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Presidente afirmou que avalia participar de reunião na tarde desta segunda sobre a alta do combustível
O presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira (6) que os preços do combustíveis devem se estabilizar após alta causada por tensões sobre ataque dos Estados Unidos no Iraque que matou o general iraniano Qassem Suleimani.
A escalada nos atritos entre os dos países mantém os mercados globais em alerta nesta segunda. Como resultado, o Ibovespa se juntou às demais bolsas do mundo e abriu em queda firme, voltando ao nível dos 116 mil pontos. Acompanhe nossa cobertura de mercados.
"Reconheço que o preço está alto na bomba. Graças a Deus, pelo que parece, a questão lá dos EUA e Iraque, (…) o impacto não foi grande. Foi 5%, passou para 3,5%; não sei quanto está hoje a diferença em relação ao dia do ataque. Mas a tendência é estabilizar", disse o presidente em frente ao Palácio da Alvorada.
Bolsonaro afirmou que avalia participar de reunião na tarde desta segunda sobre a alta do combustível. "Está previsto hoje, por volta de 16h (a reunião). Se eu tiver oportunidade, vou ver com Bento (ministro de Minas e Energia), se é o caso de eu comparecer, dada a gravidade do assunto", afirmou.
Bolsonaro afirmou que tem orientado a sua equipe de governo a mostrar as razões do alto preço de combustível. Ele citou que há impacto por impostos federais, ICMS, monopólio da distribuição, além de margem de lucro. "Porque cai tudo no meu colo. Parece que sou responsável por tudo", disse.
O presidente voltou a afirmar que não tabelará preços de combustível. "Políticas semelhantes no passado não deram certo", repetiu.
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*Com Estadão Conteúdo
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