Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Por que voltei a investir na bolsa. E vendi tudo em apenas três dias

Sei que esse negócio de feeling é meio conversa fiada, coisa de Morris Albert, mas nem sempre. Resgatei minhas cotas e apliquei em ações. O que eu não esperava era que elas subissem doze por cento em três dias

16 de abril de 2020
5:11 - atualizado às 15:59
touro e urso
Imagem: Shutterstock

Em 1992, eu operava apenas ativos de alto risco no mercado internacional. Fazia meus trades de três lugares: mesa de operações do banco Graphus, no Rio de Janeiro; pequena baia na Prudential Securities no quinto andar do prédio 4 do World Trade Center, em Nova York; sala de negócios da Shearson Lehman no prédio da CBoT, em Chicago.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Fora transações que fechava de casa, à noite. Papai e mamãe (comprar e entesourar) não eram comigo.

Entre perdas e ganhos, corretagens e rebates, ganhava em média uns dez mil dólares por mês, equivalentes a US$ 18.000.00 de hoje. Pode até parecer muito, mas eu já era um profissional cascudo com 35 anos de experiência no lombo.

Minha frustração era ser apenas um trader. Trader bem-sucedido, mas nada mais do que um trader. Afinal de contas, já tinha sido dono de corretora (atual Banco Fator) e diretor de banco e outras empresas.

No Graphus, era o cara mais velho da mesa. Por isso, quando os mercados internacionais influenciavam os do Brasil (nos quais eu não operava), os colegas da mesa me consultavam.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na página 51 de meu livro Armadilha para Mkamba (Editora Rocco, 1998), o mais elogiado pela crítica até hoje, conto como isso funcionava. Na ficção, me retrato na pessoa do personagem Dick Sargent.

Leia Também

“E o atentado no metrô de Paris, Dick? (perguntou June Ferraro) Foram franceses que morreram.”

“Dois franceses, June. Apenas dois. Quem é que vai comprar ouro só porque um terrorista estúpido mata um par de franceses?”

Numa tarde de domingo de janeiro de 1992, sem que tivesse planejado nada, sentei a uma mesinha na varanda de meu apartamento e comecei a escrever num caderno escolar de minha filha:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Clarence apertou o botão do subsolo e seu elevador privativo começou a descer, na velocidade vertiginosa de sempre, os 240m que o separavam da garagem, 80 andares abaixo.

Em algumas horas, o mercado financeiro, as bolsas de valores, os mercados futuros e toda a comunidade de negócios começariam a implodir. Nova York, o resto da América e, mais tarde, o Extremo Oriente sofreriam as consequências das ações que Julius Clarence tramara havia alguns anos, executara lenta e cuidadosamente nos últimos meses, semanas e dias e intensificara nas últimas horas.”

Na verdade, confesso, eu nem sabia direito quem era Julius Clarence quando comecei a redigir o texto. Só que a história foi se desenvolvendo e senti necessidade de fazer pesquisas nos lugares onde a ficção ocorria.

No inverno (do hemisfério norte) 1993/1994, viajei para os Estados Unidos. Fui a Davenport, onde Julius nasceu, passou a infância e a adolescência, Chicago, cidade na qual morou mais tarde, e Nova York, onde fundou a Clarence & Associados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Pesquisei durante várias semanas na biblioteca municipal da Quinta Avenida.

Só que isso foi pouco para as pretensões de minha história.

Um ano mais tarde (inverno 1994/1995), viajei para a Europa. Visitei Londres, Paris, Bruxelas, Lausanne. Comi nos restaurantes que aparecem no livro. Convivi com travestis nas proximidades da estação de King’s Cross e fiz duas viagens no Eurostar, uma entre Londres e Bruxelas, outra de Paris para Londres (quem leu o livro, sabe por quê).

Ao regressar ao Rio, havia me apaixonado totalmente pela história. Continuei especulando nos mercados em minha conta, mas minha atuação como broker tornou-se passiva. Se um cliente ligava, eu cumpria a ordem. Mas não saía a cata de operações, muito menos de novos especuladores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nessa época, eu trabalhava nos Mercadores durante a noite e nos fins de semana. Até que dei uma grande tacada no mercado futuro de café na CSCE, em Nova York. Isso me permitia viver durante dois anos, tempo esse no qual acreditava que o livro poderia ser concluído e publicado.

Larguei a profissão de trader/broker e prometi a mim mesmo nunca mais operar nos mercados, não só nos de alto risco como também nas bolsas de valores. Como minhas economias estavam quase todas nos Estados Unidos, adquiri títulos do Tesouro americano.

Tendo trocado os números pelas letras, custei a perceber que meu risco havia aumentado.

“Escritor no Brasil morre de fome”, era o que as pessoas me diziam. “Só quem ganha dinheiro é o Paulo Coelho.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Foi aí que caí na real. E se não encontrasse quem se interessasse por publicar o livro?

Foi justamente o que aconteceu.

Com Os Mercadores… rejeitado pelas editoras (a maioria nem leu), e meu dinheiro acabando, decidi escrever Rapina.

Como a história se baseava em fatos reais, a maioria testemunhada e vivida por mim, em três meses terminei o livro. Melhor. Levei 48 horas para vê-lo comprado pela editora Record.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Rapina já saiu em primeiro lugar na lista dos mais vendidos, lista essa na qual permaneceu durante cinco meses. Melhor: vendi os direitos de filmagem para um cineasta de São Paulo por uma grana preta.

O filme jamais saiu do roteiro, mas recebi todo meu dinheiro.

Com Rapina na lista, seria fácil publicar, através de uma editora, Os mercadores da noite. Mas preferi vender o livro para a BM&F, que me pagou uma pequena fortuna para fazer uma edição de luxo, capa dura, com apenas mil exemplares numerados e tendo exclusividade por um ano. Mais tarde me pagaria o mesmo valor pela edição em inglês (The Sunday Night Traders).

As boas notícias foram se sucedendo. Meu livro Carga Perigosa repercutiu na TV Globo e fui convidado para ser roteirista da série Carga Pesada. Eles devem ter gostado do meu trabalho pois, após algum tempo, me chamaram para escrever episódios de Linha Direta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como se não bastasse, vendi para Hollywood os direitos de filmagem de The Sunday Night Traders por um valor ainda maior, depositado em minha conta nos Estados Unidos. Apliquei o dinheiro em obrigações do Tesouro americano.

A volta com Petrobras

Minha decisão de não me envolver com investimentos de risco continuava inabalável. Isso até que, anos mais tarde, já na era petista, a Petrobras, sob a gestão da presidente Graça Foster, deixou de publicar seu balanço por falta de números confiáveis, tal o volume da gatunagem na empresa.

Em Wall Street, títulos de 10 anos da Petrobras que rendiam 6% a.a. (em dólares, bem entendido), com juros pagos semestralmente, passaram a ser negociados com deságio de até 20%.

Havia, segundo muitos gestores americanos, risco da estatal quebrar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Macaco velho, ainda mais macaco velho brasileiro, sabia que essa hipótese era nula. Qualquer que fosse o rombo, nosso governo (vale dizer, nós, contribuintes) cobriria.

Vendi meus papéis do Tesouro dos Estados Unidos e me entubei de Petrobras. Só me arrependo de não ter alavancado pois, em valores relativos, foi uma das melhores especulações de minha vida.

Quando Pedro Parente assumiu a empresa, as obrigações subiram acima do par. Liquidei tudo, com um lucro de respeito.

Mais tarde, quando saiu a lei da repatriação, trouxe todo meu dinheiro para o Brasil, pagando imposto de renda e multa. Renovei, in pectore, meus votos de não aplicar nada em renda variável.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Juntei o dinheiro que veio de fora com os recursos que tinha aqui e pus tudo num fundo de renda fixa do banco Itaú que, levando em conta a inflação, o imposto de renda e a taxa de administração, apresentava rentabilidade zero.

Como vivo de direitos autorais, e não preciso descapitalizar, meu dinheiro deveria ficar no tal fundo ad infinitum.

Ganho de 12% em três dias

Mas eis que o valor da cota começou a cair. Ou seja, perdia a inflação e mais alguma coisa.

Isso aconteceu justamente quando o Ibovespa, assolado pelo coronavírus, atingiu suas mínimas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sei que esse negócio de feeling é meio conversa fiada, coisa de Morris Albert, mas nem sempre. Resgatei minhas cotas e apliquei em ações.

Não foi nenhum vislumbre de gênio. Comprei Petrobras, Banco do Brasil, JBS e Raia Drogasil.

O que eu não esperava era que elas subissem doze por cento em três dias.

Liquidei tudo. E renovei meus votos de ficar de fora de renda variável.

Cash is king.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quando operava nos mercados de risco, acompanhava os fundamentos de minhas posições praticamente o dia todo, inclusive nos fins de semana. É exatamente o que faço para escrever meus textos, de modo a não dar mancadas horríveis, embora não consiga evitar que elas eventualmente aconteçam, ainda mais em meio a uma pandemia.

Não podemos nos esquecer que o mundo está rodando em marcha lenta e que isso significará uma bruta recessão, caso não resvale para uma depressão.

Preciso ter um foco único no trabalho de escrever sobre o mercado, assim como já foi o de especular nos ativos mais exóticos, sempre alavancando ao extremo, volta e meia perdendo tudo, em outras horas ficando rico de repente.

Agora, nessa fase derradeira da vida (vou fazer 80 anos no mês que vem), não dá para shortear o S&P500 e, ao mesmo tempo, comentar a última destemperança de Jair Bolsonaro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se fizer isso, um lado vai acabar prejudicando o outro. Será um desrespeito aos meus leitores ou um atentado contra o meu próprio bolso.

Ivan Sant'Anna é escritor, especializado no mercado financeiro, cenário que acompanha há mais de 60 anos.

Minha incursão recente na B3 foi um deslize provocado pela raiva de ver a cota de meu fundo cair. Logo eu, que pus o dinheiro lá por puro conservadorismo.

Mas vou confessar uma coisa ao caro amigo leitor: aqueles doze por cento me deram uma alegria imensa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Confesso outra: se, ao invés de +12% tivessem sido -12%, estaria mais perdido que cego (vá lá, deficiente visual) em tiroteio.

É por isso que, para manter minha lucidez intacta, tenho de ficar de fora. O Ivan porra-louca já morreu.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
OPORTUNIDADE NA CARTEIRA

Dividendos em abril: veja as ações recomendadas pelo Safra para turbinar os ganhos

5 de abril de 2026 - 14:48

Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo

GRINGO NA ÁREA

Nem a guerra do Irã parou a bolsa: mercado brasileiro deve ter melhor 1º trimestre em fluxo de capital estrangeiro desde 2022

4 de abril de 2026 - 13:42

Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue

ENTRE ALTOS E BAIXOS

Natura (NATU3) sai na frente e RD Saúde (RADL3) é ação com pior desempenho; veja os destaques do Ibovespa nesta semana

4 de abril de 2026 - 12:49

Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda

ENTENDA

Tombo de quase 80%: Fictor Alimentos (FICT3) vira ação de centavos e recebe alerta da B3

3 de abril de 2026 - 17:41

A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento

O QUE FAZER COM OS PAPÉIS?

Maior alta do Ibovespa na semana: Natura (NATU3) salta 12% com “selo” de gigante global. Vem mais por aí?

3 de abril de 2026 - 14:30

Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar

HORA DE COMPRAR?

Ação da Embraer (EMBJ3) tem sinal verde de compra? Empresa aumenta entregas de aviões em 47% e analistas dão veredito

3 de abril de 2026 - 12:52

A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra

FOCO EM RENDA EXTRA

Não é Auren (AURE3) nem Engie (EGIE3): a elétrica favorita do Santander pode pagar dividendos de até 24%

3 de abril de 2026 - 11:04

Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas

ONDE INVESTIR

Onde investir em abril? Os ativos para se proteger do risco geopolítico e ainda ganhar dinheiro; Petrobras (PETR4) se destaca com dividendos no radar

3 de abril de 2026 - 7:01

Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas

MERCADOS HOJE

Trump promete força total na guerra contra o Irã e espalha medo, mas Ibovespa consegue se segurar, enquanto petróleo dispara

2 de abril de 2026 - 10:56

Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos

AÇÃO DO MÊS

Axia Energia (AXIA6) segue nos holofotes com dividendos no radar — mas não é a única; confira as favoritas dos analistas para investir em abril

2 de abril de 2026 - 6:04

A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros

PORTFÓLIO INTERNACIONAL

Tchau, Ozempic? Empiricus corta Novo Nordisk e outras gigantes de carteira para abril — e reforça aposta em IA, streaming e petróleo

1 de abril de 2026 - 18:33

Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio

VEJA O CASO A CASO

Guerra no bolso: BofA rebaixa Azzas 2154 (AZZA3) e corta projeções de Magazine Luiza (MGLU3), GPA (PCAR3) e mais — veja quem sofre e quem escapa no varejo

1 de abril de 2026 - 17:28

O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados

QUEM VAI SE DAR MELHOR

Sai Prio (PRIO3), entra Petrobras (PETR4): dividendo com o fim da guerra é o alvo do BTG para abril

1 de abril de 2026 - 15:51

Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês

RENDA EXTRA NÃO VALE A PENA?

Cyrela (CYRE3) pode ativar ‘gatilho’ que pagaria até R$ 1,9 bilhão em dividendos extraordinários — mas o lucro não deve chegar ao bolso do acionista; por quê?

1 de abril de 2026 - 15:15

JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda

LOCATÁRIOS DE PESO

Alianza Trust Renda (ALZR11) traz Fleury (FLRY3) para o portfólio de inquilinos com compra de imóvel — e Shopee pode ser a próxima

1 de abril de 2026 - 13:59

As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte

AÇÕES SOBEM FORTE

Braskem: Citi muda de ideia sobre BRKM5 e eleva recomendação logo antes de notícia sobre possível proteção contra credores

1 de abril de 2026 - 11:50

Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada

ESPAÇO E IA

SpaceX, de Elon Musk, reúne 21 bancos para o maior IPO da história, diz Reuters; um deles é brasileiro

1 de abril de 2026 - 10:24

A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.

O INIMIGO AGORA É O MESMO

‘Taxa das blusinhas’ pode cair e acende alerta no varejo: Lojas Renner (LREN3), C&A (CEAB3) e Riachuelo (RIAA3) estão preparadas?

31 de março de 2026 - 18:35

Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido

OPORTUNIDADE SEGUE NA MESA

Vale (VALE3) tropeça e ação cai 6,8% em março, mas mineradora está longe do fim da linha com dividendos extraodinários à frente

31 de março de 2026 - 18:14

Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos

CHEGOU A HORA DE BRILHAR?

Bresco Logística (BRCO11) recua abaixo do valor patrimonial, e analistas veem oportunidade; entenda o que esperar do ativo e do mercado de FIIs daqui para frente

31 de março de 2026 - 16:31

Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia