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Na véspera das eleições nos EUA, casos de coronavírus continuaram a crescer no exterior durante a última semana e ampliam tensão
A última semana não foi fácil. O nervosismo em relação à pandemia voltou a pesar nos mercados financeiros globais. O aumento de casos de coronavírus reacende o temor: lockdowns ainda são necessários para conter a circulação do vírus e diminuir a pressão sobre o sistema de saúde?
Aparentemente, sim. Afinal de contas, dois importantes países para a economia global voltaram a decidir por decretos limitar a livre circulação de seus cidadãos.
Foram os casos de França e Alemanha, que anunciaram as medidas na quarta-feira (28), dando a contribuição a um dia de tombos das bolsas do mundo todo.
A leitura é que as novas medidas de restrição de mobilidade devem pesar ainda mais sobre a retomada da atividade econômica.
Lembrando que os casos de coronavírus continuam a disparar também nos Estados Unidos. O país deu alguns sinais de recuperação acima do esperado com o PIB do terceiro trimestre e a queda no número de pedidos de seguro-desemprego, divulgados na quinta (29), mas por lá o medo de um retorno mais lento da economia também é um risco real.
Esse, aliás, é um dos temores de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, que já falou da necessidade de estímulos fiscais para a economia americana — e também de outros diretores do banco central dos EUA, que avaliam que o Fed já fez o que tinha para fazer para revigorar a economia, e agora é com o governo.
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Olhando à frente, sem dúvida qualquer novidade relativa à decretação de medidas de isolamento e a continuidade da escalada de casos da covid-19 deve atordoar as bolsas, como esta semana deixou claro.
Por aqui, novos balanços de gigantes também vão mexer com o seu dinheiro. No radar, Itaú e Banco do Brasil divulgam os seus resultados, uma semana após Bradesco e Santander mostrarem os seus números — e, apesar de superarem as estimativas, tiveram desempenhos bem ruins nesta semana.
Foi como eu ouvi de uma analista nestes dias: bem agora que as ações dos bancos, que estão entre as que mais perderam no Ibovespa, começaram a se recuperar, a covid-19 volta a assolar o mundo — "um baita de um balde de água fria no chope financeiro".
Também fique ligado em qualquer nova "treta" política. Nesta semana, tivemos o fim da trégua entre governo e Congresso, o que alimenta a percepção do risco fiscal ao diminuir a probabilidade da aprovação de reformas econômicas.
A agenda externa está cheia nesta semana. Em específico, a agenda americana: não bastando a decisão de juros do FOMC (Comitê Federal de Mercado Aberto), os EUA deverão conhecer seu novo presidente nos próximos dias.
Vale lembrar que, a partir de 3 de novembro, a bolsa voltará a operar em horário estendido a partir do dia 3 de novembro, das 10 às 18h — atualmente, os negócios terminam às 17h. O mercado de ações à vista, como o Ibovespa, terá negociações das 10h às 17h55.
A mudança ocorre por ocasião do fim do horário de verão dos EUA em 1º de novembro.
Se o grande destaque da agenda lá fora na semana passada veio do mundo corporativo, com as baterias de balanços das "big techs", desta vez os mercados ficam de olho em um evento político e no Fed.
Os americanos votam para eleger seu novo presidente na terça (3). Poderá ser um "novo velho" ou um "novo novo".
Em uma campanha em que Donald Trump, o atual presidente, aparecia incialmente como o favorito, as pesquisas hoje mostram o democrata Joe Biden na dianteira das pesquisas, após os impactos do coronavírus deteriorarem a antes vigorosa economia americana e piorarem a situação social do país.
Atenção: o resultado das eleições pode não sair na terça. Isto porque a uma grande partes dos eleitores tem votado por correios, o que pode atrasar a apuração. Além disso, dois dos estados-chave na disputa, Pensilvânia e Wisconsin só começam a contar os votos após o dia da votação.
Mas, como sabemos, o sistema eleitoral dos EUA envolve os chamados colégios eleitorais. Por lá, quem geralmente ganha a votação popular num Estado leva os delegados de Estado. Existem 538 delegados de estado ao todo, divididos por 50 Estados americanos. Para alguém se tornar presidente, tem que conquistar 270 delegados no mínimo.
Se no primeiro dia de apuração — na terça mesmo —, houver uma vitória acachapante em alguns Estados que deixem Biden ou Trump mais perto dos 270 necessários, podemos ver um dos lados conceder derrota na madrugada da quarta.
No caso negativo, podemos ver a disputa se estender com a apuração das cédulas enviadas por correio ou, até mesmo, pedidos de recontagem — um cenário em que os mercados poderão ficar estressados, pois ainda indefinido sobre quem será o presidente dos EUA.
Além das eleições, outra notícia importante vinda dos EUA é aguardada pelos mercados nesta semana. Na quinta, o FOMC mostrará o que pensa do atual estágio da atividade econômica, devendo manter os patamar de juros inalterado na faixa entre 0% e 0,25%.
Nos EUA, MercadoLibre e AstraZeneca (uma das farmacêuticas que correm para produzir uma vacina contra o coronavírus) anunciam seus números.
As empresas aéreas sem dúvida estão entre as que mais sofreram com a pandemia, impactados pelas medidas de isolamento social. E elas estão entre os principais balanços da semana.
Gol e Azul (queda de 61%) publicam resultados relativos ao terceiro trimestre que devem continuar mostrando os fortes efeitos da covid-19, embora em um nível menor do que o visto no segundo trimestre — uma vez que os meses de julho a setembro não foram acertados em cheio pelas medidas de isolamento social.
No ano, Gol PN (GOLL4) acumula queda de 57% no Ibovespa, enquanto Azul PN (AZUL4), de 61%.
Entre as grandes instituições financeiras, Itaú e Banco do Brasil tentam manter a imagem de que a crise ficou para trás, muito embora as ações dessas empresas não tenham tido uma semana boa. Itaú PN (ITUB4) caiu 7,3% e Banco do Brasil ON (BBAS3), 10,7%.
O detalhamento sobre a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), que conservou o "forward guidance" em meio às expectativas ancoradas de inflação e manutenção do teto de gastos, também vem à tona. Na terça (3), a ata do Copom será divulgada pela autoridade monetária pela manhã.
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