🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Por que voltei a investir na bolsa. E vendi tudo em apenas três dias

Sei que esse negócio de feeling é meio conversa fiada, coisa de Morris Albert, mas nem sempre. Resgatei minhas cotas e apliquei em ações. O que eu não esperava era que elas subissem doze por cento em três dias

16 de abril de 2020
5:11 - atualizado às 15:59
touro e urso
Imagem: Shutterstock

Em 1992, eu operava apenas ativos de alto risco no mercado internacional. Fazia meus trades de três lugares: mesa de operações do banco Graphus, no Rio de Janeiro; pequena baia na Prudential Securities no quinto andar do prédio 4 do World Trade Center, em Nova York; sala de negócios da Shearson Lehman no prédio da CBoT, em Chicago.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Fora transações que fechava de casa, à noite. Papai e mamãe (comprar e entesourar) não eram comigo.

Entre perdas e ganhos, corretagens e rebates, ganhava em média uns dez mil dólares por mês, equivalentes a US$ 18.000.00 de hoje. Pode até parecer muito, mas eu já era um profissional cascudo com 35 anos de experiência no lombo.

Minha frustração era ser apenas um trader. Trader bem-sucedido, mas nada mais do que um trader. Afinal de contas, já tinha sido dono de corretora (atual Banco Fator) e diretor de banco e outras empresas.

No Graphus, era o cara mais velho da mesa. Por isso, quando os mercados internacionais influenciavam os do Brasil (nos quais eu não operava), os colegas da mesa me consultavam.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na página 51 de meu livro Armadilha para Mkamba (Editora Rocco, 1998), o mais elogiado pela crítica até hoje, conto como isso funcionava. Na ficção, me retrato na pessoa do personagem Dick Sargent.

Leia Também

“E o atentado no metrô de Paris, Dick? (perguntou June Ferraro) Foram franceses que morreram.”

“Dois franceses, June. Apenas dois. Quem é que vai comprar ouro só porque um terrorista estúpido mata um par de franceses?”

Numa tarde de domingo de janeiro de 1992, sem que tivesse planejado nada, sentei a uma mesinha na varanda de meu apartamento e comecei a escrever num caderno escolar de minha filha:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Clarence apertou o botão do subsolo e seu elevador privativo começou a descer, na velocidade vertiginosa de sempre, os 240m que o separavam da garagem, 80 andares abaixo.

Em algumas horas, o mercado financeiro, as bolsas de valores, os mercados futuros e toda a comunidade de negócios começariam a implodir. Nova York, o resto da América e, mais tarde, o Extremo Oriente sofreriam as consequências das ações que Julius Clarence tramara havia alguns anos, executara lenta e cuidadosamente nos últimos meses, semanas e dias e intensificara nas últimas horas.”

Na verdade, confesso, eu nem sabia direito quem era Julius Clarence quando comecei a redigir o texto. Só que a história foi se desenvolvendo e senti necessidade de fazer pesquisas nos lugares onde a ficção ocorria.

No inverno (do hemisfério norte) 1993/1994, viajei para os Estados Unidos. Fui a Davenport, onde Julius nasceu, passou a infância e a adolescência, Chicago, cidade na qual morou mais tarde, e Nova York, onde fundou a Clarence & Associados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Pesquisei durante várias semanas na biblioteca municipal da Quinta Avenida.

Só que isso foi pouco para as pretensões de minha história.

Um ano mais tarde (inverno 1994/1995), viajei para a Europa. Visitei Londres, Paris, Bruxelas, Lausanne. Comi nos restaurantes que aparecem no livro. Convivi com travestis nas proximidades da estação de King’s Cross e fiz duas viagens no Eurostar, uma entre Londres e Bruxelas, outra de Paris para Londres (quem leu o livro, sabe por quê).

Ao regressar ao Rio, havia me apaixonado totalmente pela história. Continuei especulando nos mercados em minha conta, mas minha atuação como broker tornou-se passiva. Se um cliente ligava, eu cumpria a ordem. Mas não saía a cata de operações, muito menos de novos especuladores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nessa época, eu trabalhava nos Mercadores durante a noite e nos fins de semana. Até que dei uma grande tacada no mercado futuro de café na CSCE, em Nova York. Isso me permitia viver durante dois anos, tempo esse no qual acreditava que o livro poderia ser concluído e publicado.

Larguei a profissão de trader/broker e prometi a mim mesmo nunca mais operar nos mercados, não só nos de alto risco como também nas bolsas de valores. Como minhas economias estavam quase todas nos Estados Unidos, adquiri títulos do Tesouro americano.

Tendo trocado os números pelas letras, custei a perceber que meu risco havia aumentado.

“Escritor no Brasil morre de fome”, era o que as pessoas me diziam. “Só quem ganha dinheiro é o Paulo Coelho.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Foi aí que caí na real. E se não encontrasse quem se interessasse por publicar o livro?

Foi justamente o que aconteceu.

Com Os Mercadores… rejeitado pelas editoras (a maioria nem leu), e meu dinheiro acabando, decidi escrever Rapina.

Como a história se baseava em fatos reais, a maioria testemunhada e vivida por mim, em três meses terminei o livro. Melhor. Levei 48 horas para vê-lo comprado pela editora Record.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Rapina já saiu em primeiro lugar na lista dos mais vendidos, lista essa na qual permaneceu durante cinco meses. Melhor: vendi os direitos de filmagem para um cineasta de São Paulo por uma grana preta.

O filme jamais saiu do roteiro, mas recebi todo meu dinheiro.

Com Rapina na lista, seria fácil publicar, através de uma editora, Os mercadores da noite. Mas preferi vender o livro para a BM&F, que me pagou uma pequena fortuna para fazer uma edição de luxo, capa dura, com apenas mil exemplares numerados e tendo exclusividade por um ano. Mais tarde me pagaria o mesmo valor pela edição em inglês (The Sunday Night Traders).

As boas notícias foram se sucedendo. Meu livro Carga Perigosa repercutiu na TV Globo e fui convidado para ser roteirista da série Carga Pesada. Eles devem ter gostado do meu trabalho pois, após algum tempo, me chamaram para escrever episódios de Linha Direta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como se não bastasse, vendi para Hollywood os direitos de filmagem de The Sunday Night Traders por um valor ainda maior, depositado em minha conta nos Estados Unidos. Apliquei o dinheiro em obrigações do Tesouro americano.

A volta com Petrobras

Minha decisão de não me envolver com investimentos de risco continuava inabalável. Isso até que, anos mais tarde, já na era petista, a Petrobras, sob a gestão da presidente Graça Foster, deixou de publicar seu balanço por falta de números confiáveis, tal o volume da gatunagem na empresa.

Em Wall Street, títulos de 10 anos da Petrobras que rendiam 6% a.a. (em dólares, bem entendido), com juros pagos semestralmente, passaram a ser negociados com deságio de até 20%.

Havia, segundo muitos gestores americanos, risco da estatal quebrar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Macaco velho, ainda mais macaco velho brasileiro, sabia que essa hipótese era nula. Qualquer que fosse o rombo, nosso governo (vale dizer, nós, contribuintes) cobriria.

Vendi meus papéis do Tesouro dos Estados Unidos e me entubei de Petrobras. Só me arrependo de não ter alavancado pois, em valores relativos, foi uma das melhores especulações de minha vida.

Quando Pedro Parente assumiu a empresa, as obrigações subiram acima do par. Liquidei tudo, com um lucro de respeito.

Mais tarde, quando saiu a lei da repatriação, trouxe todo meu dinheiro para o Brasil, pagando imposto de renda e multa. Renovei, in pectore, meus votos de não aplicar nada em renda variável.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Juntei o dinheiro que veio de fora com os recursos que tinha aqui e pus tudo num fundo de renda fixa do banco Itaú que, levando em conta a inflação, o imposto de renda e a taxa de administração, apresentava rentabilidade zero.

Como vivo de direitos autorais, e não preciso descapitalizar, meu dinheiro deveria ficar no tal fundo ad infinitum.

Ganho de 12% em três dias

Mas eis que o valor da cota começou a cair. Ou seja, perdia a inflação e mais alguma coisa.

Isso aconteceu justamente quando o Ibovespa, assolado pelo coronavírus, atingiu suas mínimas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sei que esse negócio de feeling é meio conversa fiada, coisa de Morris Albert, mas nem sempre. Resgatei minhas cotas e apliquei em ações.

Não foi nenhum vislumbre de gênio. Comprei Petrobras, Banco do Brasil, JBS e Raia Drogasil.

O que eu não esperava era que elas subissem doze por cento em três dias.

Liquidei tudo. E renovei meus votos de ficar de fora de renda variável.

Cash is king.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quando operava nos mercados de risco, acompanhava os fundamentos de minhas posições praticamente o dia todo, inclusive nos fins de semana. É exatamente o que faço para escrever meus textos, de modo a não dar mancadas horríveis, embora não consiga evitar que elas eventualmente aconteçam, ainda mais em meio a uma pandemia.

Não podemos nos esquecer que o mundo está rodando em marcha lenta e que isso significará uma bruta recessão, caso não resvale para uma depressão.

Preciso ter um foco único no trabalho de escrever sobre o mercado, assim como já foi o de especular nos ativos mais exóticos, sempre alavancando ao extremo, volta e meia perdendo tudo, em outras horas ficando rico de repente.

Agora, nessa fase derradeira da vida (vou fazer 80 anos no mês que vem), não dá para shortear o S&P500 e, ao mesmo tempo, comentar a última destemperança de Jair Bolsonaro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se fizer isso, um lado vai acabar prejudicando o outro. Será um desrespeito aos meus leitores ou um atentado contra o meu próprio bolso.

Ivan Sant'Anna é escritor, especializado no mercado financeiro, cenário que acompanha há mais de 60 anos.

Minha incursão recente na B3 foi um deslize provocado pela raiva de ver a cota de meu fundo cair. Logo eu, que pus o dinheiro lá por puro conservadorismo.

Mas vou confessar uma coisa ao caro amigo leitor: aqueles doze por cento me deram uma alegria imensa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Confesso outra: se, ao invés de +12% tivessem sido -12%, estaria mais perdido que cego (vá lá, deficiente visual) em tiroteio.

É por isso que, para manter minha lucidez intacta, tenho de ficar de fora. O Ivan porra-louca já morreu.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

26 de janeiro de 2026 - 6:04

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

FORA DO CONSENSO

Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais

25 de janeiro de 2026 - 12:52

Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação

ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

ONDE INVESTIR 2026

Não basta escolher o ativo perfeito: o segredo para ganhar dinheiro com investimentos é outro — veja a fórmula para 2026

24 de janeiro de 2026 - 10:00

No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários

FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar