: alta na ação vem da expectativa pela privatização, não do desempenho operacional

27 de fevereiro de 2026 - 10:17

O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção é de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento do ação

ATENÇÃO, INVESTIDOR

A bolsa vai mudar de horário — confira o novo cronograma de negociação da B3 a partir de 9 de março

26 de fevereiro de 2026 - 14:01

Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior

'OPORTUNIDADE DOURADA'

Com potencial de alta de 23% em 2026, Aura Minerals (AURA33) é o pote de ouro da carteira do JP Morgan; entenda

25 de fevereiro de 2026 - 18:32

Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa

BTG SUMMIT 2026

‘Experimentem, vocês vão viciar’: mercado de ETFs pode chegar a R$ 1 trilhão no Brasil em alguns anos, dizem gestores

25 de fevereiro de 2026 - 17:46

Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos

CHEGA AOS 250 MIL?

Tem espaço para mais: Ibovespa pode chegar aos 200 mil pontos “logo logo”, diz Itaú BBA; veja previsão para Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4)

25 de fevereiro de 2026 - 17:03

No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo

VENCEDORA DA TEMPORADA?

A favorita entre os frigoríficos: JBS (JBSS32), Minerva (BEEF3) ou MBRF (MBRF3)? BTG diz o que esperar do 4T25 e dá o veredito

25 de fevereiro de 2026 - 15:41

Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques

HORA DE COMPRAR?

Mercado Livre (MELI34): ação cai 10% após 4T25, mas isso não significa que a empresa está no caminho errado. O que explica o movimento?

25 de fevereiro de 2026 - 14:38

Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante

BALANÇO 4T25

Mercado Livre (MELI34) tem lucro menor no 4T25, mas frete grátis ‘mostra a que veio’ no Brasil; veja os números

24 de fevereiro de 2026 - 18:54

A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora

ESFRIOU NA BOLSA

Ação da dona da Brastemp cai mais de 14%: o que derrubou os papéis da americana Whirlpool (WHR)?

24 de fevereiro de 2026 - 17:22

Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado

ESTRATÉGIA DO GESTOR

O Ibovespa ficou caro demais? Gestores se mostram cautelosos e passam longe de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4); saiba onde eles estão investindo

24 de fevereiro de 2026 - 14:32

Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro

MERCADOS HOJE

O Taco voltou: investidores ignoram tarifas de Trump — Ibovespa vai às máximas históricas e Nova York também avança

24 de fevereiro de 2026 - 13:49

Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados

DEU RUIM?

PicPay (PICS) desaba 18% desde o IPO: cilada ou oportunidade de compra? Citi dá o veredito

23 de fevereiro de 2026 - 18:12

Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis

SEM SINAL

Subiu no telhado? Acordo com a Claro fica travado e ação da Desktop (DESK3) chega a cair mais de 22%

23 de fevereiro de 2026 - 17:29

Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O capitão que mudou a rota do Bradesco (BBDC4), as novas tarifas de Trump e o que mais você precisa saber hoje

23 de fevereiro de 2026 - 8:32

Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente

DESCONTO E POTENCIAL DE ALTA

Dividend yield de 16%: por que este fundo imobiliário chamou a atenção do BTG

22 de fevereiro de 2026 - 17:37

Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Ibovespa pega fogo com Trump e vai aos 190 mil pontos em novo recorde de fechamento; dólar bate mínima em quase 2 anos 

20 de fevereiro de 2026 - 19:09

O ouro, por sua vez, voltou para o nível dos US$ 5 mil a onça-troy, enquanto a prata encerrou a semana com ganho de 5,6%

LAJE CORPORATIVA NA CARTEIRA

Com dividendos turbinados no radar, fundo imobiliário Tellus Properties (TEPP11) entra na mira do BTG Pactual

20 de fevereiro de 2026 - 17:01

Para o banco, a hora de comprar o FII é agora, e o motivo não são só os dividendos turbinados

CHEGOU NO LIMITE?

Porto Seguro (PSSA3) já deu o que tinha que dar? BBI corta recomendação para as ações e mostra outras mais atrativas

20 de fevereiro de 2026 - 16:59

O Bradesco BBI rebaixou recomendação da Porto Seguro para neutra, com a avaliação de que boa parte dos avanços já está no preço atual

‘AGITOS’ DO MERCADO IMOBILIÁRIO

RBVA11 vende agência do Santander, Carrefour vende lojas, BLMG11 recompra cotas e MFII11 lança novo projeto: o que mexe com os FIIs hoje

20 de fevereiro de 2026 - 12:41

Confira as principais movimentações do mercado de fundos imobiliários, que voltou do Carnaval “animado”

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar