🔴 AS CRIPTOMOEDAS CERTAS PODEM TRANSFORMAR R$ 1 MIL EM ATÉ R$ 214 MIL – ENTENDA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

tensão em brasília

STF dá 48 horas para PGR se manifestar sobre sigilo de vídeo em que Bolsonaro teria ameaçado Moro

Investigadores avaliam que o conteúdo da gravação 'escancara a preocupação do presidente com um eventual cerco da Polícia Federal a seus filhos'

Bolsonaro Imposto de Renda
(Brasília - DF, 07/05/2020) Presidente da República, Jair Bolsonaro. - Imagem: Marcos Corrêa/PR

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu hoje (12) conceder prazo de 48 horas para receber manifestações sobre a retirada do sigilo do registro audiovisual da reunião no Palácio do Planalto, realizada no dia 22 de abril e que foi citada pelo ex-ministro Sergio Moro em depoimento prestado no início do mês.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com a decisão, a Procuradoria-Geral da República (PGR), a Advocacia-Geral da União (AGU) e a defesa de Moro deverão dizer se são a favor da manutenção do sigilo ou da divulgação total ou parcial da gravação. Após receber as manifestações, Celso de Mello vai decidir se o sigilo será mantido. 

A decisão foi tomada pelo ministro após a PF exibir, nesta manhã, o vídeo somente para os envolvidos na investigação, que apura a suposta interferência do presidente Jair Bolsonaro na corporação. 

Estiveram presentes representantes da PGR, os delegados responsáveis pela investigação, a AGU, representando o presidente, o ex-ministro Moro e seus advogados, além de um juiz auxiliar do ministro. 

Fontes informaram ao Estadão/Broadcast que durante o encontro, Bolsonaro justificou a necessidade de trocar o superintendente da PF no Rio à defesa de seus próprios filhos, alegando que sua família estaria sendo "perseguida".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que há no vídeo

O vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril registra o ministro da Educação Abraham Weintraub dizendo 'que todos tinham que ir para a cadeia, começando pelos ministros do STF', segundo fontes ouvidos pelo Estadão.

Leia Também

ELEIÇÕES 2026

Lula enfrentou seu “último jogo” nas urnas — e perdeu no legado, diz Walter Maciel, CEO da AZ Quest

EXPECTATIVA

Ibovespa a 200 mil pontos? Flávio Bolsonaro à frente e força da direita nas urnas animam mercado para segunda-feira

Já ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos Damares Alves defenderia a prisão de governadores e prefeitos, indicam fontes que assistiram nesta terça, 12, à peça chave no inquérito sobre suposta interferência do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal.

Também na reunião, Bolsonaro chamou o governador de São Paulo, João Dória, de 'bosta' e pessoas do governo do Rio de Janeiro de 'estrume'.

Investigadores avaliam que o conteúdo da gravação 'escancara a preocupação do presidente com um eventual cerco da Polícia Federal a seus filhos' e que Jair Bolsonaro 'justificou a necessidade de trocar o superintendente da corporação no Rio de Janeiro à defesa de seus próprios filhos' alegando que sua família estaria sendo 'perseguida'.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outro lado

A ministra Damares Alves, por meio de sua assessoria, disse que pediu a punição de prefeitos e governadores no contexto de desvios de insumos durante a pandemia e violação de direitos, citando como exemplo atos truculentos contra idosos que não respeitarem as regras de isolamento e distanciamento social. Segundo a assessoria, a ouvidoria do ministério tem 8500 denúncias sobre isso.

Procurada, a assessoria de comunicação do Ministério da Educação informou que Weintraub não vai se manifestar.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que o vídeo da reunião ministerial não contém as palavras "Polícia Federal", "investigação" nem "superintendência". "Esse informante, esse vazador, está prestando um desserviço", disse. Bolsonaro.

"A preocupação minha sempre foi depois da facada, de forma bastante direcionada para a segurança minha e da minha família", disse ele, quando questionado se citou a proteção de sua família ao abordar a mudança no comando da PF. "A Polícia Federal nunca investigou ninguém da minha família", argumentou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O presidente também afirmou que entregou a gravação para evitar comentários de que ele teria sumido com o vídeo, porque seria comprometedor.

O presidente também negou ter pressionado Valeixo, ex-diretor-geral da Polícia Federal, para sair do cargo e disse que, desde o ano passado, o delegado estava "cansado" e queria sair. A dispensa de Valeixo foi o pivô do desentendimento entre Moro e o presidente e o fator que desencadeou a saída do ex-juiz da Lava Jato do governo.

*Com Estadão Conteúdo e Agência Brasil

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Flávio Bolsonaro durante entrevista 4 de outubro de 2026 - 19:11
O ex-ministro Sergio Moro 4 de outubro de 2026 - 17:00
Lula aparece do lado esquerdo em uma montagem. Do lado direito, Flávio Bolsonaro. 4 de outubro de 2026 - 17:00
Dr daniel de camiseta laranja 4 de outubro de 2026 - 17:00
Raquel Lyra (PSD) 4 de outubro de 2026 - 17:00
4 de outubro de 2026 - 16:35
Leopoldo Rosa, Thiago Salomão e Matheus Spiess 4 de outubro de 2026 - 15:14
eleições urna eletrônica 4 de outubro de 2026 - 12:02
Lula aparece do lado esquerdo em uma montagem. Do lado direito, Flávio Bolsonaro. 4 de outubro de 2026 - 11:10
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar