O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Representante do presidente Jair Bolsonaro, Karina Kufa,diz que se houve disparo irregular de mensagens em massa pelo WhatsApp durante a campanha, o chefe do Executivo não pode ser responsabilizado
Representante do presidente Jair Bolsonaro nas ações eleitorais que pedem a cassação da chapa eleita em 2018, Karina Kufa, advogada, diz que se houve disparo irregular de mensagens em massa pelo WhatsApp durante a campanha, o chefe do Executivo não pode ser responsabilizado. "Imagina (o presidente) ter que controlar o que mais de 57 milhões de eleitores que votaram nele fazem", afirmou ela em entrevista ao Estadão. Confira trechos da conversa.
As ações eleitorais apuram disparo de WhatsApp em massa supostamente financiados por empresários alvos da investigação do STF. É possível garantir que não houve irregularidade?
Dos empresários investigados, até onde eu sei são dois. O Edgar Corona, dono da SmartFit é uma pessoa que o presidente nunca teve contato. Se houve algum impulsionamento ou ilegalidade por parte desse empresário não temos como saber nem como adivinhar porque não tem como o presidente ser responsabilizado por fatos praticados por seus eleitores. Imagina ele ter que controlar o que mais de 57 milhões de pessoas que votaram nele fazem.
O presidente é próximo do empresário Luciano Hang, dono da Havan.
Durante a eleição eu liguei pra o Luciano, perguntando se ele tinha contratado alguma empresa de disparo. Disse que se tivesse feito ainda havia como corrigir a prestação de contas, incluindo a doação de forma legal, e apresentaria para a Justiça eleitoral que houve um erro detectado produzido por um eleitor. O Luciano afirmou que não fez e nos deu total condição de não inserir disparo de WhatsApp na prestação de contas.
É possível garantir que também não houve a participação dos filhos do presidente?
Leia Também
Temos total controle do que foi feito na campanha, inclusive sobre os filhos. Não há nenhuma preocupação sobre isso em qualquer ação.
Há preocupação sobre o uso de provas do inquérito das fake news, do STF, nas ações no TSE que podem levar à cassação do presidente?
Tem um total desvio esse inquérito e acabou dando superpoderes para um único ministro (Alexandre de Moraes, relator do caso), que está na qualidade de vítima, de investigador e de juiz.
O Supremo Tribunal Federal começou ontem (10) a julgar a validade do inquérito das fake news. Qual a sua expectativa?
Não tenho grandes esperanças de que ele seja julgado ilegal e inconstitucional apesar de não ter dúvidas que é, mas tudo isso traz uma total insegurança jurídica para a defesa que não sabe do que se está tratando. Se há mesmo uma investigação para ofensas, ataques e ameaças de mortes aos ministros, ou se já houve uma alargamento e estão investigando as eleições de 2018.
A sra. reconhece o risco de cassação do presidente Bolsonaro?
Se forem seguidos todos os procedimentos legais e respeitados os princípios constitucionais, a legislação e a jurisprudência, a cassação é impossível. É impossível cassar um presidente da República baseado supostas alegações, mesmo que haja um eleitor no meio de 57 milhões de eleitores que tenha contratado empresas para disparo de mensagem de WhatsApp.
O presidente vai ceder a pressão de seus apoiadores que querem uma reação mais dura ao ministro Celso de Mello, após o decano ter comparado o Brasil à Alemanha de Hitler?
O presidente tem falado que não tem a intenção de tensionar as relações com os outros poderes. Ele decidiu não entrar com pedido de suspeição contra Celso de Mello, mesmo havendo um descompasso da postura do ministro. O decano do STF tem que manter a postura de não comentar processos nos quais ele está julgando, não fazer crítica ao presidente da República do aspecto político.
Mas o presidente tem criticado decisões do Supremo.
São criticas totalmente democráticas. Mesmo que tenha que cumprir as decisões do STF, que infelizmente é a última instância, ele não tem como aceitar decisões que entende como ilegais.
E em relação ao Alexandre de Moraes?
Há recursos em relação às suas decisões e esperamos que elas sejam encaminhadas com brevidade e garantir que seja feito na Constituição para que não haja interferência nos poderes. O exagero das decisões do STF de querer intervir nas competências exclusivas do Executivo nos preocupa.
As tensões com os demais poderes podem criar uma ruptura institucional?
Não vejo nenhuma intenção do presidente de cometer nenhuma ruptura. O que me preocupa são os exageros do Legislativo e do Judiciário de não cumprirem seus papéis e tentarem intervir no Executivo.
De todas as ações, qual mais causa preocupação ao presidente Bolsonaro e sua defesa?
Se for respeitado o direito, nenhuma, porque são narrativas falsas.
*Com Estadão Conteúdo
Licença-paternidade foi instituída no Brasil com a promulgação da Constituição de 1988. Mesmo com ampliação, benefício seguirá muito aquém do observado em países mais desenvolvidos.
Mesmo sem a confirmação oficial, integrantes do PSD começam a repercutir a escolha do governador de Goiás, em detrimento de Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul
O potencial de voto de Lula é um pouco maior e chega a 50%, enquanto Flávio Bolsonaro também tem 48% dos eleitores que admitem votar nele
O equívoco nasce de uma leitura imprecisa do artigo 224 do Código Eleitoral. O texto menciona, de fato, a necessidade de novas eleições caso a “nulidade” atinja mais da metade dos votos
Apesar da vantagem numérica do petista no primeiro turno entre os moderados, a disputa se acirra em uma eventual rodada decisiva
Decisão do STF limita verbas indenizatórias, suspende auxílios e tenta conter supersalários, embora preserve margem para penduricalhos na magistratura
A pena estipulada pelo TSE foi de 4 anos, retirando o ex-governador da corrida eleitoral deste ano e de 2030
Atual secretário-executivo da Fazenda tem perfil mais técnico e pode assumir a pasta com o desafio de tocar a agenda econômica em ano eleitoral
Além do efeito da bandeira do governo Lula na renda, levantamento mostra que a violência permanece no topo das preocupações dos entrevistados
Especialistas apontam que a observação detalhada da face e do áudio é o primeiro filtro de segurança, mas não é o único
Investigação da PF encontra mensagens do ministro do STF no WhatsApp do banqueiro que apontam para uma relação de pelo menos dois anos
Ex-governador de São Paulo e nome forte no Estado, Geraldo Alckmin também foi lembrado com elogios por Lula pela nova política da indústria brasileira
Os dados mostram também o filho de Jair Bolsonaro numericamente a frente de Lula no segundo turno, apesar da igualdade técnica entre ambos
Pesquisa Atlas/Bloomberg mostra Lula ainda à frente de Flávio Bolsonaro e Tarcísio no primeiro turno, mas com a menor vantagem da série histórica contra o senador. No segundo turno, cenário indica empate técnico com o filho do ex-presidente e desvantagem contra o governador paulista
O avanço do senador nas intenções de voto para as eleições 2026 ocorre em um momento em que a avaliação do governo Lula segue pressionada
O magistrado é acusado de crime de responsabilidade, suspeição e conflito de interesses na condução do inquérito que apura as fraudes bilionárias
Levantamento mostra Lula à frente em todas as simulações, enquanto a avaliação de seu governo segue em empate técnico, com 49% de desaprovação e 47% de aprovação; confira quem tem mais chances no embate contra o petista
Apesar da rejeição elevada, Lula mantém vantagem sobre Tarcísio, Flávio, Michelle e outros adversários em todos os cenários; levantamento mostra o petista com 40,2% no primeiro turno e vitórias apertadas no segundo
Bolsonaro pede ao STF para entrar em programa de leitura para redução de pena. Veja como funciona o sistema por meio do qual o ex-presidente tenta reduzir tempo de reclusão
Erich Decat, analista político da Warren, faz um balanço da gestão Lula 3 no podcast Touros e Ursos, e comenta os impactos da queda de Nicolas Maduro nas eleições brasileiras